Nem tudo estava perfeito no livro de regras...
Essas correções foram encontradas por bxc8:
Na página 15: Na parte de verificação de acertar o ataque, os números de acerto e erro em um dado de 20 lados estão com o SINAL TROCADO. O número alvo para sucesso é sempre igual ou menor ao número de ataque efetivo (Ataque total - Defesa total).
A informação correta é que 1, 2 e 3 no dado são sempre sucesso enquanto 18, 19 e 20 são sempre fracasso.Página 5: No exemplo de ordem civil, 11.000 habitantes são -
55% de ordem civil, não -30% como está escrito. O total então seria
35%, não 60% como está escrito. Cada mil habitantes implica uma penalidade de 5% na ordem civil.
Página 32: Está escrito que a chance base de um casal ter filhos é de 15%. Essa informação está errada, a
chance base de um casal ter filhos é de 10%.
Página 47: A soma do exemplo está errada, os valores corretos são:
Personagem 1: 110-
64 = 46
Personagem 2: 85 -23 = 62
Página 47: No Exemplo 2 - segundo parágrafo da página 47 - a somatória correta do Exemplo é 50% + 10% -10% + 20%, o que dá 70%, não 80% como está escrito.
Outras correções:Além disso: Não há uma lista no livro de regras para as desvantagens e vantagens de cada cultura em relação aos reinos. Você pode encontrar essa informação na seção "História", no tópico "As culturas".
Lojas, mercado independente e comércio é muito rapidamente explicado ou simplesmente não é explicado na atual versão do livro de regras. Você pode saber mais sobre esses temas visitando as respectivas seções do fórum.
As culturas não estão descritas no livro, o que poderia ser muito útil.
As tabelas e descrições não estão em ordem alfabética, o que facilitaria a consulta.
Não há indicação de que as províncias livres (em branco no mapa de turno) possuem 1-4 unidades de rebeldes para defendê-las de ataques. Nações que não possuam tropas são tomadas automaticamente, estando indefesas. Informação importante: quando você ataca uma província independente (em branco no mapa de turno), ela sempre possuirá entre 1 e 4 unidades aleatórias para sua defesa, representando chefes tribais, rebeldes, bandidos ou qualquer forma de governo rudimentar que ela tivesse antes. O tipo de unidades também é determinado aleatoriamente, mas você deve esperar resistência em qualquer província para a qual seus exércitos marchem.
Não há indicação dos 5 turnos livres onde novos jogadores não podem ser atacados pelos mais antigos. Províncias sem tropas são dominadas automaticamente em caso de ataque, se não estiverem protegidas pea regra dos 5 turnos livres. Em qualquer caso, com tropa ou sem tropa o soberano destituído faz rolagem de captura.
As ações de personagem precisam ser melhor explicadas e detalhadas
Falta explicar melhor os mercados, o gasto de dinheiro Nacional e Pessoal, postagens de turnos, o que se pode fazer com as ações, como construir tropas, dizer que removem população do reino quando construidas, etc.
Faltam as árvores de tecnologias e de melhorias, que serão inclusas na edição 2.0 do livro de regras.
As datas de compromisso para o processamento de turno (72 horas) e tempo entre turnos (1 semana) precisam ficar mais claras.
Adição para a regra da carcterística "Tutor": Ninguém pode ganhar por turno mais do que 300 XP, ou seja, quase um terço de nível recebendo essa ação a partir de múltiplos tutores. Isso significa um bom avanço e ao mesmo tempo não tira o balanço do jogo. Tambem torna-se uma regra realista: ninguém aprende infinitamente, não importa quantos professores tenha a seu dispôr.
Falta adicionar a regra para anexação de províncias bárbaras (em branco no mapa de turno) sem o uso de força, através da diplomacia. O jogador usa uma de suas duas ações de turno declarando essa intenção e a província alvo. A mera tentativa custa 1 barra de ouro em presentes diplomáticos, independentemente do sucesso ou fracasso da ação. Depois disso é roado um teste de Carisma/5. Se o personagem falha a barra de ouro é perdida para sempre. Se ele obtem sucesso no teste, precisa pagar mais 5 barras de ouro, representando os gastos para estabelecer um governo e sua burocracia na província alvo. No turno seguinte a província será anexada a seu reino.
Somente províncias adjacentes podem ser alvo dessa ação, ou, em caso de ilhas, províncias que dividam a costa com um único território aquático que seja adjacente às duas províncias envolvidas.
Regra de inatividade: Jogadores que não postarem seus turnos por mais de três semanas (3 turnos seguidos) perderão o reino e as províncias voltarão a ser províncias livres (em branco no mapa de turno), podendo ser ocupadas por novos jogadores ou invadidas por outros soberanos.
Interpreta-se que houve grande convulsão social naquele reino, com destruição completa das melhorias, saque dos tesouros e dissolução das tropas. Até mesmo a população se dispersará (um novo personagem pode escolher sua cultura livremente), enfim, ela é "zerada" em termos de jogo. O jogador não poderá apelar da decisão de dissolver seu reino, caso ele acumule 3 contadores de inatividade.
Contadores de inatividade serão anotados na ficha de reino, a cada turno não postado. Os contadores são zerados se houver uma nova postagem do jogador antes que somem três.