Humanos
Apenas humanos, própriamente ditos. Não possuem poderes, não são imortais, sequer tem consciência da existência de criaturas como Vampiros e Lobisomens. Levam suas vidas normalmente, apenas esperando a morte chegar -e as vezes elas chegam bem cedo-, sem saber que muitos dos acontecimentos de seu mundo são apenas conseqüencias de ações muito maiores.
Carniçais
Esses criados bebedores de sangue não são gratuitos. Cada carniçal servo de um Cainita requer não somente algum vitae todo mês, mas cuidadosa administração. Carniçais sofrem dos impulsos da Besta em uma maneira similar, apesar de muito diminuída, a que acontece com vampiros. Muitos nem sempre podem lidar com esses impulsos e instintos muito bem e podem posar como sérios riscos à Máscara. Por causa disso, seus regentes (seus mestres Cainitas) devem gastar considerável tempo com eles para assegurar-se que eles vão entender completamente o que eles têm permissão para fazer e o que é proibido. Enquanto alguns Membros permitem a seus servos aprenderem sobre a sociedade da Camarilla, muitos não o fazem, preferindo mantê-los o mais ignorante possível para melhor garantir a segurança da Máscara.
VASSALOS Vassalos são ligados a um único vampiro, chamado Regente. Eles são essencialmente escravos, governados pelo Laço de Sangue para serem completamente leais a seus Regentes. Como qualquer outro Laço de Sangue, eles podem, pelo uso de força de vontade, lutar contra ele, mas é muito difícil. Carniçais desobedientes são punidos pelos seus mestres, e se eles mostram tendência a desobedecer, eles são normalmente destruídos.
INDEPENDENTES Independentes são carniçais sem regentes. Muitos deles fugiram do Laço de Sangue, ou conseguiram matar seu regente. Alguns deles tornam-se independentes quando seu regente foi morto de alguma outra maneira. Uns poucos nunca tiveram regentes, para começar. Todos os Independentes têm o mesmo problema - eles precisam encontrar uma fonte de vitae pelo menos uma vez o mês, ou irão deixar de ser carniçais. Vitae é um vício, e um carniçal faminto vai fazer qualquer coisa para conseguir sua dose de vitae. Os independentes não tendem a viver muito. Quando o conseguem, porém, eles são indivíduos muito espertos e perigosos, um que a maioria dos vampiros destruiria logo que vissem.
REVENANTES Não são mortais, não são vampiros, nem são precisamente carniçais. Revenantes são uma (rara) classe por si só. Nascidos da procriação de carniçais através de gerações, e centenas de anos, os Revenantes têm algumas vantagens dos vampiros, e algumas desvantagens, também. As famílias de Revenantes foram criadas pelos Tzimisce, e ainda os servem, também servindo ao Sabá.
Os Revenantes têm sua própria forma de Vitae. Para alcançar a imortalidade real, ou para ter acesso a Disciplinas acima do primeiro nível, os revenantes devem também, como outros carniçais fazem, beber o sangue de um vampiro. Contudo, mesmo sem provar o verdadeiro Vitae vampírico, os revenantes envelhecem vagarosamente, e vivem muito mais que os mortais.
Em termos práticos - a gestação para um revenante é um processo de três anos. A infância é longa. Um revenante de 50 anos parece ser um jovem adulto no fim da adolescência ou início de juventude. O tempo de vida natural de um revenante é aproximadamente de 150 a 400 anos. Revenantes anciões raramente deixam as propriedades da família, contudo. Quatro famílias de carniçais criadas pelos Tzimisce continuam até os dias de hoje. Sim, existem outras famílias de carniçais mencionadas em alguns livros. Essas são ainda mais raras.
Hunters
A conscientes de que os monstros e sua corrupção horrenda no mundo não pára de martelar dentro do Imbuído. Um Hunter tem a sua vida mudada para sempre após o momento que os seus olhos são abertos. Ele vê as criaturas em todos lugares. A influência deles toca e mancha tudo. A razão de todo o sofrimento e briga do mundo tornam-se claras. Amizades perdidas, problemas de família, preconceitos sociais – tudo remete aos monstros e aos seus planos. Por quanto tempo alguém pode testemunhar estas atrocidades - mortes, desaparecimentos, abusos, invasões –antes de reagir contra elas? A maioria do escolhidos não pode ficar em silêncio. Eles se esforçam para proteger seus entes queridos, amigos, vizinhanças e cidades das criaturas que poderiam controlar e destruir todas estas coisas.
O resultado é a caçada: a contínua perseguição das criaturas para para-las, salva-las, entende-las, exibi-las ou simplesmente destrui-las. Todos os Hunters compreendem as suas missões contra o desconhecido. Eles têm as suas próprias razões para espreita-las, preserva-las ou mata-las. No final das contas, no entanto, os seus objetivos são os mesmos, tenham eles percebido isto ou não. O Hunter cauteloso que dedica a sua vida a proteger a sua família, e o Hunter ousado que viaja para onde quer que ele deva para localizar e destruir, querem a mesma coisa: começar novamente, fazer um lugar novo onde as pessoas poderão estar seguras, para herdar um mundo que uma vez eles acreditaram ser deles. Se tal meta pode ser obtida é algo que não se sabe.
Os Hunters chamam o momento que recebem os seus Dons de Imbuting. Embora os Hunters operem sozinhos ou em pequenos grupos, eles se esforçam para achar uns aos outros e difundir a palavra. O Imbuting não é uma experiência isolada. Os modos em que eles são Imbuídos variam muito, mas certos elementos parecem ocorrer para todos os Hunters, independente da idade, sexo, raça ou nacionalidade.
Caçadores ouvem vozes, vêem mensagens distorcidas em outdoors ou em jornais, ou percebe sons estranhos, cheiros ou visões. A despeito de sua forma, esta experiência sempre oferece uma advertência do perigo imediato: eles escutam “ELE NÃO VIVE”, um sinal de rua em que se lê momentaneamente “CORRA AGORA”, uma súbita, alucinatória imagem de pessoas cobrindo as ruas enquanto que Mortos caminham entre elas. Nenhuma fonte parece mandar estes sinais e presságios, mas seus assuntos logo tornam-se claros. Com olhos recém abertos, o Hunter despertado testemunha a obscenidade mais grotesca que ele jamais encontrou – algo que não deveria existir, uma afronta ambulante à própria vida, uma horrenda monstruosidade. Naquele momento de claridade, uma tela erguida para esconder o mundo verdadeiro vai-se para sempre. O segredo é exposto. A verdade é revelada. Ela se exibe em toda a sua glória profana: o mal personificado e apresentado para um instrução horrenda. Monstros existem. E isto é apenas o começo.