ADMINISTRAÇÃO

MODERAÇÃO

O MUNDO
"Tal uma estrela, a vida paira entre dois mundos
Entrelaçando noite e manhã sobre a linha do horizonte.
O quão pouco sabemos sobre o que somos!
E menos ainda sobre o que podemos ser.
Lord Byron, "Don Juan"-.

É fácil imaginar um mundo opaco e sem vida. É fácil acreditar que tudo o que nos cerca é tudo o que poderia existir e - acima disso - é fácil acreditar que tudo isso é real. Nos jornais, atrocidades cada vez mais absurdas, chacinas noturnas, destruição de patrimônio público e particular; todos atribuídos a grupos radicais, bandidos, desequilibrados. Mas você acredita realmente nisso? Nunca suspeitou que a sua vida - esse circo cretino e sem graça – pudesse fazer parte de algo maior; de uma realidade mais sombria do que você jamais imaginou?
Pois bem, meu caro, é obrigação minha dizer: o sobrenatural existe. Um submundo tão grande, complexo e recheado de nuances quanto as nossas maiores cidades. Sujeira, corrupção, sangue e morte em cada esquina, em cada fresta, atrás de cada porta! Seres atormentados, amaldiçoados com uma condição que você sempre desejou ter – e que, de alguma forma, agora está ao seu alcance.

Seja bem vindo à escuridão.
Entregue-se ao submundo.




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AMBIENTE
Ano: 2oo8
Paris:
Mês: Abril.
Temperatura: 16º C
Estação: Primavera
Situação: Céu claro, brisa leve.

EVENTOS

"..."


"Paris é a própria Mágica..."

Confira os principais acontecimentos dos Eventos aqui

DESTAQUE
[M]elhores presas _blank

Melhores P[r]ojéteiS _blank

Melh[o]r Proteção _blank

Melhores [G]arras _blank

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ATALHOS

VAGAS
cainitas: [10/20]
caçadores: [02/20]
civis: [01/ilimitados]
lupinos: [01/20]

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 Vampiros - Independentes, Sobre os clãs independentes
O Narrador
Posted: Mar 23 2008, 02:57 AM


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Independentes


Esses membros não possuem seita e, ao invés disso, seguem as diretrizes traçadas pos seus místicos fundadores. os clãs independentes tendem a ser os mais coesos e sociáveis Membros de todos, uma vez que suas obrigações garantem que eles interajam com outros vampiros quase todas as noites.

Antigamente, eles mantinham domínio longe dos refúgios dos restos dos Membros e não participam de revoltas tais como a Inquisição e a Revolta Anarquista. Com o resultado, eles eram raramente vistos e por isso mesmo, eram considerados mais lenda que realidade. Nos últimos anos, isso mudou. enquanto o mundo se retrai e os membros falam de "geopolítica" e "economia global", os clãs da Camarilla e do Sabá encontram suas presas e esferas de influências em conflito crescente com os clãs independentes. Eles cruzam os caminhos da Camarilla e do Sabá cada vez mais, e os clãs da seitas estão começando a perceber que esses clãs neutros possuem influência, preocupações e objetivos maiores do que eles imaginavam.

Obviamente existem clãs que preferem observar as seitas pulares sobre a garganta uma da outra em nome da Jyhad - e decidirem ficar fora. Apesar de certamente possuírem a genealogia verdadeira de clãs (ao contrário de muitas linhagens mestiças que ocasionalmente aparecem), esses clãs independentes compartilham de uma forte aversão quanto à "escolherem um lado" na Jyhad. Evidente que alguns dos mais jovens membros de cada clã podem ser encontrado tanto entre a Camarilla como entre o Sabá. Contudo, os anciões dos clãs independentes planejam em prol de seus próprios objetivos imperscrutáveis, objetivos que seriam retardados por conceitos insensatos como o da submissão às seitas.

Ainda assim, existem rumores de que os anciões dos clãs independentes estão despertos e são mais numerosos do que os de qualquer outra linhagem. Um dos clãs se desfez de uma magia antiga que os mantinha em xeque, provavelmente devido à intervenção direta de seus antepassados. outro clã, o mais jovem entre eles, supostamente tem desfrutado do patronato de seus fundadores desde a Renascença. O terrível e impiedoso Matusalém de um terceiro clã parece estar saindo debaixo das terras com as quais as eras o cobriam e vem convocando suas crianças. E o quarto clã...

Apesar de tais boatos, as crianças de cada um dos clãs independentes continuam suas atividades como se tudo tivesse resolvido, sendo tão leais aos seus clãs como sempre foram. se eles são na verdade peões de seus senhores Antediluvianos, aparentemente ignoram o fato - ou pior, estão totalmente cientes e plenamente de acordo.
O Narrador
Posted: Mar 23 2008, 02:59 AM


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INFORMAÇÕES
Fudador: HAQIM
Até 2800 a.C estava escondido em Akkad. Sua progênie Shulgi era um rei Akkadiano de Ur por volta de 2100aC. Recentemente acordou do torpor, em Alamut (Turquia) e agora, provavelmente, em algum lugar na área do Azerbaijão/Irã/Turquemenistão, na vizinhança de Alamut (o lugar real, não o conselho de Anciões). Controlando seu clã através de filho Ur-Shulgi, que tomou o lugar do Velho da Montanha de Alamut e está punindo os adoradores do Islamismo.

Alcunha: Assassinos

Fraqueza: O clã superou a maldição dos Tremeres sobre o sangue, readquirindo o seu apreciável gosto por vitae principalmente dos outros membros, pois um Assamita se vicia muito fácil do sangue de um vampiro. Até 1998 se um Assamita ingerisse o sangue de um vampiro seria um dano letal para um Membro da família, sendo forçados então a depender de porções químicas de sangue.

Disciplinas: Ofuscação -- Quietus -- Rapidez

HISTÓRICO
Nós somos o mais velho dos clãs - muito mais velhos do que aqueles tolos da Camarilla. Eles ainda não haviam se recolhido em clãs quando os Assamitas nasceram, e sue decantado conselho estava milênios no futuro.

Tudo começou na primeira cidade, que nós chamamos En'esh. Ali, Khayyn cessou suas andanças e criou a Segunda Geração, cujo número era de cinco. Os Kafir falam de três, mas era cinco seu verdadeiro número. Pois foi em En'esh que nosso ancestral Haqim viveu, e onde nós, suas crianças, nascemos. Deixe-me lhe contar sua história...

Haqim era o senhor dos exércitos de En'esh, um grande e nobre guerreiro, amado por seu rei e temido e amado pelo povo. Ele viu como o andarilho Khayyn entrou na cidade com mentiras e submeteu o rei e a rainha à sua vontade. Ele viu, apesar de Khayyn não o saber, como eles foram Abraçados, e como foram ensinados, e ele sabia o grande mal que iria se espalhar a partir deles. Ele sabia que os sacerdotes não poderiam deter esse mal, nem os exércitos, nem as muralhas das cidades, e ficou muito perturbado.

Haqim reuniu consigo certos soldados cujos corações ele conhecia, e eles foram até o rei e a rainha de dia, e os mataram e cortaram suas cabeças, recolhendo o sangue deles em uma taça. Então, com sua própria mão, nosso Ancestral cortou sua própria garganta, e observou seu sangue enquanto ele escorria. Quando o último vestígio de sua força o estava deixando, os soldados deram a ele a taça para beber, e apesar de estar gravemente ferido, ele não morreu.

Certos soldados ficaram com medo, temerosos de que nosso ancestral tivesse sido corrompido como o rei e a rainha haviam sido, mas ele os confortou dizendo: "Não tenham medo, pois meu propósito é verdadeiro, e usarei a força da besta contra ela mesma." E os soldados se alegraram, e livremente doaram seu sangue para que Haqim pudesse viver e se fortalecer.

Naquela noite, Khayyn se levantou de onde dormia, pois estava escondido e os soldados não conseguiram achá-lo. Quando vislumbrou o que tinha acontecido com o rei e a rainha, ele se enfureceu, e caiu sobre os soldados como um djinn, despedaçando seus corpos. Haqim se levantou e lutou com ele; por toda a noite eles lutaram, mas Haqim ainda era jovem no sangue e estava enfraquecido por sua transformação, e Khayyn prevaleceu. Ele sugou Haqim e o jogou na areia. E quando o sol se ergueu, ele fugiu para o seu esconderijo.

Quando ele já havia partido os soldados cobriram Haqim com um manto e o colocaram dentro de um baú, levando-o para longe da cidade. Eles ainda tinham algum sangue do rei e da rainha, e com isso o nosso ancestral foi curado, apesar de por muitos meses ter ficado gravemente ferido. Por um longo tempo eles viajaram, até que chegaram às distantes montanhas onde Khayyn não poderia encontrá-los. Lá eles construíram uma grande e secreta fortaleza do qual chamaram de Alamut, o Ninho da Águia, por ser elevada e forte. Haqim descansou e cuidou de seus ferimentos, e cresceu em força no sangue. Alguns de seus soldados, que ele considerava dignos, ele tornou do Sangue também, e os mandou guerrear com Khayyn e sua prole, para que o mal deles não manchasse a terra.

Pois Haqim sabia que Khayyn iria fazer mais crianças na Primeira Cidade, e ele de fato o fez. Estes foram o três a quem os munafiqun chamam de Segunda Geração. Eles não sabiam do rei e da rainha, pois Khayyn não queria amedrontá-los com sua própria mortalidade, e não sabia que Haqim ainda vivia.

Esta é a verdadeira história de Khayyn, o andarilho, e Haqim, nosso Ancestral, e é o verdadeiro começo de todos nós. Lembrai, ó amados, como nosso Ancestral mandou que suas crianças limpassem o mundo, e como ele colocou nossos pés sobre a Trilha do Sangue.

ORGANIZAÇÃO
Apesar de enfatizarem a hierarquia, os Assamitas não utilizam a coerção dos Laços de Sangue como fazem clãs estruturados de forma similar, como os Tremere. Seus membros aderem rigidamente às regras do clã por uma combinação de lealdade, amor, fé, medo e lavagem cerebral. Esse processo começa antes mesmo deles serem recrutados e continua até a noite em que encontram a Morte Final. O programa de doutrinação Assamita é provavelmente o mais completo jamais criado, e seu sucesso tem sido registrado por milênios.

Do alto do Ninho das Águias, em Alamut, os anciões do clã ainda orquestram os movimento dos Assassinos, mas cada vez mais os Assamitas têm sido despachados por todo o mundo, matando Membros com ou sem contratos ou sanções. Muitas das antigas "regras de compromisso" do clã - tão como a proibição de caçar um oponente que já subpurjou um Assamita - foram descartadas. Para aqueles de fora do clã, parece que os Assamitas estão se excedendo.

Os Assamitas se organizam em unidades similares aos bandos do Sabá, estes grupos são conhecidos como falaqui. Um falaqui normalmente consiste de dois ou três Membros que se infiltram em uma cidade e ali estabelecem uma posição segura. Em uma cidade, os Assamitas realizam atividades comuns a muito dos Membros, mas também enfraquecem seus rivais través de assassinatos seletivos; aparentemente a Sexta Tradição não se aplica a eles.

ESTRUTURA
Como todas as outras coisas, a decisão de Abraçar um mortal é tomada pelo clã como um todo, e não por um membro individual do clã. Os Assamitas desenvolveram um programa de recrutamento que é mais eficiente do que o de qualquer outro clã e assegura que apenas os melhores candidatos sejam Abraçados. Originalmente , o clã apenas Abraçava homens dos grupos étnicos do Oriente Médio e da Índia. A primeira mulher Assamita foi Abraçada em 1746, mas demorou mais 150 anos até que europeus fossem admitidos entre eles. Agora qualquer candidato que demonstrar potencial suficiente pode ser considerado.

Fida'i
Neófitos recém Abraçados recebem o nome de fida'i - "aqueles que se sacrificam" - uma lembrança da sua submissão à vontade do clã. Permanecem no Alamut por mais sete anos treinando seus poderes vampirícos e sendo instruídos nas disciplinas do clã (e em quaisquer outras para as quais eles demonstrem aptidão), e recebendo o segundo nível dos ensinamentos de Haqim.

Rafiq
Os rafiq compõe o grosso do clã. A maioria é composta de assassinos vivendo afastados do Alamut em refúgios próprios ou em fortalezas Assamitas. Tem o hábito de estar permanentemente em contato uns com os outros e usualmente estão cientes de toda atividade Assamita em determinada área, mesmo sendo o clã ser apenas levemente organizado fora dos confins do Alamut. Isto serve para evitar que entrem em conflito uns com os outros e para que nenhum rafiq assuma um contrato sem que mais ninguém do clã fique sabendo, para que, caso ele não volte, investigações possam estabelecer se há motivos para uma vingança. Alguns, contudo, são especialistas, servindo o clã de outras formas. A maioria destes especialistas fica no próprio Alamut, apesar de alguns serem deslocados para fortalezas menores ao redor do mundo para que os rafiq que necessitem de suas Habilidades possam contatá-los rápida e facilmente.

Silsila
São os anciões do clã, Os Guardiões do Sangue. Agem como sacerdotes, instruindo os fida'i na Trilha do Sangue e guiando os rafiq nas pegadas do Ancestral. Qualquer Assamita pode ser escolhido como silsila pelo Mestre ou pelos du'at; isso é uma grande honra, normalmente em reconhecimento a um longo ou excepcional serviço ao clã e aos ensinamentos de Haqim. Os silsila são respeitados por todos, e um deles normalmente age como Castelão para uma base Assamita longe do Alamut.

Du'at
Os du'at são os três membros mais elevados do clã depois do mestre. Servem como um conselho que o assessora e como seus legítimos representantes nos seus próprios campos de interesse: militar, político e mágico. Não existe nenhum conselheiro especialista em filosofia e doutrina, por duas razões: primeira, o Mestre é o líder espiritual dos Assamitas e largamente preenche esse papel por si próprio; e segunda, acredita-se que os ensinamentos de Haqim devem viver no coração de cada indivíduo e não devem estar sujeitos a interpretações por professores.

Mestre
O mestre do Alamut, também conhecido como o Velho da Montanha, é o líder supremo do clã Assamita. Sua palavra tem força de lei sobre os rafiq e está sujeita apenas ao código de Kabbar e aos ensinamentos de Haqim. Ele designa os candidatos para todos os postos de importância dentro do clã, tendo primeiro ouvido o conselho dos du'at.

LINHAGEM
Ainda existem elos muito fortes entre o Alamut e os Assamitas antitribu, porém nem a Camarilla nem o Sabá sabem disso. Os Antitribu tendem a se ver como superiores uma vez que seus membros não tiveram que se submeter ao Tratado de Tiro e não são afligidos pela Maldição; os membros dos antitribu tem grande orgulho do seu título de Inconquistados. Dentro do corpo maior do clã, as atitudes em relação aos antitribu variam. Alguns os vêem como a maior esperança para o futuro do clã, e estão tentando trazer sua liderança para uma maior sintonia com os objetivos a longo prazo do clã. Outros os vêem como pródigos, e temem que as atividades deles dentro da Mão Negra possam levar a outro período de perseguição contra o clã.
O Narrador
Posted: Mar 23 2008, 03:01 AM


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INFORMAÇÕES
Fudador: ENNOIA
Em Uruk e talvez também em Ur em 2800 a.C. Está escrito que ela possuía a cidade de Ur, até sua destruição pelos Setitas, e que Enkidu viveu em Ur, mas o Enkidu histórico foi um amigo do Rei Gilgamesh de Uruk. Nós também sabemos que Urlon de Uruk foi um Gangrel ou um Brujah. Atualmente possa está em torpor ou vagando pela África. Há uma criatura muito poderosa lá que não se sabe o que (ou quem) é.

Alcunha: Animais

Fraqueza: Por estarem próximos a besta interior à medida em que eles sucubem a ela, deixam marcas em seus corpos. Toda vez que um Gangrel entra em estado de frenesi, ganha uma características animalescas.

Disciplinas: Animalismo -- Fortitude -- Metamorfose

HISTÓRICO
Nós caminhamos pela terra tempo suficiente de saber julgar o certo do errado, o bem do mal, ou qualquer outra coisa que pensemos. Somos para muitos os que chamam de forasteiros, mas a nossa vida é de peregrinação. No nosso sangue corre não somente a força dos lobisomens, mas também a vontade e a astúcia dos ciganos. Nossa história vem de muito tempo, o tempo em que Adão e Eva já existiam no paraíso, e com ele a idéia de uma vida boa e tranqüila. Nós conseguimos manter um bom relaciona-mento com os lobisomens e os ciganos por sermos na verdade uma mesma família, somos carne da mesma carne e sangue do mesmo sangue, temos apenas um ancestral em comum, e é ela que nós dá a força suficiente para vivermos até os dias de hoje.

No começo dos tempos quando Deus criou Adão, ele fez para ele uma esposa, seu nome não é Eva como todos pensam, era sim Lilith. Criada do mesmo barro que Adão, Lilith se demonstrou, feminista demais para permanecer ao lado daquele que Deus escolhera para ela ficar, e Adão se queixando disso a Deus, fez com que Lilith fosse expulsa do jardim o éden, para nunca mais voltar. Foi então que Deus tirou do próprio corpo de Adão, sua costela e com isso Eva nasceu para servir os desejos de Adão. Lilith então partiu, para a floresta que estava fora do jardim do éden, mas Lilith não ia sozinha, para fora do Jardim, ela levava em seu ventre vidas que mais tarde descenderiam a nossa espécie. Lilith pariu sozinha na floresta, sob os cuidados de uma equipe médica um tanto quanto diferente, esta equipe era formada por apenas animais. Sim, os grandes predadores, que naquela época não sabiam seus nomes ou se eram predadores ou presas, estavam ajudando aquela que fora expulsa do paraíso, eles nada fizeram com Lilith apenas a ajudaram.

Eram cinco os animais que ajudaram Lilith, a partir das 4 crianças que estavam em seu ventre. Cada criança fora dada para um dos animais, sendo a primeira criança para a um Urso, a segunda para um Lobo, a terceira a um Tigre e a quarta criança a Serpente. Infelizmente esta criança da serpente nascera morta e por isso a serpente fora embora junto com o quinto animal que é apenas descrito como "fera". Cada animal levou as crianças para serem criadas da forma que eles desejavam. Estas crianças tornaram-se ancestrais dos zoantropos, os quais chamamos de Lupinos ou Lobisomens. Uma das filhas de Lilith, cujo nome chegou a nós como Ennoia, foi criada pelos lobos. Até mesmo depois que os lobos souberam que eram carnívoros e passaram a se alimentar de outros animais, continuaram cuidando dela como se fosse um membro de sua matilha.

Quando Ennoia cresceu, ela tomou o lobo mais forte da matilha como seu marido e deu-lhe muitos filhos. Alguns foram como ela humanóides, outros eram como o pai e corriam livres como ele. Mas ainda sim dentro de cada um deles existia a semente do outro fazendo assim a existência dos Lupinos como nossos ancestrais. Os tempos passam e Ennoia fica cada vez mais insatisfeita com a sua vida, e deixa a matilha para viajar pelo mundo imortal como seus pais, ela vagou sozinha por muitos anos, finalmente chegando a uma cidade erguida pelos seus meios irmãos, os descendentes de Adão e Eva. Sua grande beleza e natureza ligeiramente mundana fizeram com que ela fosse bem recebida em Enoch. Ela residiu na primeira cidade por muito tempo, até que numa série de incidentes semelhantes aos que muito mais tarde envolveriam Helena de Tróia, ela se tornou fonte de discórdia, nesta proto-cidade. Por fim Lilith re-solveu partir, mas não antes de dar filhos a muito de seus amantes. São destes filhos que Lilith deixou na primeira cidade que descendem os ciganos. Mais uma vez ela vagou pelo mundo, sozinha como uma forasteira, como uma nômade ou se preferir como uma cigana. Em qualquer lugar que ela parava, sua presença causava discórdia e ela era expulsa.

Finalmente, muito depois de seu sangue ter se misturado ao dos filhos de Adão e Eva, ela encontrou um dos filhos de Caim, que a convenceu a retornar a Enoch, a primeira cidade. Ela não poderia satisfazer os próprios apetites, mas isso tinha pouca importância, pois ela provou ser interessante de outras formas. Em sua paixão um pelo outro, não tardou muito até que ela fosse abraçada.

É dela que descendem todos aqueles que são conhecidos como forasteiros. Os Gangrel. Com ela aprendemos a língua dos animais, e como mudar nossa forma para nos assemelharmos a eles, para que possamos defende-los e usarmos de suas habilidades para nosso próprio fim. Dela também obtivemos nosso licença parra correr o mundo em liberdade. Assim como a árvore genealógica dos Lupinos tem o seu ápice nos dias em que Lilith respirava, nós podemos marcar nossa origem no momento em que ela bebeu do sangue de um vampiro e parou de respirar. Mas nós lembramos, embora os nossos meio-irmãos, Lupinos já tenham esquecido, que possuímos uma mãe em comum nos dando força para sobreviver no mundo que nos assola hoje em dia.

O clã é o único conhecido cujo seu fundador ainda esteja preocupado e ocupado com o bem de sua progênie. Sua preocupação com eles compara-se apenas a atenção que dedica a seus antecedentes mortais, os ciganos, embora muitos antediluvianos usem sua progênie como peões na Jyhad, os Grangrel orgulham-se de estarem livres de tal manipulação. Há um forte vinculo entre seu clã e os ciganos. Nos últimos anos, a medida que a Gehenna se aproxima, sua interação tem sido considerável. Os Grangrel são conhecidos por tomar a forma animalesca quando entram em frenesi.

ORGANIZAÇÃO
Os gangrel são vampiros selvagens que possuem traços e tendências animalescas. Permanecendo raramente em apenas um lugar, os gangrel são viajantes nômades, que só ficam satisfeitos quando estão sozinhos sob o manto negro da noite. Seu criador foi, segundo boatos, um bárbaro; ao contrario dos outros clãs, e por este motivo, os gangrel freqüentemente abraçam estranhos. Distantes, indiferentes e selvagens, os gangrel costumam ser indivíduos trágicos; apesar de odiarem as cidades demasiadamente populosas e apertadas, a presença de lobisomens nada amistoso impede que muitos gangrel fiquem livres de seus confinamentos. Os vampiros gangrel parecem ajudar a Camarilla simplesmente porque ela se mete menos na suas não vidas do que o Sabá. Entretanto, alguns membros do clã acham que a liberdade seria melhor do que seus envolvimentos sem importância com a Camarilla, e a manutenção do clã como membro da seita é incerta.

Os Gangrel não têm nenhuma organização concreta da qual se falar. Os vampiros de idade avançada e de grandes feitos recebem respeito, apesar dos mais jovens não se submeterem de forma alguma. Os Forasteiros se encontram em reuniões chamadas "Encontros"; nestes festivais, os vampiros dançam, festejam e contam histórias de suas viagens. As disputas entre os Gangrel são normalmente resolvidos através de rituais de combate até o primeiro ferimento ou até a rendição; apesar de selvagens, estas lutas raramente terminam com a Morte Final do perdedor. Os Gangrel normalmente caçam sozinhos, apesar de ocasionalmente dois ou mais deles se unirem em círculos (um "bando" ou "malta").

ESTRUTURA
De todos os vampiros, os Gangrel são talvez os que mais aproximam de sua natureza interna. Este nômades solitários desprezam a repressão da sociedade, preferindo o conforto de áreas selvagens. Não se sabe como eles evitam a fúria dos lobisomens; talvez isso tenha algo a ver com o fato dos Gangrel também serem Metamorfo. Quando um mortal fala sobre vampiros que se transformavam em lobos ou morcegos, ele provavelmente está falando de um Gangrel.

Como os Brujah, os Gangrel são guerreiros ferozes; mas ao contrário dos Brujah, a ferocidade de um Gangrel não é proveniente da fúria anárquica, mas sim do instinto animal. Eles estão entre os Membros mais predadores e amam se envolver na excitação de uma caçada. Os Gangrel têm um apurado entendimento sobre a Besta em suas almas e preferem passar suas noites entre os animais a quem eles tanto se assemelham. De fato, os Gangrel são tão ligados à Besta que após se entregarem ao frenesi, alguns traços animalescos freqüentemente aparecem em seus corpos.
O Narrador
Posted: Mar 23 2008, 03:02 AM


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Fudador: AUGUSTOS GIOVANNI
Em Uruk e talvez também em Ur em 2800 a.C. Está escrito que ela possuía a cidade de Ur, até sua destruição pelos Setitas, e que Enkidu viveu em Ur, mas o Enkidu histórico foi um amigo do Rei Gilgamesh de Uruk. Nós também sabemos que Urlon de Uruk foi um Gangrel ou um Brujah. Atualmente possa está em torpor ou vagando pela África. Há uma criatura muito poderosa lá que não se sabe o que (ou quem) é.

Alcunha: Necromantes

Fraqueza: O beijo causa uma dor excruciante aos mortais que o recebem, normalmente matando a vítima de choque antesque a pobre alma tenha a chance de morrer pela perda de sangue.

Disciplinas: Dominação -- Necromancia -- Potência

HISTÓRICO
Nenhum outro clã é mais dedicado a manter uma família que os clã Giovanni. Segundo a lenda, o fundador do clã quis aumentar seu poder abraçando uma confraria de necromantes venezianos. Só que esta confraria era na verdade uma família muito unida que nutria um forte interesse em religiões mediterrâneas. Estes eram os Giovanni. A retribuição dos Giovanni ao seu senhor foi presenteá-lo com sua própria morte. Assim como todos os seus outros descendentes, após serem perseguidos por muito tempo devido a tal ato de horror, os Giovanni fizeram um pacto com a camarilla, prometendo manter-se em paz, quietos e longe da política da Camarilla. aparentemente o clã mantém tal voto.

Cada integrante deste clã também é um membro da família Giovanni. Segundo uma tradição antiga, os membros Abraçados são sempre da mesma família. Três indivíduos de cada geração são escolhidos durante a infância para serem Abraçados quando estiverem prontos. Como todo Giovanni é parente de sangue, eles são extremamente leais uns aos outros. O clã Giovanni é um dos mais rigidamente controlados, e os membros do clã mantém contato constante entre si. O clã ainda é regido com mão de ferro por seu patriarca, Augustus Giovanni, líder original da Confraria. Augustus Giovanni aceitou o abraço mais de 900 anos atrás no decadente templo Cappadocian em Erciyes, sob os olhos observadores do Antediluviano, seu lacaio Japeth e alguma puta chamada Constância. Augustus tomou o sangue contra os desejos daqueles puxa-sacos bonitinhos, que tentaram derrubar tudo desde o princípio. Na verdade, alguns suspeitam que foi uma maldição sussurrada por Japeth que deu ao nosso Beijo seu efeito mortal, e não o sangue daquela prostituta Lamia.

De todo jeito, nós pegamos o melhor do acordo, porque nós continuamos tendo nossas não-vidas até esta noite. Uma vez que Augustus percebeu que Cappadocius havia perdido sua sanidade (Jesus Cristo, o cara queria se tornar Deus - eu digo que nós fizemos um favor ao mundo, você sabia?), ele discutiu com o seu filho Claudius o que devera ser feito. Cappadocius tinha que morrer, pois o mundo encararia repercussões sérias se ele completasse sua busca.

Uma noite a bosta veio abaixo, e Augustus sabia que não poderia esperar mais. Eu tenho certeza de que você ouviu falar dos Fundadores - aqueles sacos de pus meio importantes que criaram a Camarilla. De toda forma, os Fundadores entraram no conflito com algum grupo de miolo mole conhecidos como a Conspiração de Isaac. Enquanto isso ocorria, Augustus tinha preparado para que Claudius e os Conspiradores fossem a derrota para os Fundadores - enquanto eles estavam preocupados em derrubar a Conspiração, Augustus poderia entrar e massacrar Cappadocius, e ninguém poderia sacar isso até ser tarde demais.

Pra resumir, não funcionou dessa forma. Augustus deu as caras em São Timóteo, e quem estava lá? Os malditos Fundadores, e estavam muito transtornados com essa demonstração vulgar de traição (eu só posso imaginar aquele Sangue Azul pomposo do Haderstadt agitando seu dedo como se fosse a mãe de alguém). O fato da presença deles não ter feito Augustus parar de beber Cappadocius, são assuntos complicados, e fez as coisas ficarem um pouco mais difíceis para nós, Giovanni, depois de tudo.

Originalmente uma linhagem de cães de guarda dos Cappadocian, os Lamia acompanharam seus parentes Ladrões de Túmulos para o esquecimento quando nós erguemos uma cruzada contra elas. Em uma grande gesto de desafio, o próprio Augustus Giovanni diablerizou a Lamia, ainda que pareça que elas riram por último. Este Beijo da Morte grudou em Augustus depois que ele saciou a sua sede com a líder "hereditária" da linhagem, Lamia (qualquer uma de suas sumo-sacerdotisas eram conhecidas como Lamia, veja você). Desde então, praticamente todo Giovanni trazido pelo abraço têm carregado o Beijo, que causa uma dor excrucicante em qualquer um que nós nos alimentamos.

Alguns dos Vampiros mais escatológicos (a maioria deles estão fora do clã Giovanni, veja você) acredita que foi a maldição de Japeth Cappadocius que causou o Beijo da Morte, mas isto é discutido freqüentemente. Afinal, se foi esse o caso, não poderia ter se manifestado quando a maldição foi posta?

ORGANIZAÇÃO
Augustus considera seu controle sobre a linhagem semelhante ao possuído por um príncipe sobre uma cidade, e exige que aqueles abaixo dele respeitem a Lei da criação : sua permissão precisa ser obtida antes da dádiva do Abraço Giovanni ser concedida a qualquer um. Quando são ainda crianças da noite ou alguns até mesmo quando viram neófitos eles podem ser capos que são o mesmo que guarda costas de seus mestres.

Os vampiros dessa clã são mercadores, especuladores e investidores que passam a maior parte de suas noites em arranha-céus, manipulando seus vastos bens. Negociar almas tem feito esse clã acumular uma desproporcional quantidade de poder, enquanto negociar no mundo financeiro os torna cada vez mais ricos. Outros membros são avessos em confiar nos mercenários Giovanni, que parecem usar a influencia que possuem para um fim desconhecido. Parte da insalubre reputação dos Giovanni emana do fato de serem um clã restritivo, que recruta quase todos os membros da incestuosas família mortal. Eles passam o restante de suas noites em criptas e mausoléus executando seus rituais sombrios e mórbidos.

ESTRUTURA
Os afazeres do clã Giovanni são tratados em Veneza, em um grande loggia conhecida como Mausoléu. Como era de se esperar, num clã que possui uma estrutura familiar, incestos, necrofilia, bajulação, adoração de antepassados e culpas cuidadosamente cultivados compõem os traços desta família; quando a maioria dos Membros Giovanni é Abrançado, eles já viram o suficiente para se acostumarem com as excentricidades da existência como morto-vivos. A não-intervenção do clã na Jyhad permite que seus membros se concentrem em seus próprios objetivos e aperfeiçoem seus conhecimentos da Necromancia. Conta-se que o Antediluviano Augustos Giovanni, ainda mantém o controle direto sobre o clã, apesar de ninguém de fora do clã tê-lo visto nos últimos 400 anos.
O Narrador
Posted: Mar 23 2008, 03:04 AM


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Fudador: ---
Destruído pelos Tecnocratas e os Kuei-Jin logo depois de acordar.

Alcunha: Enganadores

Fraqueza: por algum tipo de truque, travessura ou farsa, seja ela o jogo, a mentira, o roubo, a chantagem ou até mesmo assassinatos inteligentemente planejados.

Disciplinas: Animalismo -- Fortitude -- Quimerismo

HISTÓRICO
Descendentes dos ciganos e de seus ancestrais na Índia, onde ele inspirou muitas lendas de demônios ilusionistas e letais vampiros trapaceiros. Os Ravnos que vieram para o oeste com os Ciganos eram meramente uma gota da poderosa fonte, uns poucos pobres parentes andando longe de casa. A Índia também está na margem da esfera de influência vampírica dos Cataianos. Os misteriosos Cataianos, que se chamam "Kuei-jin", tem combatido os Ravnos por milênios sobre o direito de existir na margem oeste do Reino Médio.

Primeiramente, eu acredito que o Ravnos, como referido no Livro do Clã Ravnos, é Dracian, da segunda geração. É dito no CbR que Ravnos foi abraçado pelo próprio Caim (Kaen), e que ele então abraçou Ennoia, que é de 3ª geração. Ennoia é Deanna, a mãe de todos os ciganos (do WoD Gypsies). Dado que vampiros vivem para sempre e ciganos são somente mortais, as estórias vão divergir um pouco com o tempo. Sarrath deve ter sido seu filho, não seu irmão (como em WoD Gypsies), por isso Ennoia foi a mãe dos Garou bem como dos ciganos (CbG). E o tio do Ravnos era um Peregrino Silencioso (Criança de Sarrath) que fundou a família de Lupinos ciganos, e como ciganos todos eles eram descendentes de Ennoia/Deanna.

Agora quanto Ravnos/Dracian. O novo Storyteller's Handbook diz que os Ravnos são descendentes de Dracian. Agora Dracian era Segunda Geração, isso é muito bonito. O garoto "Ravnos" referido no WoD Gypsies deve ter sido uma das crianças de 3ª geração de Dracian (outro sendo Ennoia/Deanna, e é desconhecido se haviam outros, mas CbR diz que Ravnos (Dracian no caso) abraçou muitas vezes, assim pode haver muitos Antediluvianos Ravnos, mas isso é outro assunto). Portanto Ravnos do Livro do Clã Ravnos é Dracian do WoD Gypsies, e "Ravnos" do WoD Gypsies é provavelmente Ravana que foi destruída em Bangladesh, ou possivelmente outro Ravnos de 3ª Geração, se houve qualquer outro que tenha sobrevivido este período ou mesmo se havia qualquer outro.

Também, de acordo com os Fragmentos de Erycies, haviam 6 da Segunda Geração (os outros 3, para minha melhor suposição, era Ravnos/Dracian, e o Rei e a Rainha de Nod, que Haqim matou, e com aquele sangue ele se abraçou). Também, na profecia da morte de Ravana, ela refere ao Nômade (Wanderer), terceiro Filho de Caim, cujos descendentes destruíram-se em loucura.

Portanto, para concluir, Ravnos era Dracian, da 2ª Geração, ele abraçou sua amante, Ennoia, ou seja Deanna, mãe dos Garou e dos ciganos. Ele também abraçou Ravana, e possivelmente outros. Ennoia era do Clã Ravnos até Caim manda-la embora por orquestrar a morte de Ravnos/Dracian (embora de acordo com WoD Gypsies ela não estava envolvida) nas mãos do resto da terceira geração, que governavam a Segunda Cidade. Ela fundou então o Clã Gangrel.

O Clã Ravnos veio originalmente da Índia, onde ele inspirou muitas lendas de demônios ilusionistas e letais vampiros trapaceiros. Os Ravnos que vieram para o oeste com os Ciganos eram meramente uma gota da poderosa fonte, uns poucos pobres parentes andando longe de casa.

A Índia também está na margem da esfera de influência vampírica dos Cataianos. Os misteriosos Cataianos, que se chamam "Kuei-jin", tem combatido os Ravnos por milênios sobre o direito de existir na margem oeste do Reino Médio. Os Ravnos passaram mal nas últimas décadas. No desespero, eles tomaram uma página do livro de estratégia do Sabá e Abraçaram vários exércitos de neófitos para lançar contra os Cataianos invasores. Os sobreviventes geralmente criavam grandes e custosas proles por conta própria.

No ano passado, este processo resultou nos Ravnos criando grandes números de vampiros de sangue fraco...e, mais importante, na Morte de grandes números de Cainitas, sangue-fraco ou não.

A mera presença de hordas de vampiros de sangue fraco significa nada. Os anciões que acreditavam que eles causariam a Gehenna estão iludidos. Porém, grande número de vampiros na Morte Final, acelera a Gehenna. Eles perturbam o sono de antigos Matusaléns e Antediluvianos. Vampiros de sangue fraco morrem tão facilmente quanto se tornam vampiros. (sim, os Príncipes da Camarilla que pensam que eles podem prevenir a Gehenna exterminando as Últimas Gerações estão causando o próprio evento que temem).

Primeiro, vários Matusaléns Ravnos despertaram, incomodados de seus frios torpores pelo incessante conflito dos vampiros guerreando na superfície. Isto ajudou o clã: Uma vez que os antigos vampiros saciaram sua fome (evidentemente, sobre outros vampiros Ravnos), eles tornaram, relativamente, pequeno o trabalho dos Kuei-jin Indianos. Então, o Antediluviano Ravnos desperta, cheirando a vitae derramada... de Matusaléns. Quando vampiros envelhecem, eles devem se alimentar sobre sangue cada vez mais potente

Primeiro, o sangue de animais não os sustentavam mais. Após vários séculos, somente a vitae de outros vampiros podem satisfazer suas sedes. Os verdadeiros Antediluvianos têm mais de 10 milênios. Eles passaram o estágio da "Sede Matusalém" há muito tempo.

O Antediluviano devorou completamente seus filhos e netos, ou meramente destruiu suas mente, transformando-os em vasos de vitae sem alma com nenhuma vontade própria? Isso não importa na Índia, a Gehenna começou antes do planejado.

O poder furioso de um Antediluviano ativo ecoou ao redor da Terra. Por todo o mundo, psíquicos, videntes e lunáticos sentiram o Antigo acordar, mesmo que não tivessem qualquer idéia do que estava realmente acontecendo. O Antigo amaldiçoou o sonho de todos na Terra, distorcendo-os em pesadelos, mas algumas pessoas, vivas ou morto-vivas, não podiam escapar nem acordando.

Outras forças sobrenaturais e principados também notaram e convergiram sobre o Antediluviano. Eles juntaram a batalha na região onde Ravnos da Índia e Cataianos da Indochina se encontravam: as planícies alagadas de Bangladesh.

Três dos mais velhos e poderosos Cataianos (conhecidos por seu povo como Bodhisattvas) atacaram o Antediluviano. Um dos três criou um furacão tanto como arma quanto defesa. As nuvens espessas obscureceram a luz do sol, permitindo aos vampiros lutar durante o dia. Os Bodhisattvas também usaram seus poderes para abrir fendas para dentro dos mundos espirituais desconhecidos para a maioria dos vampiros ocidentais. Esta tática causou uma segunda tempestade, uma tempestade sobrenatural de mundos em colisão. A batalha ecoou através de todos estes mundos, os mundos dos sonhos, dos espíritos, dos demônios e dos mortos.

O maior e mais poderoso grupo de feiticeiros do mundo também tomou parte na batalha. Estes magos usam mágika na forma de tecnologia para estimular essa tecnologia e proteger os humanos normais da ameaça do sobrenatural.

A super-ciência dos mágicos identificou os vampiros como as mais poderosas entidades na tempestade infernal, assim eles tentaram usar a luz do sol contra os Membros e Kuei-jin. Quando eles não puderam partir as nuvens para refletir a luz do sol na batalha, os feiticeiros trouxeram sua arma mais poderosa para dentro da tempestade infernal: bombas de nêutrons, construídas para projetar uma radiação letal para seres sobrenaturais.

Eles explodiram. As bombas destruíram todas as criaturas sobrenaturais exceto o próprio Antediluviano, mas as bombas, um dia e uma noite de batalha com os Bodhisattvas tinham enfraquecido o Antigo bastante que, quando as nuvens de tempestade partiram, os raios de sol refletidos destruíram o antigo Cainita numa realização de uma maldição Bíblica de Deus.

Naquele momento, a maior parte dos Ravnos no mundo ficou loucos, lançados nas garras da Besta pelo repentino coice de ódio que banhou toda a linhagem do Antigo caído. Parecia que a profecia soou verdadeira, a Terceira Geração realmente queria destruir seus filhos traiçoeiros. Os Ravnos através do globo sentiram uma fome insana e insaciável pela vitae um do outro. Quando a loucura assassina passou várias noites depois, muito poucos Ravnos restaram, talvez uma centena em todo o mundo, com nenhum ancião poderoso. Num só golpe, os Ravnos foram obliterados.

ORGANIZAÇÃO
A maioria dos Ravnos não confia em ninguém, nem mesmo em seus próprios companheiros de clã, mas trabalham juntos quando necessário para realizar uma trapaça, roubo ou enfrentar um inimigo estrangeiro. Eles freqüentemente fazem juras grandiosas de lealdade uns aos outros, apesar de nenhuma das partes esperar muito dos votos realizados. Os recentes despertos anciões do clã, contudo, estão começando a contatar Ravnos de vários continentes. Apesar da estrutura tipicamente caótica do clã ainda não ter o sofrido mudança concretas, pode ser somente uma questão de tempo antes da vontade dos Anciões se manifestar através dos jovens Ravnos.

ESTRUTURA
Os Ravnos levam suas não-vidas como nômades. Como os ciganos, os Ravnos são rejeitados por causa de sua reputação de ladrões e vadios. Muitos príncipes e lideres do Sabá os perseguem devido ao caos que parece seguir esses Membros. Os Ravnos retribuem o desprezo que recebem da Camarilla e do Sabá da mesma forma. Eles também são conhecidos por suas habilidades em criar incríveis ilusões para enganarem suas vítimas. Recentemente, os movimentos dos Ravnos se tornam mais excêntricos que o usual; circulam rumores nas cidades da Europa e da Ásia, contando que os Matusaléns do clã teriam despertado de seu torpor e por isso estariam dirigindo os jogos de suas crianças.

O clã compartilha muitas características do clã Gangrel mas não há clã do qual se divirjam mais. Os gangrel são solitários, os Ravnos adoram companhia; os Gangrel são combativos, os Ravnos evitam confrontos físicos direto; os Gangrel são honestos e justos, os Ravnos são mestres da brincadeira e do logro. A similaridade mais obvia entre os dois clãs são que ambos são nômades. Poucos Ravnos pensariam em ficar numa cidade por um longo período de tempo. Aqueles que se adaptaram ao estilo de vida urbano mudam de refúgio regularmente, jamais permanecendo por mais de um mês. Realizar furtos e pregar peças são os aspectos mais comuns ao estilo de vida dos Ravnos.
O Narrador
Posted: Mar 23 2008, 03:05 AM


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INFORMAÇÕES
Fudador: SUTEKH
Provavelmente em torpor no Egito, talvez nas terras dos Peregrinos Silenciosos ou que tenha despertado e escondido no Egito. Mas nada é revelado sobre sua forma atual.

Alcunha: Serpentes

Fraqueza: Como criaturas das trevas ancestrais, tem severa alergia a todos os tipo de luz, principalmente a solar.

Disciplinas: Ofuscação -- Presença -- Serpentis

HISTÓRICO
Vindos originalmente do Egito, os serpentinos Setitas veneram o de us morto-vivo Set, servindo-o em todas as suas realizações. As lendas nomeiam Set, ou algumas vezes Sutekh, como fundador do clã. No Egito Antigo, ou assim eles dizem, Set era um grande guerreiro e caçador. Ele vagava pelas noites do deserto como uma fera e tornou-se adorado pelos mortais como o deus da noite. Ele aceitava essa adoração e desfrutava do respeito dos seus colegas Cainitas. Mas eventualmente ele foi expulso.

Aqui as histórias se tornam confusas; alguns dizem que Hórus o derrotou, outros contos narram que Set era um Antediluviano - ou talvez alguém ainda mais poderoso - que se auto-consagrou como deus entre os egípcios. O poder de Set era inquestionável até que ele foi desafiado por um ser chamado Osíris - a que alguns chamam de vampiro e outros de algo mais, resultando em séculos de guerra até que Set foi finalmente expulso do Egito, em direção as trevas. Foi da escuridão que o Sábio e antigo Set começou o seu zeloso domínio. jurando restabelecer seu reino, mas desta vez um reinado das trevas. Seguindo suas pegadas estão suas crianças da noite.

Set desapareceu em 33d.C, prometendo retomar algum dia para seus seguidores. Os Setitas portanto trabalham para fazer o mundo um local adequado para o retorno do seu mestre. Os Seguidores de Set misteriosamente referem-se a si mesmo de "clã primogênito". Alguns dentre as Serpentes sugerem que Set foi jogado a escuridão antes mesmo de Caim receber sua maldição. Até agora, eles têm desfrutado de um sucesso moderado. Trabalham de forma maliciosa.

Os Setitas parecem ter a intenção de "corromper" os outros, subjugando vitimas em armadilhas feitas de sua própria fraquezas, mas o porquê ninguém sabe. Outros membros os desprezam, e por isso eles não possuem aliados. Contudo, muitos vampiros os procuram, por possuírem dons enigmáticos e segredos das noites ancestrais. Inevitavelmente, o pecado e a humilhação seguem os rastros dos Setitas, e muitos príncipes se recusam de permitir a entrada deles em suas cidades. alguns propósitos sinistros une os Seguidores de Set, e eles são um dos clãs que parece ter um contato sólido com o seu fundador. A dos membros acertadamente teme esses vampiros, pois a simples presença deles é o bastante para levar outros membros ao caminho da perdição.

ORGANIZAÇÃO
Diferentes dos Cainitas europeu, os Seguidores de Set não baseiam a sua identidade como Vampiros, ao invés eles se distingue simplesmente como crias do Deus Negro.

Enquanto eles têm que beber sangue para sobreviver e evitar a luz do dia como qualquer Cainita, os Setitas vêem isto como uma conseqüência natural da sua existência dupla e não como um indicador da sua origem em comum com os vampiros ocidentais. Para os Setitas, qualquer ser cujas energias existem simultaneamente em ambos os mundos tem que seguir certa restrição para sobreviver. Cainitas tem que alimentar como eles fazem, dormir como eles, mais eles têm muitos poderes diferentes e características físicas completamente distintas.

Diferente do resto da família, eles acreditam que os vampiros são descendentes ou crias dos espíritos que foram soltos no mundo quando Rá conquistou a vida após a morte e arruinou o Maat. Um Cainita que tenta estabelecer relações ou pedir ajuda a um Setita baseado na suposição de uma origem em comum, será recebido com escárnio ou mesmo zombaria.

Os Seguidores de Set, se recusam a discutir as profecias do seu Deus com estranhos, entretanto rumores persistem de que pelo menos uma coleção escrita, em couro, que supostamente reside na fortaleza do Templo de Acre. É dito que Acre é um anátema aos vampiros devido a sua potente aura de Fé Verdadeira, assim esta coleção permanece apenas um rumor.

ESTRUTURA
Individualmente, os Setitas agem de forma bastante semelhante aos outros vampiros, mantendo rebanhos, adquirindo poderes de seus rivais - o clã tem uma maneira darwinista de encarar as coisas, mesmo dentro da própria hierarquia. Comunalmente, contudo, os Serpentes normalmente se organizam em templos onde possam trocar conhecimentos e praticar seus ritos.

Rumores relatam que em algum lugar da África exista o Grande Templo de Set, o lugar onde habita o Hierofante Negro do clã. Dizem que este Matusalém é o mais poderoso dos filhos diretos de Set e o primeiro vampiro a ser Abraçado pelo clã; se os rumores estiverem corretos, seu conhecimento não tem igual e o seu controle sobre o clã é absoluto.


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