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Trama
TO EDIT__ .

Cronologia ON
Ano: a decidir

Mês: a decidir

Estação: Outono

Metereologia: Tempo úmido, brisas suaves

Ações: EDIT_

Estatísticas OFF
Data de ativação do fórum: __/__/2008
Atualizações: EDit_

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Este RPG online é baseado em livros que retratam a Idade Média. Todos os direitos reservados
A trama oficial do fórum e os personagens que dela descendem são uma criação de Thi, Bella, Millàh, Dêssa, Tety, Renato & Carol. Design e códigos por Bella, Carol e Thi.
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Expectro Patronum - RPG Online©
 


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 O Trêm
Wolf Heckcles
Posted: Feb 21 2008, 06:50 PM


Monitor
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Group: Sonserina - 7º ano
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Narração
Pensamentos
-Falas
-Falas de outros


:.:.Estação:.:.
Três bruxos transitavam pela estação King Cross com exagerada onipresença que era impossível não se sentirem intimidados por aqueles olhares ferrenhos e desordeiros. A família era conhecida, cultuada por muitos devido a sua avareza e ostentação. Não tinham receio de mostrar ao mundo a pureza que seu sangue, o poder que seu nome exercia naquela comunidade e no Ministério da Magia. Sim... Eles são realmente poderosos. Uma só palavra deles e seus inimigos poderiam comer o pão que o diabo, em uma festa calorosa com eles, preparou.
O menino estava altivo querendo por um resquício de loucura se assemelhar ao seu pai que segurava de modo firme e másculo a mão alva de sua esposa. Atrás vinham os servos, dois elfos carregando com tamanha dificuldade as malas do jovem Wolf que se fossem interceptados por alguma criatura seriam incapazes se sequer pronunciar algumas vogais de tamanho que era seu cansaço. Seus olhos estavam esbugalhados de um modo grosteco, peculiar a essa espécie, suas roupas fétidas gladiavam com a imundície de seus corpos e seus donos nem ao menos se importavam com seus sofrimentos. Para eles de nada adiantou a estupenda aparição dos quatro olhos com a testa rachada. A sua vida nada mudou.
Os três bruxos pararam de fronte ao trem que levaria o jovem Wolf de volta a sonserina. Enquanto alguns alunos se perdiam nos abraços calorosos de seus pais, esse aqui tinha toda a sua soberba humilhada pelos olhares de seu pai que ao invés de palavras saudosas lhe transmitiam importantes avisos:


-Não me decepcione Wolf, não me venha com apresentações reles daquela Instituição, nossa família nunca se misturou a mestiçagem por mais em números que agora eles são, trate-os como merece e se for necessárioarqueou a sombracelha em sinal de indignação do que viria a falar junte-se a eles para depois os destruírem. É assim que um verdadeiro sonserino e lider deve agir. Sempre a espreita, desconfiante, malicioso, abusador das mais singelas situações. E quanto as suas notas, trate de melhorá-las, não quero ter um filho sujeito a ordens trabalhistas de ninguém. Somos superiores a tudo isso aqui.
Agora vá.


Afastou-se do garoto indicando com a cabeça a entrada onde ele deveria entrar. Até nisso Gregory Heckcles ordenava ao seu filho. Cada movimento, pensamento e ações eram milimetricamente comandáveis a mão de ferro. O garoto era simplesmente uma marionete nas mãos de seu pai, e aos poucos ia imergindo num lamaçal de sentimentos obscuros que um dia iria esbravejar feito leão faminto por carne. Sempre é assim... as crias se rebelam e o ciclo na vida se inicia. Um elo sem fim. Gerando criaturas que rastejam entre o céu e o inferno, uns refinados patifes, com mais pecados do que inteligência para transmitir.
Wolf viu os elfos depositando suas malas no trem e olhou para seus pais e por um momento seus olhos azuis se cruzaram com o desconhecido de sua mãe.


-Eu preciso de um pouco de conforto assim como você - aproximou-se do filho - entre e descanse, a viagem é cansativa. Veja, seu amigo Garland com sua irmã se aproximam.
Cumprimentou o garoto e juntamente com seu esposo partiram em retirada.

-x-
Trem


Enquanto os dois entraram na cabine, iam trocando algumas palavras que as férias impediram. Wolf tinha ido para Búlgaria com sua família, assim, Sean ficou sem contar as peripécias que cometera naquele verão. As muitas e muitas artes que havia desenvolvido. Tinha um ar de superioridade e cada palavra expelia a personalidade forte daquele sonserino. Tudo mantinha-se na superficialidade das conversas sonserinas. Wolf se entertia contando também que havia feito muitas "amizades" naquele novo país, entre as quais filhos de políticos renomados e poderosos. Um se gabava mais que o outro, algo impossível para uma lufana se ouvir, ainda mais entremeada a olhares fulminantes que Wolf lhe lançava parecendo um animal selvagem querendo devorar sua presa com lascívia, soltando por hora sorrisos escanteados maliciosos enquanto seus dedos tilintavam pelo sofá da cabine.


-É...Bom, meninos, a conversa está ótima, mas eu vou dar uma volta por aí, ok?
A lufana que ele ouvira falar muito em Hogwarts e que também se intitulava redatora, sendo que não era capaz, aos olhos de Wolf, de escrever uma palavra de nexo sequer. Idealista por demais, utópica ao exagero, uma realmente perda de tempo para humanidade ter que compartilhar o mesmo ar com ela.
Saiu levando seu malão, pelo jeito não tinha a mínima intenção de voltar!

-Ainda bem!
Wolf parou de tilintar seus dedos e levantou-se para pegar algum objeto de valor em seu malão, como os muitos que ele gostava de exibir por toda Hogwarts.
-Não sei como que permitem esse tipo de ser freqüente o mesmo ambiente que nós. Tenho saudades dos tempos que não vivi olhou para Sean que parecia meio confusoos tempos do tal Voldemort, ou seja lá como se chama.

Sentou-se, colocando seus pés de maneira confortável e folgada por assim dizer em um banquinho que conjurara. Se pudesse colocaria era alguns inúteis bruxinhos ali, ajoelhados aos seus pés em sinal de servidão, prontos para servirem de escoro. Em seus dedos rodava um medalhão todo talhado em um ouro reluzente, duas cobras formando um circulo, uma “comendo” o rabo da outra, simbolizando o eterno voltar, o eterno retorno. Sem esperar que alguém perguntasse, tratou logo de falar.
-Ganhei do Ministro da Magia da Búlgaria. Sabe como é... Nossas famílias são muito unidas. É ouro puro, caso queiram saber, mas pelo visto - olhou para alguns alunosnem todos aqui tem sequer a oportunidade de ter uns Leprechauns - referia-se a substância semelhante ao ouro que os duendes irlandeses produziam para enganar tolos. Wolf nem sequer notou que as nuvens ficavam gradualmente mais escuras, não até Sean alertá-lo. Este como era um futuro seguidor das trevas, parecia ter sentido o cheiro de coisa errada a distância.

-É somente sinal de chuva.
Falou que por acaso.
-Se eu fosse você, meu caro, trataria logo de guardar essa iguaria rara – debochou – e ficar com a varinha em punho.
Wolf não deu importância a tais palavras que para ele eram no mínimo tolas, mas com o andar dos minutos, sentiu um mau presságio. Ou melhor, ouviu.
O grito histérico de alguma garota que de inicio pensou que tivera visto algum animalzinho de aparência medonha. Estas nunca sabem controlar os hormônios nem por cima nem por baixo das saias.
Wolf foi jogado para a sua direita, batendo a cabeça no vidro que pareceu inerte ao toque da cabeça do garoto. Agora ele se enrijeceu seus ombros, seu corpo foi possuído por uma fúria e ao mesmo tempo suas mãos apertavam violentamente o pedaço fino de madeira. Foi até a porta junto com Sean e outros alunos para ver o que estava acontecendo. O trem parecia ter perdido totalmente o rumo e agora estavam perdidos naquele nada, cercados de mato, de laia da mais variada espécie.


-Isso que dá ficar contratando gente que não sabe dirigir um carrinho de mão sequer.
E logo após viu a tal lufana cair aos abraços com um grifinório, parecia estarrecida, louca por assim dizer, completamente desvairada das mais insignificantes reações racionais. Wolf se aproximou de Sean.
-Aposto que essa lufana tem algo a ver com essa balbúrdia. Esse povinho sempre apronta e todos levam o pato. Talvez estava querendo uma matéria de como os trens se movimentam para tentar colocar na primeira página e resolveu enfiar a caixola onde não é chamada.
-Parece não ser isso Wolf.
O trem deu outro solavanco, fazendo Wolf cair no chão, assim como muitos ao seu redor. Parecia ser o tempo do fogo que vinha atrás deles perseguindo com sua ganância, tudo parecia fluir em meio ao nada do explicavél, a terra simplesmente era um aporte para aqueles corpos inexpressivos ao chão, sendo levados pela inconstância do momento. Um cobertor sobre a face, a ficção daquelas mentes, todos eram sobreviventes do nada. E ao se levantar celebrava-se a vida com descaso. Estavam de mãos dadas pela curiosidade e o temor que cercava o lugar.
E algo se revelou. A morte brincava com eles e já tinha feito uma vítima.
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Ayumi Tsukino
Posted: Mar 9 2008, 05:44 PM


Metamorfomaga
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Group: Lufa-Lufa - 5º ano
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-Ayumi não se atrase, querida, ou senão vai perder o expresso.


Falou sua tia do outro lado da porta do banheiro em que a literalmente pequena japonesa se encontrava em cima de um banquinho diante do espelho, enrolada na toalha tentando se concentrar em deixar os cabelos cor arco-íris, que era o mais difícil de todos, porque nunca ficava como a menina desejava, além do rosto que tampouco parecia a menininha Ayumi, aliás, nem mesmo parecia japonesa com os olhos arredondados e aquele nariz? Por Gautama! O que era aquele nariz grande e pontudo? Ela só queria aumentar um pouquinho e olha o que fizera.

-Já vou, tia!

Respondeu sem desviar a atenção do espelho e tentando reduzir o nariz conseguiu mais que o desejado. As pessoas não tem noção de como a vida de metamorfo é difícil, ainda mais aos catorze anos quando ainda não se sabe controlar completamente seu dom e apesar de saber alterar certas coisas em si, não quer dizer que ficava como desejado, na verdade ainda se punha em posição de fiasco.

Concentra, Ayumi!” pensou a baixinha e conseguiu deixar seu nariz no formato que talvez possamos classificar como original, embora se tratando de uma metamorfa seja difícil dizer, mas se pode afirmar certamente que era o nariz mais usado pela menina e assim também fizera com os olhos, mas largou pra lá o cabelo deixando apenas vermelho, mas não como uma pessoa verdadeiramente ruiva e sim como alguém que jogara tinta vermelha em suas madeixas, tinta de cabelo, claro.

Mais parecendo com a menina Tsukino que é, a quintanista saiu do banheiro, não sem antes descer do banquinho pisando com o pé direito três vezes no chão, em direção ao quarto, onde
vestiu uma confortável e gostosa roupa, ideal pra um dia húmido com brisas como hoje. Pegou sua mala não muito grande nem pesada, pois além do feitiço pra diminuir os objetos que seus tios puseram, afim de não ocuparem muito espaço e ela pode usar uma mala não muito grande, ainda havia outro que aliviava o peso e se tivesse pesando dois quilos, já seria muito.

Colocou nas costas a pequena mochila preta com as coisas básicas, como varinha, dinheiro, um pequeno livro, alguns doces e um casaquinho caso o tempo esfriasse, o que acabou engordando a mochila da menina que parecia não caber mais nada, porém sua tia deu um jeito de enfiar um sanduíche natural caso ela sentisse fome na viagem, poderia comer algo descente além de doces.

Já na cozinha, tomou um leve café da manhã com os tios, falavam pouco é verdade, mas o silêncio na casa era normal e a garota até gostava, estranhava é lugares barulhentos, apesar que depois de começar a estudar em Hogwarts até se acostumara.

Por falar em Hogwarts, já era quase onze horas quando terminou de tomar o café e seu tio, que hoje não fôra trabalhar pra levar sua pequena diamante pra estação, junto com a tia Yoko, desaparatou levando a pequena japonesa em um abraço e aparataram na plataforma 9 ¾ no meio de todo aquele povo e a agitação familiar que ela conhecia bem e passava duas vezes por ano, quando retornava das férias de natal e quando voltavam às aulas depois das férias de verão, como é o caso agora.

Se despedira dos tios com um abraço e ganhando beijo na testa de cada um. Por que os tios e não os pais? Ora! E por acaso não sabe que a menina perdera seus pais em um acidente de avião quando ainda era bebê? Desde então tem vivido com os tios, Julian e Yoko, no Reino Unido. Ela os tinha como pais, mas por respeito à memória de seus pais, como sua tia dissera uma vez quando ela a chamou de mãe, continuava à chamá-los de tios, o que não diminuía o amor de pais e tios que eles têm a ela nem de filha e sobrinha que ela tem a eles.

Entrou no expresso com sua mala e mochila, levando a primeira a um compartimento no fundo do trem, onde todos deixavam suas bagagens. Não que no caso de Ayumi houvesse necessidade para tal, já que a mala dela nem era tão grande, mas assim preferia, no mais, nunca se sabe em que cabine vai ficar e se as pessoas ali levarão grandes malas ocupando um bom espaço, porque nem todos deixavam no compartimento de bagagem, talvez por desconfiança de ser roubado, vai saber.

Subiu o trem pisando antes três vezes com o pé direito no primeiro degrau e adentrou o expresso andando pelos corredores apinhados de gente. Acabou por entrar em uma cabine cheio de primeiro anistas, cumprimentou com um sigelo gesto com a cabeça e um baixo “olá”, pois a menina é extrovertida para os mais conhecidos, porém introvertida com quem não conhece direito, mesmo se tratando de aparente inocentes crianças do primeiro ano, apesar que no decorrer da viagem, todos ali ansiosos, começaram a puxar assunto um com o outro sobre a escola, fazendo diversas conjecturas de como seria Hogwarts e interagiram inclusive com Ayumi, demonstrando o que ela já esperava estarem pensando, que a garota era primeira-anista assim como eles, pois o rostinho de criança da japonesa não ajudava nem um pouco a parecer uma quinta-anista tampouco sua estatura era sua amiga e se quisesse, poderia passar tranquilamente como uma novata, mas não o fez e pronto! As crianças lhe bombardiaram de perguntas sobre o colégio que a menina respondia de bom grado, mas nem por isso menos tímida, porém ficando mais à vontade conforme conversavam, até que foi interrompida por um grito que parecia um pouco distante, mas demonstrava todo terror da autora do som.

Olhou para os pequenos, digo, calouros, parecendo tão assustada quanto eles, apesar de uns dois aparentarem mais curiosidade que medo. O menino que estava mais próximo da abertura da porta abriu ganhando o corredor pra tentar conhecer a razão do grito, porém não havia ninguém berrando, apenas curiosos iguais a ele por ali.

O grito cessou e as luzes do trem apagaram fazendo a japonesa olhar mais apreensiva ainda e após bater o pé direito no chão três vezes levantou vendo outros alunos agitados pelo corredor, Rachel apareceu correndo como se houvesse visto um demônio e agarrou Tiago, tal terror nos expressivos olhos da menina fez o coração da Tsukino acelerar de medo, mesmo ainda sem saber o que acontecia.

Tirou a mochila das costas afim de pegar a varinha, just in case, mas na hora em quem a puxava de seu flecheclê o trem deu um salto fazendo a japonesa cair no corredor e ao menos a mochila pra frente aliviou a queda, o expresso começou a andar de forma menos constante demonstrando estar fora da linha. Ayumi se virou e pegou a mochila ainda aberta nem nessa situação deixou de fechar e abrir o flecheclê três vezes.

Pronto! O trem virara fazendo um dos primeiro-anistas cair em cima dela, mas tudo bem, estava inteira, ao menos ainda. Após o trem parar o garoto saiu de cima da japonesa pedindo desculpas, ainda mais quando sem querer apoiara a mão no estômago desta e “Ai!” foi o gritinho que ela soltou, pois de fato doeu. Levantou com dificuldade pra ver o que acontecia e
caminhou até Rachel e Tiago:

-O que acontec… ? -Se interrompeu ao ver a mulher dos doces parada em uma estranha posição de olhos abertos, imóvel, sem nem mexer a barriga como sinal de que respirava. -Ela tá morta? -Perguntou a baixinha com um perceptível tom de quem sentia medo e temia ouvir a óbvia resposta.
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Scarlett L. Rosier
Posted: Mar 22 2008, 11:06 PM


Capa de Invisibilidade
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¢ Narração ¢
- Falas -
§ Pensamentos §
[off]

¢ A névoa platinada envolvia as ruas de Londres em um frio intenso, a maioria dos trouxas ainda dormia quando a pequena Scarlett despertou, de alguma forma ela sabia, seria um dia cheio e ao mesmo tempo longo demais para ser admirado, mas doloroso o suficiente para permanecer na memória de cada estudante de hogwarts que, a esta hora estavam arrumando os últimos preparativos para a volta a escola de magia e bruxaria. A pequena calçou seus chinelinhos acolchoados e seguiu para o seu banho, seria demorado, relaxante e quente, era tudo o que a pequena Srta. Rosier precisava naquele momento, já que Kirsten sua elfa já tinha cuidado de praticamente tudo: Seu malão estava pronto na noite do dia anterior, suas roupas de viagem vaziam sobre a confortável cama e seu chocolate quente estava esperando pela menina comensal, ou seria um anjo? Apenas o tempo poderia responder a verdadeira identidade de Scarlett Rosier. ¢

- Senhorita Rosier, quer que Kirsten prepare mais alguma coisa para o café? -¢ Perguntava a elfa enquanto sua pequena patroa tomava café, ela estava simplesmente deslumbrante... As roupas da grife de sua mãe lhe caiam muito bem, o vestido preto e o, sobretudo xadrez estavam em total harmonia, mas talvez não fosse a melhor vestimenta para este dia nebuloso... A loirinha negou ao pedido da elfa com um simples aceno com a cabeça, tinha muito trabalho a fazer para ficar ouvindo o que um ser daquele tipo tinha para dizer. ¢

§ Como eu adoro quando eles fazem isso §¢ Pensava a garota referindo-se aos pais, eles haviam viajado para paris e disseram que voltariam para o embarque da filha, obviamente era mentira, qualquer pessoa sensata saberia dizer que os pais de Lett davam maior importância à imagem e ao dinheiro do que a própria filha... Scarlett vestiu seu par de luvas e colocou a varinha no bolso interior do casaco, não estava disposta a esperar o 'casal do ano' chegar em casa, não deveria se atrasar, além do mais já era uma menina crescida, não dependia dos pais para absolutamente nada, ela já se dirigia a limusine quando avistou ao longe um cachorro, ele a encarava como igual e ela sabia do que se tratava... Sinistro. ¢

¢ A pequenina Rosier pensava e revivia a cena do sinistro em sua mente, estava praticamente paralisada, não poderia significar boa coisa, é claro que poderia ser apenas um vira-lata que conseguiu passar pela barreira mágica, ou apenas um animago querendo assustar alguém, mas aquele olhar, frio, medonho, apavorante só poderia ser dele, e ele voltaria, algum dia... Ao chegar a estação caminhou silenciosamente ao lado do motorista que foi acompanhar a 'pequena patroa' até a plataforma, o barulho dos saltos da garota escoava pelo caminho, era estranho... Todos os anos a estação costumava estar cheia de trouxas, mas não agora, não hoje... Sinistro, estação... Coincidência??? Apenas para os tolos! ¢

¢ Atravessar a parede foi normal, talvez fosse mesmo apenas coincidência, ignorou o motorista indo embora e juntou-se as suas amigas sonserinas, realmente Scarlett não tinha muuitaas colegas de classe, claro, sempre foi popular em demasia desde seu primeiro ano na escola, teria o que se poderia chamar de amigas em todos os lugares, mas colegas de interesses, afinidades e pensamentos eram as sonserinas isso nem ela e nem ninguém poderiam negar, nesta hora seu sangue comensal falava mais alto, mas não na seleção há sete anos, um dia péssimo que não poderia ser lembrado, ser lufana era uma das maiores vergonhas da menina, mas é claro que ninguém sabia disso, e nem saberiam... ¢

¢ A viagem de trem percorria com tranqüilidade e silêncio, exceto pela mulher do doce que oferecia cabine por cabine as guloseimas, Lett ficou a maioria do tempo em silêncio, não tinha o que falar, apenas ouvia o que seus colegas tinham a dizer acenando a cabeça para as perguntas que lhe vinham e soltando uma resposta ríspida quando alguém queria xeretar em sua vida, a pequena sabia ser cruel, sempre soube e sempre usaria essa arma contra os xeretas do jornal da escola, do blog de fofocas ou mesmo do pundonor diário, mas a loirinha sempre manteve as aparências de lufana angelical a frente das pessoas que lhe convinham, por esse motivo as manchetes ao seu respeito era apenas de glória a aluna prodígio, ou poderia dizer monitora chefe?... ¢

¢ Scarlett sentiu um arrepio gelando-lhe a espinha, havia algo errado, isso era praticamente palpável, levantou-se cautelosamente e saiu da cabine dizendo que iria comprar doces, uma mentirinha não iria fazer mal a ninguém, algo ali fedia, armações? Não, isso não parecia ser coisa de alunos a não ser... A loirinha empalideceu, será? Poderia ser, e se realmente fosse esse ano seria perigoso, muito perigoso... ¢

¢ Aconteceu muito rapidamente, o trem freou, Lett tentou segurar-se nas maçanetas da cabine, mas não conseguiu, caiu no chão, seu sangue fervia, por raiva do maquinista e pelo excesso de informações que seu cérebro processava, soltou um berro alto e agudo ao ver uma menina do 5° cambalear entre os corredores suja de sangue, havia algo errado, Scarlett levantou-se e correu até a cabine, seria uma glória conseguir chegar até a mesma, o trem começou a descarrilar, a menina segurou-se firmemente no que havia diante de si, fixou seus pensamentos apenas em uma coisa: Seu pai lia mentes, era do ministério e era o melhor no que fazia disso todos reconheciam, se Lett quisesse comunicar-se com ele conseguiria, mesmo não lendo mentes... ¢

§ Pai Socorro, Nos salve, por favor, o maquinista foi morto, eu vi o sinistro o trem esta descarrilando, eu não sei quanto tempo vou ficar viva, isto esta um caus total, sei que já deve ter chegado a Londres, nos encontre Pai, salve nossas vidas... §¢ Seus pensamentos eram desesperados, seu pai ouviria como se ela estivesse falando a sua frente, sempre foi assim, não seria diferente desta vez... A única questão era: Ele seria capaz de chegar com os aurores a tempo de salvar os alunos??? ¢

[Sorry o post curto e perdoem os erros gramaticais, eu não revisei T.T' ]
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Narrador
Posted: Mar 24 2008, 09:47 PM


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O caos havia tomado conta dos passageiros do Expresso de Hogwarts. Não conseguiam ver uma única pessoa que não estivesse machucada, ou suja, ou abalada emocionalmente. Nunca na história dessa tão renomada escola, algo parecido tinha ocorrido.
A cabine. O lugar estava escuro e silencioso agora, deixando todo o trabalho de lado. O guia da magnífica Maria-Fumaça jazia morto no chão. Seus olhos estavam esbugalhados e fixos em algum ponto desconhecido, e a boca aberta, num esboço de grito. Sua vos estava presa na garganta, de onde nunca mais poderia sair.


A pequena Scarlett Rosier fazia de tudo para não deixar claro que estava em choque. Do mesmo jeito, e sem perceberem, Lindsey Lestrange e Christinne Blackman estavam quase se abraçando, feridas. Richard Johnson e Tiago Mathinson, se ajudando para tirar os feridos de dentro do trem. Wolf e Kyle tentando conter os desesperados por informações. Muitos alunos que nunca sonharam em trabalharem juntos, estavam justamente trabalhando juntos. Isso não era para estar acontecendo, era? Bom, nada do que estava para acontecer nesse ano era para estar acontecendo...

A tarde descia pelas colinas, enquanto os únicos professores no trem estavam desacordos. Alunos que se lembravam de que esse ano, Julia Webber e Jared Bexter viajavam no trem com eles começaram a se perguntar se mais coisas ruins teriam acontecido. Foi quando Yamoito Shizuna se adiantou. Ela não agüentava mais ficar sem informações do que fazer, ou pior, vendo todas aquelas pessoas precisando de ajuda. A única coisa que podia fazer era tentar chamar alguém que poderia ajudar. Ela cutucou Tiago Mathinson, mas não obteve resposta imediatamente. Então, foi sozinha.


Julia Webber e Jared Bexter. Estavam ambos presos em ferragens, sem conseguirem se mexer. Julia estava tão brava antes do acidente, que não seu nem chance para Jared explicar seu sumiço nas férias. E então, tudo tinha acontecido tão rápido... Agora, ela fitava o rosto desacordado do namorado, sem conseguir alcançar a varinha. Eles precisavam de ajuda, para poderem ajudar seus alunos. Estavam ali para isso, desde o começo de tudo! Tinham sido avisados, treinados e agora estavam ali...


E de longe, muito longe e ao mesmo tempo tão perto, todos eram observados. E todos eram anotados e avaliados. E todos eram pesados e medidos. E todos eram observados.

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Peter Guylahn
Posted: Mar 26 2008, 07:36 PM


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Narração
*-- Pensamentos --*
**Falas**
- Falas Alheias -
¢ OFF ¢


Peter já havia acordado fazia 15 minutos, é... Estava atrasado, como sempre. Estava jogando suas vestes dentro de sua mala, sem se preocupar em colocá-las organizadamente, deixando-as lá da maneira mais desorganizada possível. Ele estava praticamente "socando" as roupas dento da mala, pensando feliz, que voltaria para Hogwarts e encontraria sua melhor amiga de novo e também reveria sua querida casa Lufa-lufa.

Depois de colocar as roupas e o material dentro da mala, de uma forma que nem mesmo ele conseguisse achar as coisas dentro, foi tomar um café da manhã apressado, para poder chegar a tempo na plataforma 9¾. Tomou o café da manhã em companhia do elfo doméstico, pois seus pais, já haviam saído para trabalhar.

Ele queria ter acordado mais cedo, para poder se despedir, mas estava tão acostumado com as férias, que simplesmente esqueceu que tinha que acordar cedo.

Depois de terminar o café da manhã e ter comido como se nunca mais fosse ver comida na vida, foi se arrumar, mas agora faltava pouco tempo para o trem sair, mas ele não podia ir de pijama para a plataforma.

Quando chegou em seu quarto, seu elfo doméstico já tinha começado a arrumá-lo, mas ainda estava uma bagunça. Ele abriu a gaveta, pegou uma camisa preta, uma calça jeans e colocou-os. Sim, estava mais atrasado do que nunca, nem havia dado tempo para pentear o cabelo, mas se penteasse, com certeza perderia o trem. Mas aí vem à pergunta, como ele iria para a plataforma 9 ¾ se seus pais já haviam saído e ele morava em Chicago?


**James, ãh, mamãe falou como eu iria para a plataforma esse ano?**

- Sim meu senhor, sua mãe falou, meu senhor, ela me pediu para levá-lo por aparatação acompanhada, ela sabe que é perigoso, mas é a única opção. –

É aparatação acompanhada é perigoso, principalmente quando se vai para outros continentes, mas, nesse caso, não havia outro jeito.

James, o elfo doméstico, havia arrumado a mala de Peter e colocado-a em cima do tapete, e a gaiola da sua coruja, colocada em cima da mala. Parecia que tudo já estava pronto.


- Vamos meu senhor? Já está tudo pronto, James já arrumou tudo! -

** Vamos, acho que não esqueci nada. **

O elfo entregou a mala a Peter, pegou à gaiola da coruja, segurou Peter com muita força e estalou o dedo.

Minutos depois já estavam na esquina da estação King’s Cross, o elfo não se atrevera a chegar mais perto, os trouxas com certeza achariam que era um ET. Ele se lamentou não poder chegar mais perto, mostrou a estação para o garoto, desejou um bom ano, e voltou para casa com o mesmo estalo.

Peter agora tinha pouco tempo, muito pouco tempo, já estava tão atrasado que achou que perderia o trem. Correu até a estação King’s Cross, olhou o relógio, eram 10 horas e 57 minutos, faltavam somente 3 e ele ainda não havia localizado o número 9.

Quando encontrou, chegou perto, passou correndo de olhos fechados. A parede estava, como sempre, não-sólida, o garoto havia passado, não iria chegar atrasado. Ele abriu os olhos, viu uma plataforma diferente daquela dos trouxas, era mais bonita e havia somente um trem, que era vermelho.

O garoto viu alguns novatos atrasados chegando, se apressando para entrar no trem e outros, ainda despedindo-se dos pais. Ele entrou correndo, as portas já iam fechar-se, ele olhou para uma janela, o trem já estava andando, distanciando-se da plataforma.


By: Lisah ~*


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