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A vista de Okami pouco a pouco se apagava. Ele tentava lutar mas não conseguia ouvir as palavras que aquela criatura falava, apenas conseguia sentir seu corpo ficar pesado e então tudo escureceu.
Quando despertou, sentiu um grande peso em cima de seu corpo, enquanto o calor ao redor era estranho, para o frio continuo que havia sentido. Em algum ponto, ele podia escutar o barulho de água fervendo e de fogo, e já podia sentir no ar o cheio de algum ensopado. Sua mente ainda estava confusa, e percebia aos poucos que estava ainda com sua roupa úmida ainda que embaixo daquela coisa que lhe aquecia. Movimentos pesados podiam ser escutados ao seu redor, mas ele não sabia precisar aonde estava seu anfitrião, seu corpo ainda estava pesado e cansado, enquanto ele despertava da quase morte.
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Dreams
Bem no meio da avenida Brasil, ele estava a uns cento e vinte, seguia bem o rumo. Mochila pronta, carro vistoriado, o show estaria pronto naquela manha. Okami chegaria no horário a São Paulo... Tudo corria bem, porém, ao olhar pela janela do carro, viu tudo começar a girar, o cenário do lado esquerdo girava no sentido anti horário, o do lado direito, no sentido horário, a frente, tudo parecia se dissolver como areia. Ele tentou gritar, mas nenhum som saiu de sua boca. Estava tendo um pesadelo. Ao tentar abrir os olhos, Okami se sentiu desorientado. O cheiro da comida lhe atiçava os sentidos, fome, sentia fome, estava vivo. Porém algo limitava seus movimentos. Ele não fez questão de se mover, estava confortável apesar das roupas úmidas. Sentia o calor do fogo, que era agradável, mas ainda não entendia bem o que havia acontecido, então, falou em uma voz meio sonolenta enquanto abria os olhos devagar.
-Onde... Onde eu estou? -
This post has been edited by Okami on Jan 21 2011, 08:58 AM
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- Calma estranho, você está na cabana de Frigimon. Não precisa se preocupar, só desmaiou por causa do frio. Beba isso, vai se sentir melhor. -A voz amigavel, lembrava a da grande criatura que havia visto na catedral, e o cheiro de comida agora estava mais próximo. Ele podia sentir pelo calor que uma mão lhe estendia algo como um vasilhame de sopa, para que ele pudesse beber. O cheiro era diferente, exótico, mas será que seria comestivel?
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FOOD FINALLY
Okami tentava se levantar devagar, ele estava se sentindo pesado ainda, mas aos poucos recobrava os sentidos, e abrindo os olhos devagar, ele ouvia a voz falar com ele. Graças a deus, ele estava bem. Okami enquanto tentava se recompor, pegava a vasilha da mão de seu benfeitor enquanto nem se preocupava em saber o que era. Nesse ponto, o treinamento militar fizera efeito, e ele hoje em dia, comia qualquer coisa sem reclamar. Ele tomou cuidadosamente a vasilha e se preparava para comer, quando lembrou que era melhor agradecer.
-Eu sou muito grato por me salvarem, eu me chamo Okami, e gostaria de agradecer ao sr Frigimon por me salvar do frio, se não fosse por ele ter me encontrado eu estaria morto. -
Sinceramente, Okami já não ligava mais pro fato da visão de Frigimon ter assustado o jovem recentemente, ele agora mais do que nunca entendia que ele não queria o seu mal, caso contrario, ele o teria deixado pra morrer na neve. Okami também sabia que mesmo tendo uma aparência perturbadora, talvez Okami fosse o estranjeiro onde quer que estivesse, pois Frigimon também se assustou muito. Então, enquanto Okami comia e tentava se adaptar melhor ao ambiente, perguntava.
-Onde eu estou, e digo, alem da casa de Frigimon, que lugar é esse? Eu de repente estava no meio da neve... -
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- Você fala engraçado, eu sou Frigimon. Digimon estranho você é. Está é a região de Freezeland e tudo por aqui é congelado. Mas não se canse muito Okamimon, beba a sopa de peixe com nozes e descanse, a pele de Garurumon é bem quentinha.- A voz de Frigimon era muito amigavel, e ele parecia estar rindo das reações de Okami. Como o garoto já esperava, o gosto da sopa era no minimo exótico, enquanto descia rançoso pela garganta, mas logo começou a aquecer seu estomago e a clarear sua mente.
Seu corpo mais ereto olhava ao redor do grande iglu, no qual ao centro um grande caldeirão parecia ferver ainda mais daquela sopa. Ao fundo, uma montanha de neve parecia servir de cama para Frigimon, enquanto em alguns cantos da parede, o garoto podia encontrar linhas, pequenas sacolas de couro, algumas peles caídas pelo chão, ou peixes secos. Seus olhos fitavam ao redor, enquanto a memoria voltava pouco a pouco, e ele podia ver as cores nitidamente, rasgando completamente a sensação de que aquilo era um sonho. Ao lado da cama, ele podia ver a mochila colocada com cuidado, como se ele tivesse se agarrado a ele antes de desmaiar, mas algo dentro dele, dizia que havia algo fora do lugar. Mas o que?
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FOOD FINALLY
Apesar do gosto exótico, a comida era boa para o corpo, e se acostumando com aquilo, não parecia tão ruim. O jovem tomou a sopa sem cara feia, o feijão do quartel era pior, tinha barata... Nozes com peixe não era nada comparado a isso. Ele tomou a sopa e pediu um pouco mais, tentando não parecer grosseiro. Ele observou melhor o ambiente, e depois de um longo suspiro, Okami se conformou, ele não estava mais no Brasil. Onde quer que estivesse, achavam que ele era um Digimon. Agora a pergunta que se mantinha aguda no momento. O que era um digimon? Okami se manteve agarrado as vestes de pele e buscou seus pertences, sua faca, sua carteira e documentos, e aquela coisa verde do olho que ainda não havia descoberto o que fazia. Enquanto isso ele dizia.
-Frigimon, eu agradeço muito o que me fez, se não fosse você eu estaria morto com certeza... Agora o único problema é que eu não sei como cheguei aqui... E Frigimon, eu não sou um digimon, e eu ficaria muito feliz se você pudesse me explicar o que é um digimon. Eu estou completamente perdido por aqui, sinceramente, não sei nem em que país estamos. -
Após o choque inicial da forma de Frigimon, Okami agora já se adaptava a olhar pra um boneco de neve gigante. Ele não sabia se a sanidade estava lhe escapando os dedos, mas ele deu graças a deus por não estar falando com uma pedra. Bonecos de neve não eram tão críticos assim. Como um cosplayer, Okami havia se adaptado a “vive” imerso em universos paralelos de manga, mas o que ele passava no momento, era no mínimo, surreal.
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-Digimons são digimons horas.Nós somos diferentes dos animais, por que podemos pensar, falar e digievoluir só isso. Se você não é um digimon que animal você é? E o que é um pais? Você fala muitas coisas estranhas, deve ter ficado muito tempo no vento frio. Deite um pouco e descanse Okamimon, logo vai estar melhor.- O digimon parecia sorrir, enquanto balançava a cabeça como se estivesse vendo alguém doente a sua frente, que tivesse ficado muito tempo sozinho no frio.
Com calma, o digimon pareceu se voltar para a sopa estranha para começar a tomar com barulho. Enquanto Okami se sentia mais apreensivo enquanto remexia em suas coisas. Conseguia as contar, a mochila, as suas roupas, a faca, mas onde estava aquele aparelho estranho? Revirou mais uma vez nas coisas e não conseguiu encontrar o mesmo em lugar nenhum. Será que teria perdido antes mesmo que entendesse o que era?
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Lost Digithing
Era muita informação, digievoluir, falar, pensar, mas ao mesmo tempo não eram animais, nem humanos, o que eram eles? Aquilo não fazia sentido, como todo o resto do mundo onde estava. De qualquer forma, Okami havia perdido o aparelho misterioso, a curiosidade lhe corroia, mas ao mesmo tempo ele não conseguia dar importância aquilo. Tentou sentar-se. Ele sentia a roupa úmida e se aconchegou perto do fogo junto com a pele do Garurumon. Okami entendeu que todos os nomes terminavam com sufixo mon, incluindo o dele, que agora era chamado com certo carinho por Frigimon. Okami sorriu diante das perguntas dele e disse enquanto se secava.
-Eu sou um ser humano frigimon, e pelo fato de você não saber o que eu sou, acho que você nunca viu um não é, por isso o susto lá naquele lugar gelado não é? Pode apostar, eu também nunca tinha visto um digimon antes. -
Ele ficou curioso apalpando a pele de garurumon, enquanto procurava entender a textura dela. Como tudo naquele mundo, ela era diferente. Então, Okami após alguns minutos de exploração, disse em tom argumentativo, porem inocente.
-Frigimon... Quando eu desmaiei, não, quando eu te vi, eu estava usando um tipo de aparelho no ouvido, lente verde, eu não estou achando, acho que perdi, por acaso você o viu? Eu sinceramente não sei pra que serve, mas queria entender, porque ele chegou aqui junto comigo. -
This post has been edited by Okami on Jan 21 2011, 12:24 PM
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- Não vi nada em você Okamimon, quando eu te levantei no meio da neve, só tinha essa sacola que você estava segurando. Como você estava muito gelado, eu lhe trouxe logo para casa.-A fala de Frigimon era calma, enquanto ele acabava de tomar um pote de sopa, logo o digimon estava se espreguiçando como se estivesse cansado e se encostando a uma parede, enquanto olhava curioso para o rapaz durante algum tempo. Lá fora o vento soprava, mas apenas fazia com que ali ficasse ainda mais aconchegante quando se pensava que lá uma tempestade poderia estar acontecendo.
-E você Okamimon, o que você estava fazendo com pelos tão curtos no meio da neve? Nunca vi digimons como você.- Ao falar isso o digimon deu uma risada, enquanto batia na própria perna. Mas a inquietação continuava no peito de Okami, o que era aquele objeto?
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Missing file
Ele havia se conformado, frigimon parecia nao compreender como os humanos eram diferentes dos digimons. Mas o jovem nao o culpava por aquilo, afinal, a ideia de falar com um homem de neve digimon tambem parecia escapar sua copreensao. O rapaz olhava a sopa e a comia com satisfacao. Encontrar comida naquele ambiente era dificil, entao o minimo que ele poderia fazer era nao desperdicar, e comer com gosto. Okami ao ver frigimon se espreguicar, disse em um tom amigavel.
-Eu sinto muito por ter te dado trabalho frigimon, vc esta cansado por minha causa. Desculpe. E em relacao aos pelos, bem humanos como eu, nao sao feitos pro frio, assim o unico modo que eu teria pra sobreviver e usando uma pele dessas de garurumon, que voce me mostrou. E Frigimon, o que e digi evoluir? Eu nao sou um digimon mas adoraria aprender mais sobre voces... Assim talvez eu entenda como eu sai da minga terra e vim parar aqui..
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-Ohhhh Okamimon é muito bobo mesmo, fica falando coisas sem sentido. Digievoluir é digievoluir horas, é ficar maior mais forte. E Gabumon virar Garurumon, e assim por diante. Deixe de falar bobeira e durma Okamimon, você pesa menos que um cesto de peixes hahahaha, vamos lá amanhã de manhã Okamimon me ajuda a pescar tudo bem?- O preguiçoso digimon deitava sua cabeça em meio a cama, e começava a roncar pesadamente antes mesmo que o garoto tivesse tempo de responder. Ali seguro, era apenas uma questão de deixar o tempo passar.
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First Night on the Digiworld
Ao som do fogo crepitando, do ronco pesado de seu novo amigo, e dos ventos que uivavam do lado de fora do iglu, Okami era o único que parecia estar em silencio. Nem sua respiração parecia emitir algum som. Sentado, seco, e aquecido pela pele de Garurumon, Okami tentava entender o conceito de digievolução explicado por Frigimon. Pena que o jovem não conseguia realmente entender, apenas sabia que eles se tornavam maiores, mais fortes, e que um gabumon se transformava em garurumon... Mesmo sem saber o que era um gabumon, Okami passou a ter idéia que um garurumon era alguém ou algum digimon grande, pois vestia a pele de um. Assim, sorrindo para o novo amigo, Okami demorou a pegar no sono, ficou acordado pelo que pareceram mais algumas horas, apenas de vigia, tudo para ser vencido pelo cansaço e dormir como um bebe. Ele não sabia o que tinha perdido, mas sabia que precisava encontrar, sentia isso, um sentimento de urgência sobre aquilo. Mas de certa forma, também sentia ansiedade por pescar. Ele nunca havia aprendido a pescar e ficara animado pra isso. Ele se sentia em casa, de certa forma.
OBS: Van, se quiser, pode ir adiantando a situação e ir nos levar pra pescar ou na catedral ok =D
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Por mais que Okami tivesse ouvido falar nos livros, era diferente ver um dia se tornar outro, sem que o sol transitasse igualmente. Sem a menor alteração na luz, o dia sobreveio, enquanto Frigimon acordava preguiçoso. O barulho do digimon despertando, assim como a própria barriga faminta despertaram Okami, que sentia seu corpo ainda todo dolorido, mas ao qual o calor havia feito bem. A pele que estava em cima de seu corpo, ainda continuava ali, como a de um imenso lobo branco-azulado, que agora ele podia ver melhor sem tanto sono e surpresa.
Com uma presteza que não era esperada, Okami viu Frigimon começar a preparar uma vez mais a sopa, enquanto arrancava com a mão alguns pedaços de carne de uma tira bastante grossa e oferecia para ele ambos.
- É importante comer bem Okamimon, você vai sair com a pele, mas ainda assim é perigoso por que você é pequenino e não se da bem no frio. Dormiu bem?
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Friend
O sono veio, e foi embora, mas a luz do dia não, a aurora boreal ainda brilhava intensa no céu gelado de Freezeland, e Okami, de alguma forma, se sentia bem por estar ali. Enquanto acordava lentamente, embalado pelo torpor da ida e vinda do sono, o jovem pensava, que onde quer que estivesse, o lugar parecia ser melhor do que de onde havia vindo. Em sua terra, dificilmente você poderia ver o que Frigimon estava fazendo por ele, o ajudando sem fim lucrativo nenhum, lhe cedendo comida, casa, e amizade acima de tudo. O digimon gelado não somente era cuidadoso e gentil, mas também era preocupado, e isso de certa forma, deixa Okami emocionado. Aquele tipo de atitude, uma atitude de bom coração, era o tipo de comportamento que ele a muitos anos havia desistido de ter, havia perdido as esperanças nas boas pessoas. Ele sorriu com a oferta da carne, e a aceitou sorrindo, não pela comida, mas sim pela intenção, e pela alegria de estar errado. Boas pessoas ainda existiam, mesmo essa sendo um digimon. De certa forma, aquilo o revigorava, dava forças ao seu espírito pra se levantar. O rapaz examinava a pele com cuidado e carinho, era como se fosse uma roupa dada de presente de natal por um grande amigo. A colocava sobre os ombros e enquanto comia dizia.
-Frigimon, obrigado por todo esse cuidado, fico contente de você ter me encontrado na catedral, e não se preocupe, vou tentar não dar trabalho lá fora, e com a pele que você esta me emprestando, eu talvez consiga lidar muito melhor com o frio. Agora me fale, você parece não sentir frio, mas guarda uma pele quentinha em casa. Você costuma ter mais convidados, conhece outros digimons por aqui? -
Ele tentava não ser intrometido na vida de Frigimon, mas queria conhecer bem mais do lugar onde estava, e dos tipos de digimons que poderia encontrar por lá. Quem sabe, não houvessem mais digimons amigáveis como Frigimon ou algum outro tipo que pudesse lhe fornecer respostas? De certo, Okami não sabia, mas após a refeição, ele havia saído contente com Frigimon. Eles iriam pescar, e ele, de certa forma estava ansioso por isso, ele nunca havia aprendido, e estava contente de fazer isso pela primeira vez com um amigo. Talvez o tempo pescando o ajudasse a se acalmar e por as idéias em ordem, e achar uma maneira de lidar com todas essas mudanças bruscas e surreais. Okami só esperava passar na cadetral pra ver se achava seu aparelho, se aquilo fosse um comunicador mesmo, ele poderia pedir ajuda pelo radio.
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- Tem alguns digimons próximo do mar, e quase sempre tem caravanas de Gabumons viajando por aqui. Essa pele ai eu consegui caçando um Garurumon que tentou comer meus peixes e a mim. Foi engraçado, mas já faz bastante tempo, ela até está ficando velhinha. De toda forma, vamos lá Okamimon, ou os peixes vão acabar indo para outro lugar.- A voz do digimon era jovial, enquanto ele tomava apenas algumas linhas e um cesto de tecido grosso em mãos. Com sua agilidade característica, o mesmo passou a bolsa que deveria ser do tamanho de Okami pelo ombro e começou a caminhar em direção a saída.
Assim que atravessaram a entrada do iglu, o garoto pode sentir forte o vento lá fora. Ainda que o sol brilhasse, ele sentia o vento soprando e a neve se elevando como se a tempestade da noite anterior ainda não houvesse terminado. Os pés do garoto se afundavam, e com sue tênis simples ele podia sentir o frio e a umidade, chegando até seu macacão. Foram precisos poucos metros, para que Frigimon sorrindo se voltasse para ele e o tomasse nos ombros com um gesto rápido.
- Vamos lá pequenino, nesse passo só chegaremos amanhã no lago. Okamimon, me diga que estágio de digimon você é?
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