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Title: A primeira queda e os primeiros passos


Keiichi - January 3, 2011 11:12 PM (GMT)
15h10..


*Keiichi estava lá naquela cerimonia chata, ele rezava para que algo o tirasse dali. Suas preces foram atendidas, alguém ligou para o seu celular, ele não conhecia o numero, mas deveria ser alguma garota. Rapidamente ele desceu até a entrada do prédio para retornar a ligação.

15h15..


*Keiichi tirou seu celular do bolso da sua jaqueta, discou para o numero e levou o celular até o rosto.O celular chamou uma vez...

15h16..


*Na segunda, Keiichi estava paralisado. O jovem não conseguia nem piscar, do horizonte raios verdes vinham na direção do garoto, formando um túnel em volta dele. Para as outras pessoas, o garoto se desfazia em pequenos quadrados brilhante na cor verde que eram sugados pelo aparelho celular.

Digimundo


*O jovem não sabia quanto tempo havia se passado, ele acordou sonolento e tentou se levantar, ele ficou sentado. Enquanto a sua visão desembaçava, ele levou a mão esquerda até a cabeça, e sentiu um peso não-familiar, era um tipo de relógio...Mas aquilo não estava ali antes

- Que diabos..Quando?-

*Ainda perdido e desorientado, ele começou a olhar em volta agora com a visão quase normal, tentando se situar.

===============


QUOTE (Legenda)
*Ação*
-Fala-
"Pensamento"

se quiser que eu troque é só dizer \o

Ring~ - January 4, 2011 06:57 PM (GMT)
QUOTE
Quando pôde se levantar para examinar melhor o local, Keiichi se viu perdido em meio a árvores, alguns arbustos e pedras. Estava obviamente no meio de uma floresta. Sua mente entrou em colapso por alguns segundos: como estaria em um floresta se a pouco estava na cerimônia?... Para sua sorte, parecia ter caído bem no meio de uma trilha. Por um lado, ela ia até um local que aparentava ser mais iluminado, talvez o fim daquela floresta densa; do outro já parecia estar indo floresta adentro. Ao examinar o local com um olhar mais profundo, percebeu que haviam bananas penduradas em algumas árvores, mas não eram bananas verdes, tampouco amarelas: eram bananas vermelhas, acompanhadas de outras que tinham uma coloração mais arroxeada. A árvore que detinha essas frutas não era tão alta, mas seria preciso escalá-la

Antes que pudesse fazer alguma coisa, o rapaz escutou uma espécie de bater de asas. Parecia incrivelmente próximo... Ao olhar na direção da trilha que parecia ir floresta adentro, Keiichi pode observar seres pequenos, fofinhos, de pés e braços - se é que eram isso - pequenos, com uma coloração creme mesclado com um laranja, grandes olhos azuis e asinhas de morcego laranjas que pareciam sair de suas cabeças, como se fossem orelhas. Aquelas pequenas criaturas voavam a no máximo um metro do chão, passando e ignorando o rapaz, seguindo na direção oposta da trilha.

O que eram aquelas coisas? Ele nunca as tinha visto em lugar algum. Não pareciam morcegos, alias, não pareciam com nenhum animal que já tivesse visto.... Onde ele estava? O que eram aquelas coisas?... E o melhor: o que ele deveria fazer? Seus objetos eletrônicos não funcionavam, ele parecia estar isento de trabalhar com qualquer coisa da civilização...

O local estava claro, era possível notar a luz do sol penetrando por entre as copas das árvores. Para onde ir? Para o lado que parecia seguir para dentro da floresta; ou para o caminho que parecia levar à liberdade daquele mar verde?

Keiichi - January 5, 2011 12:55 AM (GMT)
*Keiichi foi bombardeado por eventos estranhos, primeiro foi transportado sem qualquer preparo para uma floresta estranha, acordou com um relógio que nunca havia visto antes preso ao seu braço, ele tentou tira-lo mais não havia nenhum feixe, só a pulseira metálica. Logo em seguida, sem descanso, se deparou com bananas nada convencionais, ele conhecia melancias quadradas e similares, mas nunca ouviu falar de bananas vermelhas, tampouco bananas roxas.O garoto estava em choque, "Que diabos está acontecendo?" pensava Keiichi, por um momento ele esqueceu o que parecia o fim da trilha, mesmo que seus instintos fossem contra, ele precisava entender tais frutas.
Esse era o seu pensamento, colher amostra de tal anormalidade, até que, antes que pudesse se mexer, foi surpreendido por um som que lhe era estranhamente familiar, o jovem recuou tentando se esconder, deveria ser algum animal selvagem,ele olhou para a trilha na direção da floresta e, se não bastasse a flora incomum, agora a fauna se mostrava.. Diferente.
Keiichi estava perplexo, boquiaberto, ele não entendia o que estava acontecendo, começou a cogitar a possibilidade de que alienígenas existiam e que ele foi de alguma forma abduzido. Imagens do túnel de luzes verde surgiram em sua mente, uma gota de suor escorreu pelo seu rosto. Ele olhou para a trilha que levava a possível saída da floresta, mas no fim, foi na direção oposta.
Keiichi tentava se manter um pouco afastado das criaturas, podiam se parecer como bichinhos de pelúcia vivos, mas ele não os conhecia,não mesmo, podiam ser extremamente perigosos. Keiichi queria ser furtivo, se mantinha atento para não perde-los de vista, tomando cuidado para não ser notado, mas, acima de tudo, ele se mantinha focado na trilha, seria um problema muito grande se ele perdesse o que parecia ser sua única saída daquela floresta, apesar de sentir que conseguiria respostas com tais criaturas.

Ring~ - January 5, 2011 11:20 AM (GMT)
QUOTE
Diferente dos animais que pareciam seguir para fora daquela floresta, Keiichi opta por seguir floresta adentro. Conforme seus passos o levavam naquela direção, o lugar parecia ficar um pouco mais escuro, já que a floresta também parecia ficar um pouco mais densa. O silêncio se tornou absoluto, quebrado às vezes por barulhos de algo se remexendo no alto das árvores, quebrando alguns galhos e derrubando algumas folhas. O que era mais assustador é que aquele som, que se repetia periódicamente, parecia estar seguindo o rapaz pela lateral da trilha. Mesmo que examinasse com atenção o local, não conseguia identificar o que pudesse ser a causa daquele barulho que um tanto quanto assustador naquele cenário.

Em meio à procura da origem do som, Keiichi notou que mais algumas árvores carregavam aquelas bananas de coloração estranha; outras tinham cogumelos aos esus pés, cogumelos meio avermelhados com algumas manchas brancas; e outra pareecia portar o que deveriam ser mangas, ou qualquer coisa parecida, a julgar pelo seu tamanho e formato. Mas elas pareciam levemente mais vermelhas e vivas do que mangas comuns... O som que parecia estar perseguindo Keiichi cessara: seja lá o que pudesse ter feito aquilo, ou fora para outra direção ou então, estava parado, oculto nos arbustos que acompanhavam aquela trilha. Será que valia a pena parar de andar para examinar aquelas frutas e fungos?

Keiichi - January 5, 2011 08:21 PM (GMT)
*Keiichi seguiu até um certo ponto da floresta até que novamente se deparou com arvores com frutos estranhos. Ele olhou em volta rapidamente, a tempo ele ouvia barulhos que pareciam estar seguindo-o.*

"Será que eu entrei no território de algum animal? .. Melhor eu voltar.."

*Keiichi se virou para voltar na trilha e seguir a mesma direção dos "animais" que havia avistado anteriormente. Se ele estava no local de caça de algum outro, precisava sair dali rápido.
*Keiichi não era do tipo curioso, porém, naquele momento, algo finalmente havia atiçado a sua curiosidade em anos. Escalar arvores era fácil para ele, ele voltou para colher uma amostra daquilo quer parecia ser uma manga.*

Ring~ - January 5, 2011 09:15 PM (GMT)
QUOTE
Sua curiosidade o levara a voltar àquelas árvores com supostos alimentos estranhos, mas, quando começou a escalar cuidadosamente a árvore, sentiu-se empurrado e logo viu seu glúteo encostar com força no chão. A dor fora momentânea e logo passou. Quando levantou a cabeça para ver o que, ou quem, o teria empurrado, uma visão um tanto quanto aterradora o acobertara. Uma criatura amarelada, sem pernas, com braços esqueléticos e uma dentição privilegiada - que permitia que sua língua escapasse ilesa pelos dentes - estava pegando a manga que Keiichi pretendia pegar. Ele estendeu os braços - que possuíam várias pulseiras de couro pretas, com fivelas prateadas - e usou os dedos esqueléticos - alguns portavam anéis também preateados - para entregar o fruto para uma outra criatura que parecia estar escondida atrás de um estranho "topete"...

[???????]: Olha só que nós achamos aqui. Essa criatura esquisita queria pegar nossa comida!

Quando falava, o corpo daquela criatura parecia até mesmo se separar, como se os dentes fossem os limites entre as partes superior e inferior do corpo. Já naquele momento, Keiichi começou a perceber que seu relógio parecia emitir um estranho apito. Tirando sua atenção daquela criatura estranha - mas que não passava exatamente uma personalidade aterradora - o rapaz pôde olhar para o relógio por alguns momentos, uma palavra veio de súbito a sua mente: digivice. Digivice? O que era isso?... Talvez por instinto, ou talvez para tentar parar com aquele barulho irritante, Por sorte, apertou em um dos botões laterais do relógio e o apito parou, mas uma voz meio robótica e feminina tomou o ar.

[Digivice?]: Analisador Digimon ativado. Digimon encontrado: Sukamon, digimon vírus em fase adulta.
[Sukamon?]: Como é? Ele sabe quem eu sou? Que tipo de digimon é você?

Nesse momento, a outra criatura se revelara, saindo de trás do topete do tal "Sukamon". Era um ratinho roxo, pequeno... Aquele estranho relógio, que por alguma razão parecia ter o nome de digivice começara a apitar de novo e, repetindo o processo de apertar o mesmo botão, a voz feminina soara novamente.

[Digivice?]: Analisador digimon ativado, digimon encontrado: Chuumon, digimon vírus em fase criança.
[Chuumon?]: Ah, Sukamon. Não importa se esse digimon sabe quem nós somos. Ele tentou roubar nossa comida, nada mais justo que nós devolvamos o favor!

...MAS QUE DIABOS! O que era tudo aquilo? Digivice, digimon? O que significavam esses termos? O que estava acontecendo?... Seria aquele território daquele estranho... animal?... Ou melhor, daquele estranho... digimon?

Keiichi - January 5, 2011 10:53 PM (GMT)
*Keiichi sentiu uma dor leve quando caiu, mas não disse um único "ai", ele levantou o rosto um pouco irritado para reclamar com quem o derrubou, puro reflexo. Mas se assustou quando viu aquela criatura estranha lhe ameaçando. Ao ver o formato e as joias, Keiichi se lembrou da expressão "Isso não passa de excremento polido". Keiichi deu um sorriso, singelo, a criatura nem deveria ter percebido.
"Devo estar delirando..."
*Pensou o garoto, mas a sua linha de raciocínio foi quebrada quando um pequeno bip, Keiichi olhou para a tela, escrituras esquisitas eram mostradas, era uma língua que ele não conhecia, uma palavra surgiu em sua mente "..Digi..Vice.." *Logo em seguida, os glifos se transformaram na mesma palavra. O apito continuava, Keiichi apertou aleatoriamente um dos botões, então, uma voz feminina surgiu, dando informações daquela criatura e logo em seguida a que apareceu depois, Keiichi apertou o mesmo botão para ter certeza que aquele botão acionava tal função de enciclopédia.
*Keiichi se levantou, bateu nas suas roupas de leve para tirar a terra, e em seguida levantou as mãos até a altura do peitoral num gesto de "não quero briga"


-Desculpe senhor "Scum-mon"... Eu não tinha a intenção de furtar os seus pertences... *Ele não tinha prestado atenção na analise, os últimos minutos haviam sido bem traumatizantes, ele nem estava pensando direito -..Eu também não sei o que é um "digimon"..Por isso eu não posso responder corretamente a sua per...- *Nesse momento, uma luz se acendeu na cabeça de Keiichi.Só agora ele percebeu que estava se comunicando verbalmente com as criaturas, elas eram, de alguma forma, inteligente, poderia conseguir algumas respostas, Keiichi parecia um tanto quanto feliz e surpreso ao mesmo tempo.*

-Você...Você entende o que eu digo? Você sabe onde estamos? Sabe como sair daqui?-


===
mudei a cor da fala de azul pra branco, axo q assim fica melhor de ler \o

Ring~ - January 5, 2011 11:12 PM (GMT)
QUOTE
[Chuumon]: Ele ainda está falando?! Vamos puni-lo logo!
[Sukamon]: Exatamente, Chuumon!

Aqueles duas criaturas - supostamente "digimons" - pareciam ignorar completamente as demais colocações de Keiichi. Parecia que entendiam o rapaz  de maneira errada e não gostavam nem um pouco da sua presença, praticamente ignorando as tentativas de "contato amigável". A criatura amarelada colocou a mão atrás das costas e fez uma cara meio feia por menos do que um segundo, voltando com algo que pareceria ser uma tortinha de chantily... Isso é, se daquela distância não liberasse um odor de cocô e não fosse rosada. Sukamon parecia rir do que se seguiria, colocando a mão livre nas costas e tirando outra daquela coisa fedorenta aparentemente do nada.

[Chuumon]: Sukamon, ataque! Ataque! Vamos pegar esse ladrãozinho mau-educado!
[Sukamon]: POOP!

Sem mais nem menos, a criatura nojenta jogara aquelas coisas esquisitas nas proximidades de Keiichi, que pudera sentir de perto aquele odor de fezes. Aquele "digimon" parecia estar bem armado de um estoque infinito de fezes, retirando mais duas e rindo de leve, parecia adorar aquela situação ridícula... Mas a situação estava tendendo ao pior... Keiichi estava prestes a tomar um belo banho de bosta.

Keiichi - January 5, 2011 11:30 PM (GMT)
*Keiichi parecia perplexo quando viu aquele "item" na mão da criatura amarela, ele sabia o que era aquilo, mas não queria acreditar, até que tal coisa grotesca foi arremessado perto dele, e ele pode sentir aquele cheiro horrível.

-Filho da.. Cara.. Você precisa se cuidar..Você está podre!-

*Keiichi cobre o nariz e a boca com a mão direita, a sua primeira ideia foi sair dali, nenhuma informação valia aquele preço, mas no fim, o seu orgulho falou mais alto "Ninguém joga cocô em Keiichi Walker!"

*Keiichi correu na direção daquele animal e saltou, tentando acertar uma voadora nele, não se importava em ser atingido por aquela substância, depois achava um riacho e se lavava ou qualquer coisa. Seus anos estudando artes marciais deveriam valer alguma coisa, pelo menos precisava proteger seu orgulho.

-Seu cocô de merda mandado por um rato!-

Ring~ - January 6, 2011 12:26 AM (GMT)
QUOTE
O ego nem sempre é a saída mais agradável, tampouco a mais cheirosa. Antes mesmo de poder ter alguma chance de pular para acertar uma voadora naquela criatura, Keiichi teve de mudar de rota e posição diversas vezes para escapar de um banho rosado. O rapaz estava de joelhos no chão, sem uma chance de se aproximar sem que ficasse com um cheiro insubstituível. Sukamon e Chuumon estavam em um galho um tanto quanto alto para ser alcançado com um pulo... A situação não era favorável, mas aqueles dois pelo menos não pareciam tão perigosos assim, já que só atiravam cocô.

[Chuumon]: Haha! Pobre digimon. Se não quiser tomar um banho de bosta, pode passar para cá tudo que você tem! Jóias, acessórios, tudo!
[Sukamon]: É! E eu não sou mandado por um rato! Chuumon é uma consciência confiável, verme insolente!
[???????]: Vermes insolentes são vocês, que representam perigo para essa floresta e para os viajantes!

Uma voz masculina, meio ecoada, soou pelo local. Era um tanto grossa e parecia vir de trás dos dois "digimons bandidos". Antes que Keiichi pudesse localizar a fonte da voz, um bastão dourado surgiu do nada, atingindo o digimon-bosta pelas costas e o derrubando no chão, fazendo com que suas próprias armas de ataque o cercassem, deixando-o com um cheiro característico. Do alto das árvores descia uma figura um tanto quanto celestial: era um homem bastante musculoso que vestia alguns turbantes azuis; nas costas, seis asas de pássaro brancas - semelhantes às dos anjos cristãos - faziam-o planar até o chão. Ele segurava um bastão dourado e seu capacete metálico impedia que seus olhos fossem vistos e, embora sem abertura, ele parecia enxergar com perfeição. O homem tinha um longo cabelo liso e alaranjado.

[???????]: Podem levá-lo! Vamos, devemos designar um novo lar para essa dupla de encrenqueiros. O Domo de Cristal não pode ficar rodeado desses ladinos.

Ao som da voz celeste, um grupo de quatro daqueles morceguinhos laranjas de antes surgiram, voando por cima de Keiichi, que ainda estava no chão. Eles se colocaram em posição losangular em volta de Sukamon e Chuumon, que haviam se levantado e olhavam meio que temerosos para o "anjo da guarda" que havia aparecido. Praguejando pelo próprio destino, os seis digimons começaram a andar na direção da trilha pela qual os "morcegos" haviam vindo, na direção da saída da floresta. Quase que simultaneamente, o relógio - por alguma razão chamado "digivice" - começara a apitar de novo: e o rapaz já sabia o que fazer.

[Digivice]: Analisador digimon ativado, novos digimons encontrados: Patamon, digimon vacina em estágio criança; Angemon. digimon vacina em estádio adulto.

Aquele anjo se aproximara de Keiichi planando, sem ao menos tocar o chão. Parecia cheio de si, ou talvez seu aspecto celeste desse essa impressão. Mas sua voz se veria gentil e amistosa para com o humano, como se veria a seguir.

[Angemon?]: Olá, jovem digimon. Você está bem? Me chamo Angemon, qual o seu nome? De onde veio? Não parece uma criatura típica desta região e não me recordo de algum digimon parecido com você.

Mas o que diabos?... Pelo menos, agora parecia que havia alguém disposto a ajudar, alguém que não só podia entender o que Keiichi era capaz de fazer, mas alguém disposto a tentar se comunicar amistosamente com um total estranho.

Keiichi - January 6, 2011 12:43 AM (GMT)
*Keiichi suspirou aliviado, seu orgulho não estava intacto, mas também não havia sido destruído, e acima de tudo, continuava cheiroso, talvez nem tanto quanto antes, mas ainda sim, melhor do que aquelas criaturas nojentas. Keiichi ficou admirado com a figura angelical e imponente que estava diante dele, seus olhos vibravam. Ainda não entendia o que estava acontecendo, mas pelo menos dessa vez não seria atacado com fezes. Keiichi se curvou levemente para Angemon após seu relógio lhe dar as informações, aquele gesto era pra mostrar respeito, ele levantou sua cabeça, falando educadamente

-Obrigado pela sua ajuda... Me chamo Keiichi Walker...Eu não sei responder sua pergunta..Sobre que tipo de digimon eu sou..Eu não sei o que é isso...Se não for pedir muito, poderia me responder algumas perguntas? Onde eu estou? Como saio daqui?- *Keiichi parou por um instante e raciocinou,chegou a conclusão de que algo era mais importante ser descoberto naquele momento* -...O que é "Digimon"?

Ring~ - January 6, 2011 01:12 PM (GMT)
QUOTE
[Angemon]: Keiichi Walker? Tem certeza de que você não é um Keiichiwalkermon?... - O celeste levou a mão livre à cabeça, parecendo refletir por alguns minutos conforme Keiichi o bombardeava de perguntas - Bom, de certo não é pedir muito, mas parece que você realmente ou é muito novo, ou de alguma maneira perdeu a memória, eu não sei. Se você não é um digimon, isso pode ser um assunto sério. Você está nas proximidades do Domo de Cristal, a área mais pacífica e corretamente regida do Mundo Digital. Nós, digimons, somos os seres que habitam esse mundo: um mundo feito de dados. Se você não é um digimon, como pode ao menos existir aqui?

Aquilo fora de imediato um choque para Keiichi. Angemon afirmava que eles estavam em um mundo de dados, mas dados do que, de computador?! Como ele poderia estar em um mundo "imaginário", falando e conversando com "criaturas imaginárias" que eram dotadas de consciência própria?! Com calma, Walker pôde colocar as informações de maneira organizada na cabeça: ele estava em um mundo digital, habitado por esses digimons, que provavelmente seriam criaturas digitais. Mas como?! Como ele poderia ter ido parar ali? Será que aquela estranha luz que vira há algum tempo poderia ter haver com isso?... Era tanta informação que seu cérebro ligou o alerta de confusão mental em estágio perigoso.

[Angemon]: Bom... Keiichi Walker... Ou seja lá qual for seu verdadeiro nome ou o que você for. Você não parece agressivo, então posso te oferecer uma ajuda, com uma condição: você poderia me acompanhar até nossa casa, o domo de cristal, e falar com nosso mestre de pesquisas, Wisemon? Gostaríamos de saber o que você exatamente é para podermos catalogar.

Outra coisa curiosa parecia aparecer na mente de Keiichi... Todas as criaturas tinham seu nome terminado pelo sufixo mon?... Então, o que ele significaria?...

Keiichi - January 6, 2011 08:32 PM (GMT)
*As perguntas de Keiichi foram respondidas, mas isso não significava que a sua confusão teria passado ou que novas perguntas não foram levantadas. Keiichi se manteve serio, sua mente trabalhava organizando as peças daquele quebra cabeça.

"Mundo digital? Como vim parar aqui?.. Pelo celular, aquele túnel verde.. Preciso descobrir de que forma isso aconteceu, por quê estou aqui e o mais importante, como voltar para o meu mundo. "Digimons", seres feitos de dados.. "Digi" é óbvio que é contração de digital.. O "mon" deve ser de monstro...

*A cabeça de Keiichi trabalhava bem, mas ele precisaria de um pouco mais de tempo, ele agora precisava dar uma resposta a Angemon, ele franziu o cenho quando o ser colocou sua condição, Keiichi não gostou nada daquilo, não sabia se estava sendo enganado de alguma forma, nada lhe garantia que não seria preso para ser usado como cobaia, esse tipo de preocupação se passava na cabeça do jovem, porém, aquela parecia ser a sua melhor opção naquele momento.

-Se não for pedir muito, passarei uma ou duas noites na sua cidade, e o seu senhor poderá me fazer qualquer pergunta que ele quiser, será um prazer ajudar quem me ajudou, por favor, mostre-me o caminho..-

*Keiichi mostrou gratidão mais uma vez, e ficou esperando que Angemon fosse na frente para poder segui-lo*

Ring~ - January 7, 2011 12:58 AM (GMT)
QUOTE
[Angemon]: Entendo. Por favor, me acompanhe ao domo de cristal.

Angemon bateu suas seis asas de uma maneira leve e simples, subindo mais um pouco no ar e começando a planar na mesma direção de que aquelas demais criaturas, Patamons, haviam saído levando Sukamon e Chuumon. Aquele homem, ou melhor, aquele digimon, parecia ser um defensor da justiça... Ou essa era a impressão que passava. Enquanto o acompanhava, Keiichi pôde sentir-se seguro, parecia que não enfrentaria novos perigos, pelo menos por enquanto. Após algum tempo andando, a semi-escuridão florestal deu vazão para uma luz infindável do sol que iluminava uma belíssima planície. A distância, Keiichi pôde ver uma espécie de domo transparente com vários prédios dentro dele, provavelmente aquele era o tal domo de cristal.

[Angemon]: Devemos demorar alguns minutos para chegarmos lá. Se quiser aproveitar a paisagem enquanto isso...

O local em volta parecia ser uma bela planície, com grama baixa, mas bastante verde. Em alguns lugares a planície era bordejada por uma faixa estreita de floresta, que, segundo Angemon comentara depois, era onde digimons como Sukamon e Chuumon gostavam de se esconder para fazer viajantes de tolos, impondo taxas que nunca existiram e coisas do gênero. Ao olhar para o céu sem núvens, Keiichi pode notar que vários Angemons voavam em alta velocidade na direção do domo, passando sem perceber que os dois se dirigiam na mesma direção.

[Angemon]: Aqueles Angemons estão carregando digimons jovens, em fase de bebê. Eles são trazidos da Vila do Início até o domo de cristal para serem criados como digimons inteligentes, para que evoluam de maneira correta.

Hum? Evoluir de maneira correta? Keiichi notava que os digimons pareciam ter fases, assim como os humanos: bebê, criança, adulto... Será que eles podiam crescer de maneira diferente? Será que um digimon não necessariamente se transformava de uma mesma forma? Alias, como será que ocorria essa transição de fases?... Eram criaturas estranhas, confusas, muito enigmáticas para se entender em um dia só. A proximidade com o domo de cristal se reduzia pouco a pouco, até que finalmente pareciam ter chegado a um portão de metal que era dividido em duas placas. Ao lado da porta, dois seres que lembravam a robôs estavam em guarda, mas pareciam respeitar a aproximação de Angemon, embora tenham se mostrado um tanto inquietos quando notaram a presença do humano. O apito e a reação foram quase instantâneos.

[Digivice]: Analisador digimon ativado, digimon encontrado: Guardromon, digimon vírus em estágio adulto.
[Angemon]: Guardromons, sou Angemon da Guarda Celeste. Trago um visitante para Wisemon. Gostaria de pedir permissão para passar.

Os robôs pareciam intrigados, mas aceitaram sem relutar ao pedido de Angemon. Um sinal baixo soara e as portas de metal se abriram em duas placas que deslizavam para os lados. Angemon entrou planando no domo de cristal, parando e se virando, estendendo a mão para Keiichi, como que o convidando a entrar.

Keiichi - January 7, 2011 02:39 AM (GMT)
*O ar fresco era realmente revigorante para Keiichi, o ar condicionado do prédio que estava antes de ser transportado realmente o incomodava. Ar natural realmente fazia sua cabeça funcionar. Quanto mais Angemon falava, mais perguntas surgiam na cabeça do jovem, ele apenas as armazenava em sua mente, como uma lista, Wisemon deveria saber responder melhor, pelo menos parecia ser um dos que possuía conhecimento ali.
*Se aproximando do domo, Keiichi notou que dois seres que pareciam robôs estavam de guarda, ele iniciou a Data Analysis.Raciocinando enquanto entrava no domo e seguia Angemon.Ele cumprimentou os guardas com um "boa tarde" ao passar por eles.*


"Então quer dizer que também existe esse tipo de "digimon"...Dos 5 que eu encontrei, 3 eram do tipo vírus e dois do tipo vacina..Talvez sejam dois grupos e ambos se dividem em estágios de evolução.. Vivenciei criança e adulto, Angemon acabou de dizer que também há o tipo bebê..Ah, e o mais importante, o nome de todos parece terminar em "mon"...

-Sem querer se atrevido ou inconveniente... Você poderia me dizer algo sobre esse Wisemon? Que tipo de pes.. digimon ele é?... Eu gostaria de dizer também que enquanto eu estiver hospedado aqui,para agradecer a hospitalidade,eu gostaria de ajudar com qualquer coisa, não só com a catalogamento do Wisemon...-

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Então, meu personagem é um gênio, mais chegado para cálculos, mas na minha interpretação ele está apenas organizando o pensamento, juntando as informações que ele conseguiu e fazendo suposições '-'
Se você achar que eu tou exagerando e colocando meus conhecimentos de player no meu personagem, eu paro \o

Ring~ - January 8, 2011 01:44 PM (GMT)
QUOTE
[Angemon]: Vamos primeiro nos preocupar em apresentá-lo a Wisemon. Ele é um dos digimons mais sábios, como seu nome sugere. Ele é quem cuida de uma equipe que faz a manutenção do sistema do domo, bem como a que mantém a lista de digimons problemáticos, proteja novos sistemas e tudo relacionado a isso. Eu faço parte da guarda do domo, então não sei realmente muito sobre esse misteriosos digimon... Venha, por aqui.

Os Guardromons não responderam à saudação do jovem, seria protocolo ou eles de fato eram antipáticos? Enfim. Agora, Keiichi e Angemon estavam dentro do domo, que era uma coisa cuja a qual o rapaz só poderia imaginar daqui a alguns anos em seu mundo: era uma cidade protegida por uma cúpula, aparentemente isolada do meio externo com exceção das entradas que haviam por ali. Do lado de dentro, mais três Guardromons completavam a entrada daquela porta e provavelmente, todas deveriam ser bem guardadas daquele jeito. Conforme andavam, o jovem pôde ver vários prédios altíssimos, talvez os arranha-céus do mundo digital, assim como várias casas pequenas casas, de onde saíam alguns digimons, provavelmente em fase adulta ou criança.

Haviam muitos digimons novos e talvez usar o analisador digimon pudesse atrair mais atenção do que o rapaz pudesse desejar, mas alguns digimons em especial chamavam-lhe a atenção: um deles parecia um lagarto humanóide com o corpo feito completamente de fogo, outro parecia um boneco de neve ambulante, alguns ainda pareciam dinossauros que agiam como crianças, correndo por aí como estúpidos. O local parecia uma cidade grande do seu mundo, embora a população dali fosse obviamente muito menor, fazendo com que o espaço do domo desse e ainda sobrasse para a entrada de muitos novos digimons.

Aquela análise do lugar durou pouco. Keiichi sentiu alguém segurando seus dois braços e logo percebeu que era Angemon. Mas o quê?! O digimon anjo começara a voar mais alto, facilmente carregando o rapaz pelos céus em uma velocidade muito maior! Abaixo, o Walker via os digimons passeando, ao seu lado, via vários digimons estranhos, todos alados, indo nas direções opostas e alguns os acompanhando. Quando notou, Angemon havia o levado para dentro de um dos prédios mais altos através de uma abertura que mais parecia um lugar receptivo para caças humanos e coisas assim.


[Angemon]: Desculpe pela turbulência. Esse andar é o centro de comando de proteção do domo. Alguns andares a cima fica o centro de pesquisa. Me acompanhe, por favor.

Angemon novamente começava a guiar Keiichi, que em meio há tantos novos digimons, provavelmente deveria seguir com calma. Conforme andavam - voava, no caso de Angemon - o jovem sobrevivente pôde ver digimons diferentes: um parecia um cavalo de armadura e asas douradas, de fato, parecia um pégaso. Uns poucos pareciam criaturas estranhas com uma broca no lugar de um chifre, cuja pele variava entre a barriga bege e as costas roxas. Havia ainda outros Angemons, assim como uma ou outra digimon que parecia ser uma variação feminina do guerreiro alado. Os corredores às vezes tinham janelas para algumas salas onde digimons cada vez mais estranhos, embora mais humanóides, pareciam estar conversando, sentado em cadeiras e discutindo algo que estava sobre uma mesa.

O lugar parecia bem organizado... Aqueles seres eram muito mais inteligentes do que Keiichi pudera supor. O anjo o levou até um elevador e, juntos, ambos subiram mais alguns andares. Quando puseram os pés de fora da máquina, o rapaz se surpreendeu: haviam vários digimons iguais digitando rapidamente em vários computadores: eles pareciam pequenos robôs, talvez alguma criatura de carne armadurada, pois nos seus olhos era possível observar um pouco do que pareciam ser músculos humanos nas regiões periféricas sob a armadura. Seus braços eram longos... E bom, o digivice continuava apitando para cada digimon novo que o rapaz vira e, como ali a maioria naquela sala - se não todos os operadores do que deveriam ser mais ou menos 50 computadores, aparentemente mais potentes que qualquer computador humano - não seria um problema tirar aquele apito irritante.


[Digivice]: Digimon encontrado; analisador digimon iniciado: Datamon (ou Nanomon), digimon vírus em estágio perfeito.

Ao ouvirem a voz robótica saída do estranho dispositivo de Keiichi, os Nanomons pareceram parar de trabalhar por alguns segundos, todos se viraram para olhar aquele estranho rapaz, todos pareciam se perguntar a mesma coisa: "o que era aquele garoto"? Parecia mesmo que humanos não existiam naquele mundo... Não até aquele momento. Esse pequeno constrangimento demorou alguns segundos, quando uma voz mais grossa e ecoada fizera com que todos aqueles digimons voltassem a trabalhar imediatamente.

[???????]: O que estão olhando? Voltem ao seu trabalho, Nanomon!

Logo a seguir, uma espécie de livros com escritos os quais o rapaz não conseguia identificar surpreendentemente apareceu do nada, flutuando a sua frente. Ele se abriu e dele uma figura começara a sair, como que por mágica. Conforme a criatura saía, o digivice do rapaz apitara novamente: era aquele, então, mais um digimon?

[Digivice]: Novo digimon detectado, analisador digimon iniciado: Wisemon, digimon vírus em estágio perfeito.

Estágio perfeito... Parecia que Keiichi havia encontrado o próximo nível de evolução dos digimons... Mas sera´que ele seria muito mais evoluído do que um digimon adulto?... Afinal, nem tudo é "perfeito"...

[Wisemon]: O que você trouxe até aqui, Angemon? Não há registro desse tipo de criatura em nosso mundo. Isso é um novo vírus?
[Angemon]: Desculpe, Wisemon. Mas encontrei esse estranho aglomerado de dados enquanto fazia uma busca por digimons encrenqueiros e como não o reconheci de jeito nenhum, achei que o senhor pudesse querer vê-lo...
[wisemon]: Pois bem, deixe essa criatura falar. O que é você?

Parece que agora era a vez de Keiichi fazer uso da palavra...

Keiichi - January 9, 2011 01:12 AM (GMT)
*Vendo tantos digimons, Keiichi pôs a sua mão esquerda dentro do bolso, escondendo o relógio, para que o bipe não chamasse tanta atenção, e ele também não queria ser incomodado. Até que Angemon o pegou pelos braços, ele ficou apreensivo, seu medo de uma possível traição, pois não era por se parecer com um anjo,se é que ele sabia que era isso, que provava que aquele ser era bom ou tinha boas intenções para com ele. Mas os medos de Keiichi cessaram, pelo menos um pouco, quando ele o levou para dentro do prédio.
*Acreditando estar seguro, Keiichi usou o Data Analysis num digimon, e teve um susto ao descobrir o seu rank, era mais uma informação para a sua teoria, mas ele se sentiu mal por não supor que haviam outros níveis, e era uma informação "solta", só poderia liga-la com a possível rota de evolução mas não sabia coloca-la ou se existiam mais e quantos eram,entretanto não tinha tento para isso, ele engoliu seco ao ver todos aqueles seres,digimons, todos o encarando. Keiichi ficou serio quando viu aquele livro aparecendo do nada, não se surpreendeu quando aquele ser saiu de dentro dele, logo o analisou como o digimon anterior. A vez de falar foi dada a Keiichi


-Obrigado... Bem.. Eu não sei exatamente o que eu sou, acredito que não seja um Digimon, e tenho certeza de que não sou um vírus, ou já teria infectado a todos, não? Não tenho nenhuma intenção hostil, lhe l... Te contarei a minha história até o momento em que o Angemon me encontrou... Você quer que eu conte aqui, ou prefere ir para outro lugar para podermos discutir?-

*Keiichi estava cauteloso, mantinha sua voz num tom calmo e pacifico, dando enfase na parte em que afirmava não ser uma ameça, primeiro por realmente não ter más intenções contra aquelas formas de vida e querer apenas voltar para o seu mundo o mais rápido possível e segundo, não era páreo nem mesmo para um digimon em forma de fezes, imagina um que saí de um livro segurando esferas flutuantes com aparência de um modelo atômico?

Ring~ - January 9, 2011 08:19 PM (GMT)
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[Wisemon]: Muito bem. Siga-me até meus aposentos, onde ouvirei sua história com calma e decidirei o que você é.

Wisemon mantinha-se em pé, em cima do livro. Aquele curioso e estranho 'digimon' começara a flutuar pelo corredor, cujas paredes eram os incríveis Nanomons que digitavam e analisavam dados rapidamente. No final daquele corredor de computadores, uma porta metálica se abrira em duas placas, dando passagem para uma sala um tanto quanto menor se comparada com a sala principal de computadores, não deveria ter muito mais do que 7x7 e todas as paredes pareciam estar poluídas de teclas de computadores, visores que pareciam mostrar o que se passava através de câmeras e coisas assim. Encostada na parede havia uma pequena mesa, embora nenhuma cadeira estivesse lá.

Wisemon flutuou até atrás da pequena mesa de madeira e sentou-se no livro que estava abaixo dele: a ausência do assento fora explicada. Ele virou-se até o garoto, seus olhos amarelos sob o manto que obscurecia seu rosto pareciam agora um pouco assustadores. Ele juntara as mãos como quem estava pensando, seus orbes flutuantes ficavam orbitando em torno do corpo.


[Wisemon]: Compartilhe sua sabedoria comigo. Quem, o que é você e por que está aqui?

A porta atrás de Keiichi se fechou.

Keiichi - January 9, 2011 08:48 PM (GMT)
*Keiichi já havia parado de suar a um tempo, seguiu aquele digimon até o que parecia ser seu escritório, que era um tanto quanto...Exótico. Keiichi não se abalou nem por um único momento, sua integridade mantinha-se sólida como um barco que enfrentava uma tempestade, enfrentaria turbulências, mas se manteria firme no final. Keiichi suspirou, começando a falar após Wisemon ter dado suas ordens

-Muito bem..Acho que você ainda não conhece meu nome, mas me chamo Keiichi Walker, e tenho grandes motivos para acreditar que de alguma forma fui mandado do meu mundo para o seu.,,

*Keiichi contou um pouco da sua história de vida, explicou como as coisas aconteciam no seu mundo, do ciclo de vida dos animais e plantas até a forma da qual os dados eram usados, mas tudo isso em breves resumos, como um pequeno anexo. Agora que Wisemon sabia um pouco sobre seu mundo,Keiichi então contou a historia daquele dia, desde a cerimonia até o momento de ser salvo por Angemon. Mencionou seu digivice vagamente, apenas como "um item que estava comigo quando acordei", desviando a atenção rapidamente para outro ponto da historia. Keiichi deu o seu "All-in", não podia vacilar, apesar de sair de forma natural, ele tentava controlar o que dizia, para não falar algo com qual pudesse ser considerado uma ameaça ou nas quais poderia se equivocar por algum motivo no futuro, como o Digivice.

Ring~ - January 11, 2011 04:29 PM (GMT)
QUOTE
[Wisemon]: Estranho. A história que me contas nunca teve precedentes. Você diz que não é um digimon, mas que é uma criatura denominada "humano". Você, entretanto, parece ser feito de dados assim como nós. Eu gostaria de pedir sua permissão para analisar sua estru--.

Antes que Wisemon pudesse terminar sua frase, a porta de metal se abriu e se fechou quase que ao mesmo tempo. Uma criaturinha ofegante, de corpo meio amarelado, chifre da mesma cor - embora com algumas linhas negras enfeitando-o - e coberta aparentemente por algum casaco de pele lavanda com algumas marcas azul escuro olhou com seus olhos avermelhados e preocupados para Wisemon. O digimon perfeito parecia conhecer aquela criaturinha, mas Keiichi não fazia idéia de quem era. Seu digivice apitou novamente. O barulho surpreendeu ambos os digimons ali presentes, mas Wisemon fora mais rápido que qualquer movimento dos dedos de Keiichi.

[Wisemon]: O que houve, Gabumon?

O digivice do rapaz estranhamente parou de apitar, como se sua função de analisador digimon não fosse mais necessária. Será que o nome do digimon era de fato a importância daquela função do digivice, ou teria sido aquilo um truque de Wisemon, que talvez já estivesse analisando o humano?

[Gabumon]: Lorde Wisemon... - O digimon pequeno ofegou um pouco antes de continuar. - Na remersa de digimons bebês para a zona de desenvolvimento... Um digi-ovo... Um digi-ovo acabou vindo junto!... Ele não nasce de maneira nenhuma... Nós não sabemos o que fazer!
[Wisemon]: Isso também não tem precedentes... Parece que alguma coisa está errada no mundo do lado de fora do domo. Hm... Keiichi Walker era seu nome, correto? Eu gostaria que você me emprestasse esse seu dispositivo que apita por algum tempo, não foi ele que revelou informações sobre mim na sala dos Nanomons, agora a pouco? Gostaria de descobrir que outras funções ele tem. Você me permite?
[Gabumon]: Ah, lorde Wisemon! Como o senhor pode pensar em pesquisa uma hora dessas?! Ah meu deus, ah meu deus!...
[Wisemon]: Se acalme, Gabumon. Walker, eu gostaria que você acompanhasse Gabumon até o andar dos digimons recém-chegados, Eu acho que você poderia ajudá-lo de alguma forma.
[Gabumon]: O senhor acha que ele pode?! Então venha logo aí, seu estranho! Deixe o que lorde Wisemon quer aqui e me ajude, por favor! Nós não sabemos mais o que fazer!...

Keiichi - January 11, 2011 04:50 PM (GMT)
*Desde que a função de "Enciclopédia" foi ativada conscientemente por Keiichi, ele desejava um lugar sozinho e tempo para poder analisar aquele artefato, não sabia se Digi-Vice era mesmo o seu nome ou como ele foi parar em seu pulso, mas sentia que de alguma forma aquela seria a chave para a sua sobrevivência naquele mundo estranho.
*A oportunidade de teste havia chegado de forma mais precoce do que ele poderia imaginar, havia descoberto mais um passo na evolução daqueles seres, sabia que eles, ou pelo menos alguns, nasciam de ovos.


-Ajudarei como puder, farei o meu melhor...-

*Keiichi ia seguindo aquele que se chamava Gabumon, mas parou um instante e acenou com a cabeça para Wisemon enquanto lhe diria a palavra, Keiichi falava firme, não sabia operar a 100% aquele aparato, longe disso se ele possuísse mais funções do a Data Analysis, mas algo no seu coração dizia que ele deveria estar perto desse tal "digi-ovo" desde que ouviu falar dele. Por que tinha tanta confiança? Keiichi era do tipo cético, geralmente pensando com a cabeça, porém, raras as vezes que agia com o coração, ele estava correto de alguma forma. Keiichi correu para alcançar o Gabumon, pensando por um instante se uma vez que ele soubesse o nome do Digimon a função de analisar do seu relógio era desabilitada. Após alcançar o digimon azul, Keiichi o acompanhou tentando se manter no mesmo ritmo que ele.

Ring~ - January 14, 2011 01:55 PM (GMT)
QUOTE
[Gabumon]: O senhor ainda está pensando em fazer pesquisas em um momento como esse, lorde Wisemon?! Depois o senhor conversa com o menino, temos um caso de vida ou morte aqui!
[Wisemon]: Espere, Gabumon!

Gabumon então começou a correr enquanto segurava a mão de Keiichi, levando-o consigo pelo mar de computadores dos Nanomons, enquanto Wisemon havia sido deixado para trás. O rapaz e o digimon corriam com rapidez até o elevador por onde Keiichi havia entrado com Angemon e, quando entraram, Gabumon se apressou em apertar o último botão em que estava escrito: "ID". O elevador então iniciou uma descida rápida e turbulenta, o que não assustava Gabumon nem um pouco, mas talvez pudesse afugentar de leve nosso amigo não-digimon. Quando a porta se abriu, Walker fora arrastado pelo chifrudo por um corredor escuro e extenso que levava até outra porta de metal dupla, que ao se abrir revelou algo inimaginável.

Parecia que o rapaz tinha acabado de entrar em um parque de diversões ou uma coisa assim. Vários digimons - todos eles iguais, ou pelo menos a maioria - estavam cuidando de várias coisas que pareciam ser bonecos de pelúcia, eram muito baixinhos e a maioria tinha sua forma meio arredondada. Os digimons que pareciam estar cuidando dos digimons menores - o que podia-se supor, eram os digimons em estágio bebê - eram em sua maioria outros Gabumons, embora ouvessem alguns Patamons e alguns digimons que paeciam um aglomerado de rochas... E aí seu digivice parecia fazer outra aparição.


[Digivice]: Analisador digimon ativado, novos digimons encontrados: Gostumon, digimon data em estágio criança.

Foi aí que Keiichi percebeu que o Gabumon que o estava acompanhando, diferente dos outros, tinha uma espécie de anel vermelho no chifre, o que deveria indicar que ele era o responsável por ali. O digimon começou a guiar o humano através daquele local de cuidados que lembrava muito uma creche, na verdade. Tinha brinquedos, casinhas de madeira, grandes cubos de algodão, berços de pedra pelo que pareciam e tudo mais. A maioria dos digimons nem notou os dois passando, embora alguns tenham ficado apreensivos com a aparição de uma criança nunca antes vista por ali, afinal, Keiichi era o organismo estranho ali.

No meio de toda aquela suposta área de lazer havia o que parecia ser um ovo, do tamanho de ovo de avestruz. O ovo era totalmente roxo, salvo algumas manchas e linhas brancas que estavam espalhadas por sua extensão. Ele não se movia nem nada e parecia ser por isso que Gabumon estava preocupado.


[Gabumon]: Está vendo aquele digi-ovo? Aquele foi o que veio parar aqui acidentalmente. Normalmente, ovos, quando sentem muito movimento por perto, preferem nascer logo. Mas esse nem ao menos se move! Para fazer um digi-ovo nascer, normalmente basta esfregá-lo para que ele choque... Mas nada está adiantando!... Ele parece se recusar a nascer, eu não sei!... Ah, droga!... Não sei mais o que fazer...

Keiichi - January 14, 2011 08:59 PM (GMT)
"Tipo.,Data? Nem vírus nem vacina.." *Keiichi pensou por um instante sobre a classificação daquele digimon, mais um ponto que precisava ser corrigido na sua teoria. Mas aquela não seria a hora, sua cabeça não estava preocupada com esse assunto nesse momento.
*Keiichi foi levado até o ovo problemático,ele imagina algo bem surreal, foi surpreendido, o ovo era bem menos do que esperava, bem, não era nada do que já tivesse visto antes, tinha o tamanho de um ovo de avestruz, mas a coloração era completamente anormal, fazendo Keiichi se lembrar brevemente dos ovos de pascoa, ele nunca entendeu aquelas coisas.


-Posso..?-

* Falava Keiichi olhando para o Gabumon responsável, enquanto estendia a mão direita para tocar no ovo, com o consentimento dele, Keiichi tocou o ovo de leve, fazendo um carinho nele, Keiichi sentiu uma pulsação estranha vindo daquele ovo, por um segundo, se sentiu isolado, só ele e tal "pre-ser". Mas aquilo tudo se desfez em menos de um segundo. Keiichi pegou o ovo e se sentou ao chão, sentando com as pernas cruzadas em "borboleta", colocando o ovo cima do colo, esfregando ele com as duas mãos, com cuidado*

-E você amigão? Não vai sair? Tem muitos outros pequeninos aqui querendo brincar com você...-

*Keiichi não era nem um pouco fã de crianças, era uma das piores pessoas para ficar com elas, mas sentia uma estranha ligação com aquele "zigoto" em suas mãos*

Ring~ - January 18, 2011 01:53 PM (GMT)
QUOTE
Queria pedir desculpas pelo atraso pra você também, Keiichi. Foi mal ;x... Mas eu acho que a espera talvez valha a pena... =x.


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DODOMON NASCE

[Gabumon]: Pode sim. Estou desesperado. Pessoal, deixem esse estranho passar até o ovo, fiquem de olho nele por via das dúvidas.

As suspeitas de Gabumon eram completamente compreensíveis. Keiichi tampouco era um digimon, era um ser estranho a todas aquelas criaturas, ali, ele parecia ser quem estava invadindo o espaço de alguém. Ele sentiu-se confortado por ver que, de certo modo, conseguira a confiança de Gabumon ao ponto de poder se aproximar daquele digi-ovo, pegá-lo e sentar com ele em seu colo por algum tempo. De início, o rapaz não sentira aparentemente nada ao passar suas mãos sobre a superfície arroxeada mas, conforme esfregava e falava baixinho, o ovo parecia se mover lentamente para os lados, como se o embrião estivesse chutando a casca. Alguns digimons que estavam passando pararam para observar o ovo que jamais mostrara um sinal de tremedeira começar a tremer.

Gabumon em especial parecia perplexo, ficando do lado de Keiichi conforme ele esfregava o ovo e ele ficava cada vez mais cheio de energia. Até que... Puft! O ovo pareceu explodir em uma fumaça rosada. O rapaz pôde ver em sua mão uma criatura pequena, fofa, de pelugem arroxeada e manchas brancas no rabo e ao redor da boca. A sua frente uma espécie de berço de pedra havia surgido do nada, talvez fossem os remanescentes da casca do digi-ovo que teriam se convertido naquilo em questão de segundos.


[???????]: Puyo!
[Gabumon]: V-Vo-Você conseguiu! Parece que você chocou um Dodomon!

Estranho. Gabumon acabara de pronunciar o nome daquele recém nascido, mas seu digivice ainda pedia pela ativação do anaiisador digimon mesmo com o conhecimento do nome... O que será que teria acontecido na sala de Wisemon, então?

[Digivice]: Novo digimon encontrado, analisador digimon ativado: Dodomon. digimon sem definição em estágio bebê.

Que estranho... Digimon "sem definição"? Será que isso era por que a criatura tinha acabado de nascer? Por isso ele não era nem Data, nem Vacina e tampouco Vírus?... Interessante. Aquee mundo ficava cada vez mais interessante. A criaturinha ficava saltitando na mão de Keiichi e assim permaneceu por alguns poucos minutos, quando Gabumon tomou Dodomon da mão do rapaz e colocou-o no berço.

[Gabumon]: Vamos deixar esse Dodomon descansar no seu berço, deve ter sido uma batalha difícil. Obrigado, estranho. Serei grato a você para sempre. Eu adoraria deixar você olhar os demais digimons bebês... Mas acho que lorde Wisemon ainda queria falar com você...



Keiichi - January 18, 2011 07:38 PM (GMT)
*Keiichi continuou com o digi-ovo em mãos, tentado fazer contato com o mesmo, percebendo que havia tido mais sucesso que os outros, até que para o susto de sua pessoa, o ovo de repente explodiu, Keiichi achou que tinha feito bobagem, nunca havia tentado chocar um ovo, muito menos o de um digimon, até que a fumaça se esvaiu e ele pode ver uma criaturinha em suas mãos, não era do seu feitio, mas ele achou aquele digimon bem bonitinho, era uma pessoa seria, não era nem um pouco fresco. Ele fazia cafune na cabeça do bebê, enquanto o mesmo dizia "puyo". Até que algo que Gabumon disse fez Keiichi suar frio, "Parece que você chocou um Dodomon", ele disse. Aquelas palavras ficaram martelando a cabeça de Keiichi. "Se eu choquei um ovo..Significa que eu sou..O pai?.." *A paternidade era um dos maiores medos de Keiichi, e parecia que os seus velhos medos voltaram para assombra-lo. Até que ele foi, literalmente, salvo pelo "gongo", nesse caso, um "bip". O Digivice de Keiichi(Pelo menos ele resolveu chama-lo assim) emitia um barulho conhecido, Keiichi apertou o botão, e obteve os dados de Dodomon, "estranho..." -pensou ele- "..Eu já sabia o nome.. E mesmo assim obtive os dados...O que aquele tal Wisemon fez aquela hora?.. *Keiichi não contrariou Gabumon, entregando pacificamente Dodomon quando ele veio busca-lo, acenando com a cabeça concordando quando o chefe do berçário disse que ele deveria ir ver o chefe de pesquisas. Keiichi ficou de pé. Ele esperou que Gabumon terminasse de ajeitar o bebê em seu berço, para falar com ele novamente

-Eu lembro o caminho até a sala do Sr.Wisemon... Mas entendo se você preferir me acompanhar...-

*O olhar de Keiichi era sério, ele não queria botar medo nem nada, ele apenas mostrava extrema certeza em suas palavras, ele realmente se lembrava do caminho, mas sabia que era um convidado que precisava de supervisão, não poderia ir de um lado para o outro sem ninguém o acompanhando, ele queria deixar claro que entendia sua situação.Mas aquele olhar serio se desfez quando ele olhou novamente para Dodomon

-Espera só um pouco..?-

*Keiichi tentou retirar sua jaqueta lentamente, tentando não fazer movimentos bruscos para não ser mal-interpretado, um mal-entendido na situação em que se encontrava seria catastrófica, significaria seu fim se pensassem que ele estava tentando fazer algo ruim, principalmente em lugares como uma incubadora. Keiichi retirou seus óculos de sol do bolso da sua jaqueta, colocando-os na gola da sua camisa, ele fez levou a sua jaqueta até o berço do Dodomon, fazendo um pequeno acolchoado para o mesmo, deixando que Gabumon presenciasse o que ele fazia e percebesse os detalhes.

-..Não gosto de crianças mimadas..Mas qual o problema em deixar um bebê mais confortável em?...Mas se tiver problema eu tiro..!-

*Keiichi deu um pequeno sorriso, meio sem graça, coçando atrás da cabeça

-Vamos? Ou você prefere que eu vá sozinho..-

Ring~ - January 20, 2011 02:29 PM (GMT)
QUOTE
...E NANOMON ATACA!


[Dodomon]: Puyoooou~

Parecia que Dodomon gostava das acomodações recém construídas de Keiichi. Gabumon ficou olhando para aquilo intrigado, parecia pensativo com alguma coisa. Os digimons que observavam a cena já haviam voltado com certa pressa ao seu trabalho devido ao pequeno descanso; assim, o rapaz pôde ver alguns outros digimons que eram levados para berços, outros para brincar com alguns digimons de pedra, os tais Gotsumons. Ao término daquela bela cena que enchia a mente de Keiichi com algumas perguntas, talvez mais perigosas.

[Gabumon]: Tudo bem. Eu posso acompanhá-lo até a sala do lorde Wisemon. Agradeço pelos seus esforços, seja lá como você se chame!

Um gabumon aparentemente mais feliz começava a guiar Keiichi de volta o elevador, onde ambos começaram a subir vários andares bem rapidamente. Era incrível, parecia que ninguém parava o elevador quando ele estava em movimento, tornando o trânsito por ali algo bem rápido e simples. Bom, pelo menos era essa a primeira impressão. Como a incubadora ficava no andar mais baixo daquele arranha-céu, um andar subterrâneo assim por dizer, ainda faltavam alguns andares para o setor de pesquisas onde estava Wisemon quando o elevador parou de súbito. Até mesmo Gabumon parecia intrigado com aquela parada repentina.

Tudo estaria bem se a porta tivesse aberto e alguém tivesse entrado para acompanhá-los, mas o que aconteceu a seguir foi no mínimo tenebroso. O elevador tremeu um pouco, como se alguém tivesse pulado sobre ele, e as luzes se apagaram. Nenhuma luz de emergência foi ativada. Keiichi e Gabumon puderam ouvir o compartimento de emergência que fica na parte de cima do elevador se abrir - uma espécie de alçapão - e, no minuto seguinte, Keiichi não se via mais dentro do elevador.

Tudo que ele conseguia ver era uma espécie de caminho vertical cujas paredes eram ferro e vários fios. Ele conseguia também ver o elevador que ficava cada vez menor a medida que se afastava... Afastava, mas como? Ele estava sendo carregado por alguma coisa... Nesse caso, por alguém. O garoto sentiu a mão de metal fria de um digimon enrolada em seu corpo, como se estivesse extendida. Ele então percebeu que estava sendo carregado por um Nanomon que subia incessantemente pelos cabos que sustentavam o elevador. Ele parecia estar transtornado.


[Nanomon]: NANO-NANO-NANOMON!

Acompanhando seu grito de guerra um tanto quanto robótico - e também, estranho, uma vez que ele não movia a boca para falar - o Nanomon girou com velocidade pelos cabos de sustentação e saltou na direção do que parecia ser uma tubulação de ar. O impacto com aquele lugar um tanto quanto apertado fizera Keiichi desmaiar. Quando o rapaz acordou de novo ele se viu amarrado desde o tórax até a cintura, não bastasse, também estava pendurado pelo braço... Justamente pelo braço onde estava seu estranho relógio. Ele olhou em volta e percebeu que a única fonte de luz daquela sala escura era a tela de um computador, na frente do qual estava Nanomon digitando como um desesperado.

Ao examinar a tela daquele dispositivo, Keiichi pode ver que seu digivice estava sendo exibido lá. Várias linhas verdes ligavam diversas partes a nomes cada vez mais curiosos: funções, contrato, biofusão... Parecia que aquela criatura estava analisando o tal "digivice" de Keiichi! Mas... Por que ele teria tornado o rapaz um captivo?...

Keiichi - January 20, 2011 04:25 PM (GMT)
*Em um minuto, Keiichi se via dentro de um elevador seguindo para ver Wisemon, o garoto pensava como deveria agir com aquele digimon, e no seguinte, ele estava sendo levado para longe, ele olhou para o seu raptor e o reconheceu como um daqueles que estavam na sala que Angemon o havia levado. Mas a mente de Keiichi se apagou quando seu corpo sentiu uma pancada, e finalmente desmaiou.
*Quando Keiichi acordou, ele abriu os olhos, achando que estaria em seu mundo, que tudo que havia passado até então havia tido sido apenas um sonho ou algo do tipo, mas suas esperanças se desfizeram quando ele percebeu a situação que se encontrava, e se lembrou que já havia descartado a possibilidade daquilo ser um sonho desde que correu dos ataques do Suukamon, ele se sentiu cansado, sentiu o suor escorrendo pelo seu rosto, nenhum sonho seria tão real.
*Keiichi parou para analisar a situação, estava amarrado, o Nanomon parecia estudar o seu relógio, mas por quê sequestra-lo? Será que Wisemon tinha algo haver com aquilo?*
*Tentando não fazer barulho, Keiichi tentou pegar o seu canivete, apesar de ser um chaveiro, não era tão difícil de separa-lo das chaves, e como estava dentro do bolso, não deveria fazer muito barulho.


off:
Eu não entendi muito bem como e tou amarrado .-.
Eu tou sentado? Meu corpo todo está sendo suspenso só pelo braço esquerdo(do digivice) ou só o braço está suspenso(tipo eu sentado com o braço levantado) ? Quando você diz que eu tou amarrado do tórax até a cintura vc kiz dizer q eu o meu braço direito tá amarrado também neh? xP
essa parte axo q eu saquei, bem, ele tá tentando pegar o canivete com a mão direita mesmo. A depender de como estiver amarrada a mão dele, ele ainda vai tentar do mesmo jeito, se for o caso \o

Ring~ - January 22, 2011 12:24 AM (GMT)
QUOTE (Posição)
Você está amarrado completamente em torno do tórax, suspenso pelo braço do digivice.


QUOTE
O COMEÇO DA FUGA!


Keiichi tentava calmamente pegar o maço de chaves que continha seu tão importante chaveiro em forma de canivete. Aquilo poderia ser a decisão entre a vida ou morte, ou, bem, assim parecia. Nanomon estava tão ocupado digitando várias coisas no computador e era impressionante: ele conseguia digitar palavras extensas em questões de segundos em um programa que lembrava em muito o DOS. Talvez ele estivesse programando alguma coisa que provavelmente tinha haver com o digivice do rapaz, dado que a imagem do relógio não se esvaira da tela nem por um segundo. Com um pouco de esforço o rapaz conseguira recuperar o canivete com sucesso. Ativar as lâminas não era um problema, mas seus braços devidamente imobilizados tornavam difícil, se não impossível, fugir usando o canivete. Keiichi podia tentar cortar a própria corda com uma das lâminas mas a posição em que estava preso tornava isso muito desconfortável e, portanto, difícil.

Enquanto arquitetava sua fuga, o rapaz podia ouvir Nanomon praguejando sobre alguma coisa... Talvez se esperasse mais um pouco, pudesse realizar sua fuga com sucesso...


[Nanomon]: ...Função Biofusão... - Ele falou baixo, fazendo alguns sons eletrônicos a seguir. - Com isso, poderei evoluir facilmente para o último estágio...

O que aquele digimon poderia estar planejando com o relógio de Keiichi? Além do mais... O que era essa tal de biofusão?

Keiichi - January 22, 2011 06:58 PM (GMT)
*Biofusão? O que diabos era aquilo afinal? Keiichi não fazia a minima ideia, mas suas suspeitas de que tal utensílio não servia apenas identificação agora se tornavam medos, tal aparato era mesmo poderoso a ponto de coloca-lo em tal mal situação? Keiichi suava, seu corpo era resistente mais seu braço doía tendo que suportar o peso de todo o seu corpo.
*Keiichi "funcionava" bem sob pressão, mas sua vida nunca esteve em risco e nunca teve tão poucas opção, havia conseguido pegar seu canivete, mas usa-lo seria difícil naquele momento.


"Vamos Keiichi...Pense!..."

*Usando a ponta do pé direito, Keiichi começou a retirar o seu sapato esquerdo, deixando só metade na ponta do pé, ele balançou a perna esquerda arremessando o sapato em Nanomon, pelo menos na direção dele.
*Keiichi segurava forte o seu canivete, e agora, disfarçadamente tentava cortar um dos cabos usando a lâmina em forma de serra, rezando para que não passasse energia por eles, apesar do cabo do seu canivete ser isolante, não era tão bom assim, rezando também para que toda a amarra se desfizesse quando ele cortasse o cabo.Ele tentou girar o pulso esquerdo,para que a sua mão pudesse agarrar os cabos em volta do relógio.Ele deveria ser capaz de se segurar usando somente a mão esquerda, mas se as amarras se desfizessem com violência, seria prejudicial ao se braço se ele estivesse simplesmente amarrado...*


-...Wisemon sabe o que você está fazendo?-

*Keiichi tentava chamar a atenção do seu raptor para o seu rosto, ele estava sério. Obviamente, aquela atitude da parte de Keiichi não era para simplesmente desviar a atenção, Keiichi queria analisar a forma que Datamon iria reagir ao ouvir aquelas palavras.
*Keiichi tinha alguns conhecimentos em atuação,não era mestre em leitura corporal, principalmente de digimons, mas deveria perceber detalhes.


"..Vamos ver..Ou ele ainda sente medo do Wisemon...Ou está trabalhando com ele... Ou vai dar uma de megalomaníaco destemido com essa de 'ultima evolução..."

Ring~ - January 24, 2011 10:01 PM (GMT)
QUOTE
Com sucesso, Keiichi iniciara seu plano de fuga, começando a cortar as amarras com seu canivete de uma maneira bem lenta, talvez demorasse alguns minutos para que conseguisse a sua liberdade. Nanomon continuava a digitar em uma velocidade anormal para qualquer ser humano, mas foi distraído pelo calçado do rapaz que o atingira diretamente no que parecia ser sua cabeça - o vidro opaco. Ele virou-se de leve para o humano, encarando-o por vários segundos enquanto as teclas do computador pareciam se apertar automaticamente, configurando algum programa em um nível que o rapaz não conseguia compreender - principalmente pelos caracteres estranhos que estavam sendo utilizados.

[Nanomon]: ...

Ele se virara novamente para o computador, ignorando Keiichi quase que por completo. O rapaz poderia continuar serrando a sua libedade por mais alguns minutos pelo menos, julgando pelo fato de que Nanomon parecia estar muito mais interessado em concluir aquela sua rápida pesquisa do que em retrucar aos insultos do rapaz. Mas pela velocidade crescente dos dedos do digimon, parecia que ele já estava bem próximo do fim.

Keiichi - January 25, 2011 09:49 PM (GMT)
*Keiichi se sentiu um pouco mal por ser ignorado, julgou mal a personalidade do seu raptor, parecia que digimons eram bem mais complexos do que seres humanos "Ok..Por essa eu não esperava.." pensou o rapaz, parecia que psicologia não iria funcionar, quem sabe o blefe que tinha imaginado funcionasse no futuro, mas agora precisava sair dali o mais rápido possível, Nanomon parecia prestes a finalizar seu trabalho, Keiichi não sabia por quanto tempo seria útil para o digimon, ou seja, não sabia por mais quanto tempo ficaria vivo.
*Ele se concentrava em continuar serrando as cordas, tentando se manter calmo para não acabar fazendo alguma bobagem como derrubar o canivete, sua prioridade agora era fugir das amarras, e depois tentar sair sem ser notado.

Ring~ - January 29, 2011 12:38 PM (GMT)
QUOTE (AJUDA)
Keiichi continuava seu trabalho feroz em cerrar a pequena cerra para que pudesse fugir daquela situação horrível. Nanomon continuava seu trabalho numa velocidade incrivelmente superior às atitudes do jovem humano e, por simples cálculos matemáticos envovlendo tempo, ele estaria perdido. Aquele digimon vírus prosseguiu por mais alguns minutos e, quando o humano estava prestes a serrar o primeiro laço da corda, Nanomon apertou um simples botão que o desamarrou, fazendo com que caísse no chão, derrubando o canivete no impacto - este girara e batera na parede. A corda estava desfeita e Nanomon se virava para Keiichi, parecendo ignorar completamente o fato de que o rapaz tentara fugir - se é que tentara.

Ele erguera seus longos braços na direção do rapaz como se fosse fazer mais alguma coisa. O medo poderia estar tomando conta do rapaz naquele minuto. Aquele vidro na cabeça do digimon brilhou por milésimos de segundo, aquela luz avermelhada passou direto para seus olhos e logo a seguir começou a passar do braço até as mãos. Quando uma luz avermelhada começou a surgir nos buracos que se abriram em seus dedos, um barulho de metal quebrando foi percebido.


[Nanomon]: DIGITAL BOMB!
[Gabumon]: PETIT FIRE!

O rapaz pôde ver vários mísseis - ou ao menos era isso que eles aparentavam ser - em forma de tubarões alaranjados voarem das mãos de Nanomon na sua direção. Mas, no último minuto, uma chama azulada aparecera atingindo os mísseis e explodindo-os: é claro que a explosão feriu um pouco o rosto do rapaz e o jogou na parede, mas aquilo sem dúvida era muito melhor do que estar morto.

[Angemon]: HAND OF FATE!

Então, um raio de energia dourada surgiu e atingiu Nanomon fazendo com que ele fosse arrastado no chão até se chocar contra a parede. Keiichi pôde observar Angemon voando rapidamente na direção do digimon ultimate, usando seu bastão dourado para atingi-lo na cabeça, quebrando aquele vidro. O digimon raptor parecia desaparecer no segundo seguinte, como se tivesse implodido e se transformado em pó. Gabumon, acompanhado de um pequeno digimon arroxeado, correram até o lado de Keiichi. Aquele pequeno digimon lembrava bastante ao pequeno Dodomon que o rapaz encontrara há pouco, mas ele certamente era diferente...

[Gabumon]: Você está bem, Keiichi?! Depois que Nanomon levou você do elevador, eu fiquei algum tempo preso lá. Mas Angemon me falou que Dodomon evoluiu para Dorimon, fugiu do berçário pela tubulação de ar para avisá-lo do problema com o elevador. Graças a esse pequeno eu fui salvo e pudemos ajudar você, lorde Wisemon detectou seu sinal incomum no prédio.
[Digivice]: Digimon encontrado, analisador digimon encontrado: Dorimon, digimon em treinamento (baby II) sem atributo.
[Dorimon]: "Você está bem!?"

Angemon se aproximava de Keiichi como que fazendo a mesma pergunta em sua mente. Aquele pequeno Dorimon, que em muito lembrava Dodomon, parecia repetir as palavras de Gabumon por instinto, como se estivesse aprendendo a falar. Ele parecia tão preocupado, assim como os outros dois digimons ali.

Keiichi - January 30, 2011 03:08 AM (GMT)
*Keiichi sentia que já estava quase conseguindo, ele se preparava para cair, mas foi pego de surpresa quando o seu raptor simplesmente o libertou de suas amarras, fazendo ele cair no chão e soltar seu canivete.
*Keiichi fez força, tentando se levantar, mas congelou quando viu seu raptor se aproximando, Keiichi estava com um dos joelhos tocando o chão, com a outra perna pronto para levantar(mais ou menos como os antigos cavaleiros ficavam perante a realeza). Obviamente Keiichi não estava fazendo nenhuma reverência, ele estava tentando se levantar quando foi surpreendido, Keiichi não tinha ação, não tinha como lutar contra aquele "robô", não tinha para onde correr. Keiichi sentiu-se extremamente impotente perante Datamon, ele apontou seus dedos para o jovem rapaz, ele sabia que sua hora estava próxima, Keiichi franziu o cenho e serrou os dentes.


"Droga..Aqui não! Agora não!.."

*Keiichi não queria morrer, mas entendia o quão sinistra era sua situação. O digimon disparou, Keiichi se manteve firme até o final, estava pronto para morrer, mas uma chama azul passou a centímetros da sua cabeça, explodindo os projeteis alaranjados, arremessando Keiichi para longe, fazendo dois cortes na sua bochecha esquerda e um na direita. Keiichi se levantou sentindo o sangue escorrer de leve pelo seu rosto, os cortes não tinham sido profundos, não deveriam deixar cicatrizes, apenas gotas escorreram.
*Keiichi sentia-se extremamente confuso, mas logo aqueles sentimentos se transformaram em alivio quando viu Gabumon e Angemon chegando ao seu resgate.
*Keiichi suspirou aliviado quando viu Nanomon destruído, ele tentou se recomporta, ficando sentado, Dorimon veio correndo, pulando no seu colo, Keiichi estranhou aquele pequenino, se assemelhava ao pequeno Dodomon... Mas este tinha pernas, "seria um irmão mais velho?" Pensou Keiichi. Mas logo o encarregado dos babys explicou tudo a Keiichi*


-Estou bem..Obrigado Angemon, Gabumon... E principalmente a você amiguinho, muito obrigado, você acabou de salvar minha vida!-

*Keiichi sorria alegremente, aquela situação não acontecia todos os dias com qualquer pessoa. Ele acariciava a cabeça do Dorimon, brincando com ele.*

- Eu só preciso pegar meu sapato e meu canivete e fica tudo bem...-

*Keiichi colocou Dorimon em cima da sua cabeça, ele era do tamanho certinho. ele parecia feliz em ficar ali, não era muito pesado, Keiichi aguentaria sem problemas, e afinal, que mal tinha em colocar seu salvador em uma
posição de destaque?


OFF:
meu plano original era convencer o Nanomon que eu podia evoluir ele mais ainda, leva-lo até os digimons de guarda e abandonar ele lá XDD

Alexander Crest - February 3, 2011 01:34 AM (GMT)
QUOTE
Quando Keiichi colocara aquele jovem digimon sobre sua cabeça ele se remexera um pouco, como se acomodando. Por consequência, parecia que Dorimon havia apertado algum botão no relógio de Keiichi por acidente, a voz do digivice começara a soar de novo, intrigando tanto Angemon quanto Gabumon. O conteúdo daquela nova mensagem do seu dispositivo deixara o rapaz bastante confuso, mas, talvez, feliz ao mesmo tempo.

[Digivice]: Sistema de contrato ativado; pedido enviado. "Contrato Aceito"?
[Dorimon]: "Contrato...Aceito"...?
[Digivice]: Contrato aceito. Informações enviadas. Deseja colocar Dorimon como seu parceiro digimon? Responda em afirmação ou negação.

Aquela indagação deixou a todos perplexos. Aquele relógio não só era capaz de identificar digimons, como uma enciclopédia portátil, mas também era capaz de oferecer contratos para que digimons passassem a ser "parceiros" daquele estranho aglomerado de dados... Afinal, o que Keiichi era e o que era esse digivice?!

Keiichi Walker - February 3, 2011 03:58 AM (GMT)
*Keiichi se surpreendeu com o que seria uma nova função no seu digivice,-"Contrato..?" - *Keiichi ainda estava em estado de êxtase, ainda estava feliz por sua vida ter sido salva uma vez tão perto da morte, ele deu de ombros, não queria se preocupar com nada naquele momento, os últimos tempos haviam sido estressantes, queria deixar sua mente relaxa um pouco, coisa que raramente acontecia.
*Keiichi dá de ombros ainda sorridente*


- Sim.. Aceito...- *Ele deu uma pequeno giro com os olhos pensando.. - "...Tanto Faz..."

*Keiichi foi fazer um carinho em Dorimon, mas o seu relógio apitou, e a voz pode ser ouvida novamente;

Digivice: Contrato concluído. Função Partner ativada. Processo de "Captura", iniciado.

*O Digivice de Keiichi então emitiu um brilho, do brilho, uma linha de código, lembrando muito uma sequência de código de barras na cor azul brilhante saiu de repente, ela se fechou cercando Dorimon em um círculo, se duplicando, formando um pilar de luz entre as duas circunferências de código que giravam, com Dorimon no meio daquele pilar, o pilar foi se movendo, deixando Dorimon, que parecia um tanto quanto inconciente, até a frente de Keiichi, Dorimon brilhava enquanto uma luz ia para cima e para baixo como se o estivesse escaneando, até que Dorimon brilhou como numa explosão, e toda a sala foi tomada por uma luz ofuscante. Keiichi colocou o braço na frente do rosto para se proteger, quando a luz acabou, o que não demorou para acontecer, ele voltou a olhar para Dorimon que estava ali, mas dessa vez, uma pequena marca havia aparecido na sua testa, parecia que o seu pelo havia sido pintado, a marca era um triângulo de cabeça para baixo numa cor prateada, e os olhos de Dorimon eram agora azuis como o de Keiichi, novamente, o Digivice de Keiichi voltou a tirar a atenção daquela sala.

Digivice: Captura concluída. Dorimon registrado na função Partner.

*Keiichi não entendia nada, possivelmente nenhum dos seres naquele recinto entedia algo. Dorimon olhava em volta, Keiichi resolveu ignorar o que havia acontecido, se abaixou para fazer mais um carinho em Dorimon e...

-..AH!- [Cara do Keiichi ao ser mordido]

*Dorimon havia mordido a mão Keiichi, na verdade, toda a mão do jovem estava dentro da boca do Digimon, depois do grito de Keiichi o pequeno Digimon o largou. Keiichi segurou o pequenino, ele estava um pouco zangado, mas ao olhos nos olhos do Digimon, aquele breve momento de ira se desfez, Keiichi e Dorimon sorriram um para o outro, e logo após, a barriga de ambos "roncou".

-Parece que estamos com fome né? Hehe..-

Dorimon:-Fome!

- Vocês trocam de nome quando evoluem? Não vou conseguir gravar tantos nomes...A partir de hoje vou te chamar de... Silver!-

*Keiichi havia perguntado a Angemon e Gabumon sobre a nomenclatura, virando seu rosto para Dorimon que ainda estava em suas mãos logo depois, e vendo a cor da marca na testa do seu novo amigo, teve a ideia para o nome.Keiichi já estava calçado e já havia recuperado o seu canivete, ele colocou Dorimon, que parecia bem feliz com seu novo nome, no mesmo lugar de antes(em cima da cabeça).


off:
fiz algumas coisas só pra incrementar o post e talz... mas bem, vc ainda é o narrador, qualquer coisa que vc queira mudar xP

Alexander Crest - February 5, 2011 07:48 PM (GMT)
QUOTE
Forneço a ficha do seu digimon caso ele consiga sobreviver até atingir o estado child, visto que não acumulará experiência (para níveis) até que chegue a esse estado.


Gabumon: ...Captura... Digimon... Partner? O que é isso?...
Angemon: ...Eu acho que você devia ver Wisemon, rapaz... Talvez ele saiba o que isso quer dizer... Se for considerado perigoso...
Gabumon: Não assuste-o, Angemon! Ele acabou de passar por maus bocados; ele deu muita sorte de estar onde estava. Se Nanomon tivesse levado-o para fora do domo de cristal, jamais teríamos o encontrado.
Dorimon: ...Wise...mon!

Dorimon pareceu se agitar um pouco na cabeça do sobrevivente. Bom, não faria mal algum ir até Wisemon. Angemon e Gabumon puxaram Keiichi pela porta por onde haviam entrado. Eles sairam em uma espécie de armazém, ou pelo menos deveria ser isso, afinal, haviam várias caixas de papelão com os mais diversos conteúdos anotados em uma estranha língua - embora Keiichi conseguisse entendê-la perfeitamente de alguma forma - empilhadas das mais diversas maneiras. Sem tempo para prestar atenção naquilo, o quarteto logo chegou em um outro elevador muito semelhante ao primeiro que vira naquele imenso prédio. Em questão de minutos, o humano e os digimons haviam percorrido vários caminhos, visto alguns digimons repetidamente até que voltassem à sala dos Nanomons.

Keiichi podia ver que uma das primeiras cadeiras estava vazia. Provavelmente o Nanomon que os atacara estava sentado ali. Mais um minuto se passou; Angemon e Gabumon deixaram que Keiichi entrasse sozinho na sala de Wisemon, que estava sentado no ar sobre um livro, lendo... bom, outro livro. Ele não levantou o rosto para falar com o sobrevivente, mas parecia saber da situação.

Wisemon: Olá. Parece que você quase perdeu sua vida para um Nanomon. Agradeça à Angemon e Gabumon depois e a mim também. O sinal incomum que sua estrutura emite é bem fácil de ser localizado... Keiichi era seu nome, não é isso?... Esse livro que tenho em mãos está sendo preenchido pelos dados que Nanomon recolheu sobre esse seu estranho dispositivo, listando suas várias funções... Me diga, você faz idéia do que é essa coisa que foi chamada de "digivice"?

Keiichi Walker - February 6, 2011 01:42 AM (GMT)
off: Pq "caso ele consiga sobreviver"? xD vc pretende matar o coitado ou o q? i_i

on:

*Keiichi fez outro carinho na cabeça do Dorimon como recompensa por ter aprendido uma palavra nova, que como sempre parecia estar gostando do afago do que parecia ser seu novo companheiro. Keiichi percebera que os digimons pareciam também não entender o que havia acontecido.
*Angemon sugere que Keiichi visite Wisemon, ele concorda, no elevador, ele se vira para Gabumon. Dorimon parecia estar dormindo em cima da cabeça do jovem, estava quieto e encolhido, fazia um som que lembrava um ronco baixo e havia uma bolha saindo de uma das suas narinas que aumentava e diminuía a medida que o digimon espirava.


-Gabumo... Você poderia fazer o favor de me devolver minha jaqueta? *Keiichi começou a gesticular, tendo ilustrar a sua jaqueta, fazendo movimentos que lembrasse o momento do qual ele tirou a sua jaqueta para ver se ele se lembrava.. Sabe..? Eu tirei ela e coloquei no ninho do Dodo.. Dori.. Silver!-

*Keiichi olhou para a criaturinha em sua cabeça, ambos ainda estavam se acostumando com os nomes*

"Eles crescem tão rápido.."

==

*Keiichi havia chegado na sala de Wisemon, ele havia visto vários digimons e a cadeira vazia que o nanomon que o atacou deveria usar, mas sua mente estava meio distraída pela fome e pela ansiedade de ter que ver Wisemon.
*Keiichi conseguia suportar a fome, não era muita, havia comido um alguns canapés e outras frescuras de ricos no bufe (ele estava na festa de lançamento do supercomputador antes de ser sugado para o digimundo), mas ele não sabia muito bem se o seu companheiro havia comido alguma coisa depois que nasceu.
*Keiichi adentrou o escritório de Wisemon, ainda se perguntando por quê os outros digimons não entravam junto com ele -
"Wisemon deve saber se defender.." - Pensou o garoto, a esfera da narina de Dorimon estourou, fazendo o digimon acordar, ele pulou da cabeça de Keiichi, começando a correr em círculos em volta dele.

Dorimon:-Fome! Fome! Fome ! Fome !-

-Shh.. Fica quieto..-

*Keiichi tentou falar baixinho, Dorimon ainda era só uma criancinha, não ainda não tinha sido "educado", Keiichi entendia a "santicidade" de um escritório para o seu dono, não queria ofender Wisemon fazendo barulho, para sua sorte, Silver parecia ter entendido, ele ficou quieto, apenas olhando para Keiichi, com a língua para fora e olhos mais do que comoventes.

-.. Erm... Será que você tem algo para dar de comer pra ele? -

*Keiichi suspirou, coçando a cabeça, envergonhado*
==

*Keiichi ouviu atentamente as perguntas de Wisemon, para depois responde-las de forma clara e sincera. Keiichi foi direto, não mentiu, não tinha por quê fazer isso.

- Sinto muito..Mas eu não sei nada sobre esse relógio, ele estava comigo quando eu acordei, lembra? E vim de outro mundo..Eu o estava chamando de "Digivice" até agora porquê foi uma palavra que me veio a mente na primeira vez que eu o vi.. -*Keiichi parou e respirou um pouco* -..Não me leve a mal, sou muito grato ao Dorimon, ao senhor, ao Angemon e ao Gabumon e qualquer um que direta ou indiretamente tenha me ajudado, mas eu apenas quero voltar para o meu mundo, e se esse dispositivo é tão poderoso a ponto de fazer alguém querer me matar para obtê-lo... Talvez fosse melhor eu saber com o que eu estou lidando, até agora eu achava que era só uma enciclopédia.. Mas sabemos que há muito mais do que isso...Quer dizer..Eu entendo se você não confiar em mim, parece ser o tipo de informação valiosa e você não me conhece, não tem porquê confiar em mim, não sabe o que eu farei com esses conhecimentos.. Nem eu sei..Não sei o que tem aqui dentro(do relógio)..-

*Keiichi falava com o coração, mas depois a sua mente começou a divagar, as vezes o garoto pensava demais, e por isso, acabava por falando demasiadamente, depois de um tempo ele meio que esqueceu de Wisemon se preocupando com os seus pensamentos, ele coçava a cabeça ou colocava a mão no queixo.Keiichi suspirou,finalmente percebeu que estava divagando, ele se pôs na posição de reverência japonesa; inclinando a sua cabeça para Wisemon.*

- Agradeço por qualquer ajuda que tenha me dado no passado..Desculpe por ser desrespeitoso na sua "casa"...E agradeço por qualquer cooperação que possa me dar no futuro...-




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