Nome Completo :: Guilherme Cortez Rodrigues Deus que segue :: Apollo Armadura :: Virgem Idade :: 16 Data de Nascimento :: 12/08/484 Sexo :: Masculino Tipo Sanguíneo :: O- Raça :: Humano Signo :: Virgem / Cachorro Altura/Peso :: 1,70 / 64 kgs Essência :: Bom Palavra :: Instável Mestre :: Vários Local de Nascimento :: Registro, uma cidade no interior do Sudeste Brasileiro. Local de Treinamento :: Europa, sem lugar exato, pois nunca parava em um país. Religião :: Não tem uma religião exata, simplesmente acredita em Deus e que o dever da humanidade é evoluir, tornar-se algo tão puro quanto Deus. Estilo de luta :: Taekwondo
Técnicas :: The Fear Esta técnica não é propriamente um ataque, é mais uma técnica de auxilio. Guilherme mexe com a mente da pessoa, fazendo-a confundir-se de forma a temer exageradamente o rapaz, pois sentem sua presença de uma forma assustadora, mais temível que a de um deus irado, fazendo-a ter um aperto no coração. Pessoas com tendência a obedecer cegamente deuses podem ser comandadas neste estado, pessoas com tendência a colocar sua vida acima de tudo fugirão, e pessoas que não aceitam derrotas, mas tem medo de morrer podem se suicidar. Logicamente, o efeito varia de pessoa para pessoa, em humanos comuns é terrivel assim, já em cavaleiros com algum domínio de cosmo, o poder pode cair pela metade, ou até mais se a pessoa tiver a mente desenvolvida.
Habilidades :: Teletransporte O teletransporte é a brusca mudança de um objeto ou alguém de um local para outro, sendo este local próximo ou distante. O guerreiro pode teletransportar a si mesmo ou qualquer coisa para onde quiser. Considera-se o movimento de teleporte como acima da velocidade da luz, já que aparece instantaneamente em outro local. Pode se considerar também, que o cavaleiro pode teletransportar qualquer coisa que esteja numa dimensão ou período, fazendo com que o Cavaleiro tenha acesso ao "Tempo e Espaço". O teletransporte de Guilherme tem certas “regras”, o garoto não o domina direito. Quando está com medo ou inseguro, o teleporte “se divide” em vários até chegar na área onde queria. Por exemplo: Ele quer se teleportar para uma árvore dez metros à sua frente, mas está fugindo de um inimigo. Ao invés de um teleporte só, ocorrem seis até ele chegar onde queria. Em si a habilidade dele era fortíssima, podendo ir para qualquer parte do planeta, mas depois do trauma da morte de Elizabeth, seu poder diminuiu consideravelmente, e a menor perturbação pode “encurtar” ainda mais seu alcance. Guilherme consegue carregar consigo até mesmo um carro, porém, com muito custo, parecendo que ele correu um quilometro depois.
Habilidade com Línguas Por viajar a toda hora e ter uma boa capacidade intelectual, Guilherme aprendeu vários tipos de línguas, mais especificamente: Inglês, Espanhol, Japonês, Alemão, Francês, Russo, Grego e um pouco de Mandarim, além de seu idioma natural, Português, o qual fala bem, mas não escreve tão bem.
Aptidão Intuitiva A habilidade de entender as coisas facilmente, perceber seu funcionamento sem problemas, isso ajudou o jovem a entender seu teletransporte. Pode ser usado também para entender mecanismos de maquinas ou qualquer outro tipo de coisa. Não é possível, por exemplo, entender um idioma diferente, mas consegue instintivamente aos poucos entender o significado das palavras.
Grande Inteligência Talvez sua capacidade principal que lhe presenteou com as demais, Guilherme é superdotado, seu QI é de 178, o que lhe dá a boa habilidade lingüística, bom raciocínio lógico-matemático, grande pensamento analítico e capacidade de abstração teórica.
Psícosinese Psicocinese é utilizada para se defender de ataques psíquicos e ilusões, pois ela demonstra o quanto é desenvolvida e poderosa a mente do cavaleiro, tornando quase impossível da mesma ser manipulada. Psionicos são habilidades mentais que não incluem a mágica ou rituais. A principal fonte desta força é a mente.
Sexto Sentido (Intuição) O Sexto sentido faz as pessoas poderem perceber pessoas, animais, plantas, etc a grandes distâncias. Com esse Sentido uma pessoa pode saber de coisas que estão acontecendo sem ter uma noção detalhada do que esta acontecendo. Como saber que esta em perigo sem realmente estar vendo ou sentindo. Esse sentido não pode ser controlado pela pessoa, sendo utilizado aleatóriamente.
Sétimo Sentido (Sokara) Sétimo Sentido é o mesmo que "Cosmo". Quando um cavaleiro consegue dominar este cosmo por completo, isto quer dizer que ele alcançou o máximo do Sétimo Sentido. Usando o poder do 7º Sentido um cavaleiro é capaz de superar a perda dos outros 6, então para um cavaleiro que domine o sétimo sentido a perda dos outros sentidos não o impede de lutar. É necessário que o cavaleiro possua o sexto sentido para conseguir o sétimo.
Aparência :: Sua pele é bem clara, apesar de ter passado a maior parte da vida num a país de sol ardente, não era muito de se expor a este, ficando sempre às sombras, satisfazendo seu desejo veemente por conhecimento, e os últimos três anos, passou em ambientes frios, onde o sol não é capaz de ultrapassar as nuvens. Tem olhos grandes e roxos, uma característica perturbadora e que lhe rendeu alguns maus tratos no orfanato, nunca soubera o motivo daquilo, pois não entendia o que os médicos lhe diziam. Seu problema era arco juvenil, uma descoloração em seus olhos, naturalmente azuis, que gerava aquele tom “roxo”. O rosto tem um traço que lembra levemente um europeu, visto que sua nacionalidade é brasileiro, não foge muito do natural do povo, ser brasileiro é sempre parecer outra coisa. Boca média, bem vermelha, e nariz médio, levemente tendendo a ser pequeno, de ponta curva, mas não de modo a parecer uma batata, porém não é uma ponta de espada. A sua expressão natural é confiante, apesar de que isso nada mais é que impressão, o posicionamento dos elementos de seu rosto passam essa imagem, além de lhe darem um ar de esperto. Os cabelos são negros repartidos no lado esquerdo e bem lisos, um tanto compridos, chegam até metade do pescoço do jovem. Tem sobrancelhas finas e cílios bem curvados para cima, sua aparência é bem agradável e passa a idéia de inofensivo. Por fim, nas roupas, não costuma variar muito. Na maior parte do tempo gosta de uma roupa social bem cara, geralmente é composto por uma calça social, de cores escuras, mas nunca preto, uma camisa social, geralmente branca, cinza ou preta, paletó esportivo, sapatos sociais, meias grossas mas bem escondidas por uma barra de calça grande, veste-se sempre desta força por freqüentar mais locais frios da Europa.
Perfil Psicológico :: É uma pessoa um pouco reservada, evita perguntas desnecessárias e é bom em empatia. Devido à maldição, inconscientemente acaba se afastando das pessoas, porém, sentimentos fortes, podem fazê-lo ignorar a maldição, não exatamente coisas como o amor, mas até mesmo uma solidariedade sincera e de vontade forte pode ignorar os limites dados pela maldição. É um tanto teimoso, tem uma arrogância nascida de sua bela capacidade intelectual, por tanto, dificilmente aceita idéias opostas à dele, e possivelmente formulara novas idéias se a sua for antecipada, sendo que ou concordam com as idéias dele, ou ninguém concorda com nada. Em lutas, ele gosta de usar uma pressão psicológica totalmente particular: Irritar o inimigo apontando seus erros, porém, não gosta de ladainha, de discursos desnecessários, então, quando o inimigo estiver para ser vencido, não terá esperanças de se salvar enquanto Guilherme daria o longo discurso da vitória antecipada, um simples adeus seria seu sermão antes de derrotá-lo definitivamente. Devido a um bom preparo psicológico, lê-se nunca mais ter tido uma relação boa com alguem, o garoto não hesita em matar se for necessário, não tem tanta admiração pela vida humana.
Propósito :: Para encontrar um propósito, não faz nada na vida, só tenta se divertir, já que é super livre. Sente parar em um canto, começar uma vida de verdade, ter uma vida social, mas inconscientemente acaba fugindo disto, e a solidão lhe dá sempre um gigantesco desejo de algum motivo pra viver,
Morada :: É bem variável, porém, existe um hotel na Espanha onde o jovem costuma freqüentar com mais freqüência, chamado Ladir, onde o dono é um amigo seu, José, um mexicano. É um motel na verdade, bem simples, pouco higiênico, mas a única coisa que Guilherme faz lá é dormir, o quarto que sempre escolhe, 21, tem diversos desenhos na parede e trechos de livros, coisa que o garoto usa as vezes para decidir o que fazer, escolhendo de forma aleatória. Além disso, há o banheiro, que ele nunca viu, e uma cama de madeira com um colchão bem surrado, e sempre o mesmo lençol e travesseiro verde, que o próprio Guilherme acaba tendo que lavar.
História :: Guilherme não lembra exatamente quem são seus pais, tem vagas lembranças da imagem deles, mas não de seus nomes, ou como eram. Suas ultimas lembranças são de quando ele tinha cinco anos, quando fez seu primeiro teletransporte. De um hospital para a rua, numa cidade ao lado de um quase deserto. Disseram-lhe, quando o trouxeram devolta ao hospital, que ele parecia ter caído de uma altura de dez metros, tinha sorte em estar vivo, o problema é que foi preciso um tradutor, pois ele estava no México, sendo que era Brasileiro. Ele passou oito anos num orfanato mexicano, estudando línguas, uma escolha aleatória. Quando tinha dez anos, conheceu uma, garota, chamada Elizabeth, ela perdeu os pais que eram colombianos que iriam tentar ir para os EUA e acabou tendo que ficar naquele país, o garoto a ensinou a falar em espanhol e acabaram ficando bem amigos. O sonho de Elizabeth era viajar pelo mundo, ela tinha um livro sobre culturas que foi a única coisa que restou das bagagens de seus pais e os dois adoravam ver o tal livro.
Quando completaram 13 anos, o garoto acabou se teletransportando acidentalmente para o hospital de onde viera, que não era longe do orfanato, e percebeu o padrão do funcionamento do teletransporte. Decidiu então mostrar o que podia fazer, e Elizabeth adorou, implorou para que ele tentasse levá-la para Paris. Guilherme sabia que precisava ter o local para onde iria em mente, então, pegou o livro do pai de Elizabeth e viu uma foto da cidade, mostrando a Torre Eiffel, e com Elizabeth nos braços, teleportou-se para lá. De fato, deu certo, porém, acabaram indo no topo da torre. Guilherme rapidamente se segurou, porém, Elizabeth não conseguiu ser rápida, acabou caindo lá do alto. Des de então, o rapaz tornou-se nômade, andando por ai a procura de um objetivo, com o teleporte enfraquecido. Para não morrer de forme e ter o que fazer, o jovem rouba alguns bancos de vez em quando.
A cada mês freqüentava uma academia de Taekwondo diferente, arte que viu em um torneio de luta livre e acabou adorando. As vezes arranjava inimigos nas academias, então era obrigado a parar de freqüentar algumas. Preferia as Russas, pela dificuldade maior em se lutar, os lutadores geralmente usavam técnicas de sambo, o que tornava as lutas muito mais interessantes.
Seu teleporte é algo raro e quase inexistente para humanos. Habilidade proveniente, na verdade, de uma maldição. Algo antigo de família, profanando um templo egípcio, um de seus ancestrais acabou condenando a família, a maldição lhe tiraria o que tinha de mais precioso. Para aquele homem, era seu grupo de arqueólogos, sua companhia, então, a maldição o condenou a vagar para sempre solitário, desejando profundamente uma companhia, mas inconscientemente sempre estragando tudo e acabando por ficar sozinho. Para completar, um dom foi lhe dado, parecia uma dádiva, mas no fundo, apenas pioraria as coisas. Um poderosíssimo teleporte, para afastar-lhe sempre que tivesse emoções fortes, impedindo assim que a vontade humana, algo que com esforço poderia ser poderoso, quebrasse a maldição. Guilherme chegou próximo de quebrar a maldição, devido ao amor que brotou em eu peito pela única amiga que tivera em toda a vida, sua restrição a companhias foi drasticamente reduzida, assim como seu poder.
Interpretação :: * Guilherme estava sozinho no quarto dos meninos no orfanato, deitado em sua cama de olhos fechados numa noite um pouco quente. Lembrava-se dos primeiros momentos de sua vida que tinha na cabeça, aos cinco anos, quando acordou naquele hospital. Era tudo mundo confuso, ele não conseguia parar de pensar naquele quarto de hospital onde estava, até que de súbito, tudo começou a tremer, a rodar, e quando ele deu por si, havia sido “jogado” naquele quarto de hospital, e como seu teletransporte tem uma habitual entrada indiscreta, alertou todos do hospital, mas por sorte, o quarto estava vazio. *
- Entendi! Finalmente! Entendi como funciona isso!
* O garoto parecia bem satisfeito, não perdeu tempo e voltou a concentrar-se, a deixar uma imagem fixa no pensamento, a do quarto no orfanato, respirou fundo, sem euforia, e quando deu por si, estava devolta ao ponto inicial, com uma entrada mais suava, o quarto tremeu de leve. Correu então pelos corredores, até chegar a Elizabeth. *
- Eliza, olha o que aprendi a fazer!
* Ele some e reaparece atrás da amiga, que se vira surpresa e assustada. *
- Acho que posso te levar até Paris assim!
- Paris? Isso é sério? Sério mesmo?
* Ao perceber que ela parecia empolgada, ele sorriu e explicou. *
- Pelo que eu senti do poder... Acho que posso sim... Mas preciso de uma imagem da cidade pelo menos...
- Tem no meu livro!
* A garota corre até o quarto das meninas, puxa uma caixa de sapato de debaixo de sua cama e pega o livro, abrindo-o rapidamente na pagina certa, a que falava de paris, e mostra para Guilherme, que a pega no colo. *
- Vamos então!
* Ele olha para a imagem por um tempo e depois fecha os olhos, concentra-se e as coisas começam a treme no quarto, tudo parecia girar, as camas se afastam, coisas mais leves são jogadas longe, a garota assustada agarra firme no tronco do amigo e então ambos somem. De repente, um forte vento bateu em suas faces, abrir os olhos e notaram que estavam em paris, e justamente no alto da Torre Eiffel. A entrada entortou o alto da torre, para o lado de Guilherme que permitiu que ele se agarrasse, já a garota, acabou não conseguindo fazer isso, e caiu daquela gigantesca altura. *
- Eliza!!!
* Pensou em saltar para tentar agarrá-la, mas não tinha coragem, e sabia que não conseguiria se teleportar com os sentimentos avariados, havia entendido isso da ultima vez que se transportara, o máximo que pode fazer foi tentar manter a calma para sair dali, o que levou alguns minutos, pois chorou demais naquele tempo. Com meia hora, respirou fundo e tentou se teletransportar. Por milagre, caiu em um local seguro, o alto de um prédio, rachando todo o chão aonde chegou, uma distância curta demais comparada com a que acabou de percorrer, e o pior, ele se esforçou bastante. O garoto chorou mais um bom tempo ali naquele prédio, não se conformava com o que acabara de acontecer, foi imprudente demais, deveria ter treinado mais sua habilidade antes de arriscar a vida de uma amiga, não conseguiria se perdoar nunca ao que parecia. *
| QUOTE | Ficha da Armadura Título :: Armadura de Ouro de Virgem Descrição :: Forma Corpo As pernas tem várias divisórias, que realçam os músculos e as juntas, em principal, no alto da canela, há alguns detalhes, um que parece um V de cabeça para baixo e um pingo. Após os joelhos, ela segue até metade da coxa, terminando em forma circular. A cintura é forçada por três peças principais, semelhante a telhas tradicionais do ocidente, com detalhes ondulados, ou com o V em sua posição normal, e no alto do cinto, uma peça branca com um ponto vermelho no meio, essa peça parece alguma coisa com asas. Logo após, cobrindo o peito e o ombro, uma grande peça de um dourado diferente, com divisões que lembram dobras, esta peça tem um formato de V e é uma das maiores ombreiras dentre as armaduras de ouro. No pescoço um detalhe que inicia com uma onda, mas depois lembra muito mais fogo, só no final. Nos braços, não há tantos detalhes, exceto que do meio do ante braço sai uma peça que atua como cotoveleira, a parte do resto da proteção do braço que parece uma simples luva. O elmo é um capacete bem comum, contando como diferencial com mais dois V na testa, grandes, peças próprias, que lembram antenas ou chifres, um maior e mais aberto, o de baixo, e um mais fechado, o de cima, com um ponto vermelho no centro.
Diferente de algumas armaduras, a de virgem não tem muita diferença de uma forma para a outra, a estatueta está em forma humana, mas as ombreiras da forma em Corpo transformam-se em asas, revelando um detalhe no centro do peito que antes era escondido, que parece um pingo, mostra-se também nesta forma, pequenas ombreiras menores e redondas.
Onde foi encontrada :: Na parte mais funda do Gran Canyon
Mitologia :: Na idade do Ouro, Astréia, filha de Júpiter e Têmis, aquela que vivia na terra, entre os humanos, dando-lhes noções de leis e justiça, se refugiou em uma montanha, indignada com o comportamento humano, que eram gananciosos e negligenciavam as obrigações para com os deuses, e com o comportamento e Zeus, que castigou a humanidade pondo um fim na idade do ouro, limitando assim a primavera, acabando coma juventude eterna e obrigando os humanos a tratar da terra para produzir frutos. Astréia continuou aconselhando aqueles que a procurava, apesar de refugiada. Apesar dos castigos de Zeus, os homens sempre o obrigavam a uma punição maior, e isso acabou lhes permitindo descobrir a guerra. Neste período, na idade do ferro, a ambição e a violência tomavam conta da humanidade. Astréia, horrorizada com aquilo, abandona a terra e deixa de viver com os mortais, refugiando-se então na constelação de Virgem. Quantas vezes já morreu :: Nenhuma. Habilidades :: Nenhuma. |
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